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Quem gostaria de ver ao vivo em Portugal?
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13 de Junho | 22h | Estádio do Bessa | Porto

Com data marcada para o dia 13 de Junho no Estádio do Bessa, Anselmo Ralph regressa ao Porto para um concerto único e repleto de grandes surpresas, uma parceria entre a PEV Entretenimento e o GRUPO CHIADO.

 Depois de quatro grandes concertos completamente esgotados em Dezembro de 2013 e mais quatro também eles esgotados na tournée “ADDC” que passou por Lisboa, Guimarães e Viseu. O cantor angolano irá apresentar as novas músicas d´”A Dor do Cupido”, assim como outros sucessos como “Curtição”, “Não me Toca” ou “Está Dificil”.

Convidados como Rui Reininho, Paulo Gonzo e Mikael Carreira – o dueto “Está Dificil” no palco do Coliseu dos Recreios com Cuca Roseta foi um dos grandes momentos desta tour.

Agora é a vez do Porto e do Estádio do Bessa receber a estrela angolana com mais sucessos no momento. “A Dor do Cupido”, vendeu 42 mil cópias em apenas dois dias e a música “Não me Toca” teve quase 20 milhões de visualizações no Youtube.

Mais recentemente Nilton [no programa 5 para a meia noite], desafiou a fadista Kátia Guerreiro a cantar uma versão do tema “Não me Toca”, de Anselmo Ralph. A fadista não se fez rogada e surpreendeu tudo e todos. Foi um momento incrível partilhado pelos dois artistas nas suas redes sociais.

Anselmo Ralph será também um dos jurados da 2ª edição do programa “A Voz de Portugal” juntamente com Maris Liz [Amor Electro], Rui Reininho [GNR] e Mikael Carreira. A produção do programa decidiu apostar em júris de diferentes géneros musicais e sendo Anselmo Ralph um dos artistas africanos mais acarinhados pelo público português, só poderá ser um enorme sucesso.

Nasceu em 1981 na cidade de Luanda, frequentou o Liceu em Angola e terminou os estudos em Nova Iorque. Nos anos 90, Anselmo mudou-se para Madrid, onde descobriu a sua paixão pela música. Romântico por natureza, as suas músicas têm um estilo muito próprio.

Sites oficiais:

http://www.anselmoralph.pt/

https://www.facebook.com/AnselmoRalph

https://twitter.com/AnselmoRalph

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Comprar Bilhetes para The Prodigy
17 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

O MEO MARÉS VIVAS vai ser palco do lançamento do novo álbum de originais dos The Prodigy. Após a presença com lotação esgotada em 2008, a banda britânica faz questão de apresentar o novo álbum aos fãs no MEO MARÉS VIVAS no dia 17 Julho.

A banda de techno-pop electrónico britânica, considerada uma das maiores referências do big beat (género de música electrónica), regressam ao MEO MARÉS VIVAS para um grande concerto.

A banda de Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill, iniciou-se em 1990 quando os três se cruzaram num clube na cidade de Essex, onde viviam e aí decidiram formar um grupo. A principal intenção era de Keith e Leeroy ocuparem a posição de bailarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto da banda aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (como MC), acabando por ficar até hoje junto da banda. Desde então começaram a realizar concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia.

O auge da carreira dos The Prodigy em termos comerciais destaca-se com o impacto de Firestarter em 1996, tendo sido bem visto pela crítica. Ao longo de todo o percurso foram expandindo a sua base de fãs, tendo recebido várias nomeações e prémios da industria discográfica, no qual o destaque para Grammys e Prémios Europeus da música da MTV.

“Invaders Must Die”, o último disco do The Prodigy, contou com a participação de Dave Grohl (Foo Fighters, Nirvana) em duas das faixas. Segundo o tecladista, Liam Howlett, esse projecto reflectiu a felicidade da banda em estar junta de novo.

No dia 17  de Julho vão mostrar porque continuam a ser um fenómeno mundial no palco MEO do Meo Marés Vivas 2014.

http://theprodigy.com/
https://www.facebook.com/theprodigyofficial

 

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Comprar Bilhetes para XUTOS & PONTAPÉS
17 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Com data marcada para o dia 17 de Julho no Festival MEO Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam XUTOS & PONTAPÉS

Foi há 35 anos que tudo começou…

…Conhecidos e reconhecidos como uma das melhores bandas ao vivo da actualidade em Portugal e trinta e cinco anos depois do seu arranque (13 de Janeiro de 1979), os Xutos & Pontapés são o emblema do que significa rock & roll em português, por portugueses. Donos de um acervo de clássicos que faria muitas bandas roerem-se de inveja.

Deram início à celebração dos seus 35 anos de carreira com dois concertos no MEO ARENA, recebidos em apoteose por cerca de 17 mil pessoas. Uma celebração conjunta, onde se ouviram as novidades (novo álbum “Puro”) e houve espaço para relembrar as histórias antigas. E, agora, a celebração vem para Norte e será no MEO Marés Vivas que os fãs irão recebê-los, no dia 17 de Julho.

Duas guitarras a abrir, uma bateria a bombar, o baixo a marcar a pulsação, 1-2-3-4, três acordes básicos e a correria desenfreada do cavalo à solta.

Há 35 anos que é assim e vai continuar a sê-lo enquanto Tim, Zé Pedro, Kalu, João Cabeleira e Gui continuarem a acreditar na força do rock´n´roll, na energia de estar em palco, continuarem a querer partilhar estas canções com o público que fez delas hinos.

35 anos depois os Xutos não pararam e continuam a ser a locomotiva rock & roll que arrasta multidões, gerações inteiras, pais e filhos, juntos a celebrar canções que já fazem parte da nossa história, da nossa vida. Em Janeiro lançaram o mais recente álbum “Puro” como garantia do sucesso e do estatuto que foram conquistando ao longo dos anos.

Dia 17 de Julho o MEO MARÉS VIVAS tem o prazer de apresentar Xutos & Pontapés para um concerto que promete ser memorável.

Sites oficiais:

https://www.facebook.com/XutosePontapes

http://www.xutos.pt/abertura.html

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Comprar Bilhetes para SKRILLEX
18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Pela primeira vez no MEO MARÉS VIVAS, SKRILLEX sobe ao Palco no dia 18 de Julho.

Skrillex é composto pelo dj e produtor Soony Moore, a sua música é uma mistura de electro com dubstep, usando as batidas simples do electro com as linhas de baixo agressivas de dubstep em muitas das suas músicas, com isto Soony Moore criou um estilo novo que muitos chamam de “electro step”.

Os seus primeiros projectos foram “Gypsyhook EP” que contou com 3 faixas e em Junho de 2010 laçou oficialmente o projecto “My Name is Skrillex”. O seu talento incrível já foi referido por Deadmau5, quando lançou “Scary Monsters e Sprites Nice”, EP que ficou nas primeiras posições do Beatport. Em 2010 acompanhou Deadmau5 na sua tournée.

Skrillex esteve nomeado em 5 categorias para os Grammy Awards o que contribuiu para o aumento do seu sucesso. O lançamento de “Bangarang”, valeu-lhe a entrada directa nos tops de todos o mundo, com destaque na Austrália, Canadá e Nova Zelândia.

Em Fevereiro de 2012, venceu duas categorias nos Grammy Awards com o single “Scary Monsters and Nice Sprites”. Também em 2012 foi convidado para actuar no festival Lollapalooza Brasil. E mais recentemente esteve no mega festival belga Tomorrowland, causando sensação.

Além das produções próprias, Skrillex já fez remisturas mais comerciais para os conhecidos “Black Eyed Peas, Bruno Mars e Lady Gaga (“Bad Romance”, “Alejandro” e “Died This Way”). É um dos DJ´s do momento e promete um grande espectáculo no Meo Marés Vivas em Julho de 2014.

 

 

 

 

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Comprar Bilhetes para JAMES
18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Com data marcada para o dia 18 de Julho no Festival Meo Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam JAMES.

Com uma longa e estável relação com o público português, James sobem ao palco MEO no dia 18 de Julho para um concerto electrificante.

No ano de 1980 formaram-se os Venereal and the Diseases, que em 1982 mudaram definitivamente o nome para James. Paul Gilbertson (guitarra), Jim Glennie (baixo) e Gavan Whelan (bateria) conheceram Tim Booth (vocalista) na Universidade de Manchester e convidaram-no para para se juntar à banda. No ano seguinte, começaram a tocar com regularidade no circuito de bares, e em 1983, assinaram com a Factory, onde lançaram os seus primeiros dois EP's (Jimone, nesse ano e James II, dois anos depois) e abriram alguns concertos para Morrisey, o seu "padrinho musical".

No Verão de 1985, Larry Gott substituiu Gilbertson e o grupo assina pela Sire Records. O álbum de estreia, “Shutter”, surge um ano depois e recebe várias críticas positivas. Nos dois anos seguintes os James tocaram frequentemente, construindo uma base sólida de fãs.

O segundo trabalho, editado em 1988, é de cariz mais folk e dá pelo nome de "Strip Mine". Este álbum não conseguiu captar a energia dos concertos ao vivo e a banda abandona a Sire Records e assina com a Rough Trade. Com a nova editora, gravaram o álbum ao vivo, "One Man Clapping", que chegou ao primeiro lugar das tabelas independentes.

Em 1990, Gavan Whelan abandona a banda e entra para o seu lugar David Bayton-Powell, numa altura em que os James se tornaram num septeto com a inclusão do teclista Mark Hunter, do violinista Davies e do trompetista Andy Diagram. A formação, agora renovada, assina desta feita, pela Fontana Records, editando "Gold Mother", no decorrer de 1990.

Este álbum gerou uma série de hits menores na altura da sua edição, mas veio a revelar-se um sucesso um ano depois, quando uma versão regravada do tema "Sit Down" galgou até ao segundo lugar dos tops britânicos. A música tornou-se então na sua bandeira, sendo conhecidos por grande parte do público por essa canção. Este facto irritou a banda de tal modo que nos concertos tocavam quase exclusivamente material novo, e o seu disco seguinte, "Seven", de 1992, foi entendido como uma reacção face a uma tendência.

Para o sucessor de "Seven", os James prescindem de Diagram e Davies e trabalham com o reconhecido produtor Brian Eno. O resultado foi "Laid", um álbum mais calmo e ambicioso que recebeu algumas das melhores críticas da banda. Durante a composição deste trabalho, tiveram ainda tempo para gravar outro álbum mais experimental com Eno que editaram no final de 1994, "Wah Wah", que teve críticas opostas e levou o grupo a retirar-se durante o ano de 1995.

Em 1997 os James regressam com "Whiplash", um disco franco e que, mais uma vez, não agradou a todos. "Millionaires" seguiu-se em 1999, e "Pleased To Meet You", em 2001, o mesmo ano em que Tim Booth anunciou a sua intenção de abandonar a formação da banda para se dedicar à escrita e à representação, sem, no entanto, deixar de continuar a estar ligado à música, mas desta feita a solo. No final de 2001, a banda editou ainda um conjunto de lados B e raridades, intitulado "Ultra: B Sides".

Em 2008 a banda voltou a juntar-se. Lançou o novo álbum de originais “Hey Ma” a 7 de Abril e três dias depois iniciaram uma tour de promoção com a duração de três semanas. A tour teve o nome de “We Are Sound” e quem assistiu podia ouvir a duas das novas músicas da banda (“Porcupine” e “Look Away”). Ainda no mesmo ano foi lançado o álbum “Live in 2008” que continha uma selecção de músicas gravada durante a tour.

Em 2012 subiram ao palco do Rock In Rio Lisboa, no ano em que completavam 30 anos de carreira. Do repertório do projecto britânico fazem parte sucessos como "Laid", "Sometimes", "Sit Down" ou "Born of Frustration".

Já passaram pelos maiores festivais do mundo: Glastonbury, Lollapalloza,  Rock in Rio, Coachella, Hard Rock Calling, Isle of Wight, Latitude e muitos mais.

Em 2012 lançaram uma box “The Gathering Sound” – com os sucessos dos 30 anos de carreira, além de material inédito, vídeos, DVD ao vivo e um livro.

O ano de 2013 foi passado em estúdio com Max Dingel (Killers, Muse) – Regressam agora com um novo album (6 anos depois) – “La Petite Mort” que sai dia 02 de Junho.

Produzido por Max Dingel e escrito como sempre, pela banda, com letras de Tim Both, este novo álbum está entre os melhores da sua longa carreira de 30 anos.

Os destaques incluem o poderoso single “Moving On”, o hino “Curse Curse” e “Frozen Britain”. Max Dingel é o último de uma longa linha de produtores de primeira classe com quem trabalham – já o fizeram com Brian Eno, Gil Norton e Youth.

Já foram anunciados como cabeças de cartaz para “Summer in the City” Castlefield Bowl  em Manchester a 11 de Julho (esgotando em menos de uma hora) e dia 18 de Julho marcam presença no Meo Marés Vivas.

La Petite Mort foi gravado ao mesmo tempo que         Tim Both perde a sua mãe e o melhor amigo e, compreensivamente muitas das canções falam da mortalidade e de como saber lidar com ela, daí o titulo. No entanto, La Petite Mort é um registo extremamente edificante.

E no dia 18 de Julho, o MEO MARÉS VIVAS vai receber uma das bandas mais aplaudidas e veneradas em Portugal. Será um concerto cheio de novidades.

Sites oficiais:

http://www.wearejames.com/

https://www.facebook.com/jamesisnotaperson

https://myspace.com/jamesisnotaperson

http://www.flickr.com/groups/james-on-flickr/

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Comprar Bilhetes para JAMES ARTHUR
18 de Julho 2014, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
A PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICPAL DE GAIA e o MEO apresentam pela primeira vez em Portugal e ao vivo no Meo Marés Vivas a 18 de Julho – JAMES ARTHUR.

Uma confirmação que nos deixa a todos muito entusiasmados e ansiosos por ver ao vivo o cantor e músico vencedor da nona temporada do programa Factor X do Reino Unido em 2012. James Arthur não estaria à espera que a sua vida mudasse tão repentinamente. Nasceu em Middlesbrough, no Reino Unido e não encontrava forma de partilhar com o mundo o seu talento único.

Avançando para o inicio de 2013 e apenas com 24 anos de idade, James Arthur começou a actuar para mais de 10.000 pessoas por noite em todo o Reino Unido como headliner no espectáculo “The X Factor Live Tour”. Nunca se imaginou chegar ao número 1, ter um crescente número de fãs e ser aplaudido todos os dias pela crítica, o que o levará certamente a ser a próxima grande estrela da Grã-Bretanha.

Desde muito cedo que era um compositor e guitarrista excepcional, sendo a música a sua verdadeira paixão, a sua libertação numa vida que nem sempre foi fácil. Os pais divorciaram-se quando James tinha apenas dois anos de idade e só voltaram a falar em benefício da inscrição de James no programa Factor X, que requeria a autorização de ambos. Aos 9 anos, muda-se para o Bahrein com a mãe, regressando ao Reino Unido aos 14 anos. Após o seu regresso, as coisas rapidamente começaram a dar errado e James Arthur sai de casa. Vive momentos muito difíceis e no meio do caos e da dor, começa a escrever e a compor canções. Faz as suas primeiras gravações aos 15 anos como artista a solo e em bandas [Moonlight Drive; Cue The Drama; Save Arcade e Emerald Skye] e vai dando alguns concertos locais.

James Arthur procurava ansiosamente por uma oportunidade, uma forma de fugir à vida complicada que levava e quando estava prestes a perder a esperança, um amigo sugere-lhe que faça a audição para o “The X Factor”.

Tendo como mentora Nicole Scherzinger durante as actuações, James Arthur rapidamente empolgou todo o país com a sua aparição. Interpretações únicas de “The Power of Love”, Let´s Get It On” e “Hometown Glory” de Adele, cimentaram o seu estatuto como músico extremamente promissor e extremamente talentoso.

James Arthur ganha a competição e passa a ter o single mais vendido do ano – “Impossible”, que é lançado no final do programa. Em cinco semanas, chega ao número 1 do top britânico e vende mais de um milhão de cópias, o que o torna no segundo best-seller do programa. 

O álbum oficial de estreia, homónimo, foi lançado em Novembro de 2013. É também nomeado como Melhor Single Britânico no Brit Awards.

E, finalmente o mundo está pronto para ouvir James Arthur e o Meo Marés Vivas será o palco para o público português conhecer um músico excepcional. Dia 18 de Julho no Palco Meo, os nossos festivaleiros vão ser arrebatados, esta é a nossa garantia.

Links:
http://www.jamesarthurofficial.com/uk/home
https://www.facebook.com/JamesArthur/info
https://twitter.com/JamesArthur23
http://www.youtube.com/watch?v=Mhj15W23IjA
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Comprar Bilhetes para JOSS STONE
19 de Julho, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia
Com data marcada para o dia 19 de Julho no Festival Meo Marés Vivas, a PEV ENTERTAINMENT, a CÂMARA MUNICIPAL DE GAIA e o MEO apresentam JOSS STONE. Irá subir ao palco Meo com a natural leveza que a caracteriza e que contrasta com a profundidade do soul da sua voz.

Jocelyn Eve Stroker, ou simplesmente Joss Stone, representa uma das maiores vozes da cena pop/soul da actualidade. Aos 13 anos iniciou o seu caminho na indústria musical a interpretar músicas de lendas como Aretha Franklin e Gladys Knight, aos 15 anos assina o seu primeiro contrato com a editora S-Curve e ao 16 lança o seu primeiro álbum homónimo “Soul Session”.

O disco reflecte as referências musicais com que cresceu: o R&B e o soul. Alcançou os tops de topo o mundo, tornando-se rapidamente um êxito, vendendo mais de dois milhões de cópias. Os singles “Fell in Love With a Boy”, uma versão de um original dos White Stripes e “Super Duper Love”, foram os êxitos que marcaram o lançamento do seu primeiro álbum.

Em 2004 com “Mind, Body & Soul” o sucesso manteve-se e ao contrário do anterior, este novo disco, revela a sua faceta de escritora de canções. Êxitos como “You Had Me” e “Right To Be Wrong” – foi número um no Reino Unido, tornando-a a mais jovem artista feminina a liderar aquele top. “You Had Me” rendeu-lhe a conquista de dois Brit Awards no mesmo ano.

Em 2005 Joss Stone foi uma das artistas a actuar no último Live 8, em Londres. O seu primeiro concerto em Portugal acontece nesse mesmo ano, no Festival de Vilar de Mouros. Ainda no mesmo ano lança um dueto de Natal com Elton John, intitulado “Calling It Christmas”.

Em meados de 2006, veste o papel de actriz e dá vida a uma feiticeira no filme “Eragon”.

Com apenas 19 anos de idade, lança em 2007 o seu terceiro álbum “Introducing Joss Stone”, apresentado pelo single “Tell Me Bout It. Conta ainda com o tema “Music” interpretado em conjunto com Lauryn Hill e ainda o tema “Tell me What We Gonna Do Now” em colaboração com Common.

Com mais de 11 milhões de álbuns vendidos até à data e uma vasta experiência no currículo, incluindo colaborações recentes e performances com Jeff Beck, Nitin Sawhney , Mavis Staples , Yolanda Adams e Patty Labelle.

Em 2009, edita “Colour Me Free”, envolvido num processo um pouco conturbado com a editora e sem grandes surpresas lança em 2011 o álbum “LP1” pela Stone´d Records.

Mas outras mudanças aconteceram – o amadurecimento da sua voz e a emoção e sentimento que ela exibe foram elogiados em todo o mundo. Na sua curta vida, mas com ula longa carreira, Joss Stone já subiu ao palco com nomes como James Brown, Gladys Knight, Solomon Burke, Blondie, Smokey Robinson e Melissa Etheridge, entre muitos outros.

Joss Stone sempre foi um pouco rebelde, quer a actuar em palco descalça ou a pintar o cabelo de várias cores, ou mesmo por falar sobre questões que ela defende – é considerada pelos seus fãs como uma espirito livre, seguindo sempre os seus próprios instintos em todos os momentos. E assim será no palco Meo do Festival Meo Marés Vivas a 19 de Julho – muita soul, e muita emoção para um dia que promete ser quente.
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Comprar Bilhetes para PORTISHEAD
19 de Julho, Praia do Cabedelo, Vila Nova de Gaia

Para a edição de 2014, o Festival Meo Marés Vivas apresenta a sua terceira confirmação: PORTISHEAD.

Os PORTISHEAD sobem assim no dia 19 de Julho pela primeira vez ao palco Meo do Festival Meo Marés Vivas´14, para um concerto emocionante e onde a tristeza da voz etérea e, ao mesmo tempo, densa de Beth Gibbons faz com que a sua garganta seja o seu maior trunfo. Gibbons canta com o coração e com o corpo e não deixará de embeiçar o público festivaleiro, com a expressão do seu rosto enquanto interpreta cada uma das suas canções.

Surgiram no ano de 1991 em Bristol, Reino Unido, a terra natal do trip-hop, por conta de nomes como Massive Attack e Tricky. Um estilo musical marcado por sons distantes, sob uma batida hipnotizante e vocais melancólicos.

Portishead é também o nome de uma cidade da Costa Ocidental de Bristol, onde o fundador da banda – Geoff Barrow cresceu. E pouco simpatizante da vida exageradamente calma que levava em Portishead, foi viver para Bristol e lá começou a trabalhar num estúdio de gravação. Quando achou que estava preparado para ter a sua própria banda, começou por procurar uma vocalista e através de uma agência de empregos conheceu Beth Gibbons, a mítica voz dos Portishead. Gosto e ideias musicais muito semelhantes, não demoraram a compor a sua primeira música juntos e pouco tempo de pois juntaram-se ao guitarrista de Jazz Adrian Utley.

O talento deste trio era inegável, o que lhes abriu muitas portas para um futuro que em tudo se mostrava promissor. Em 1994 e em colaboração com o engenheiro de som e percussionista Dave McDonald, lançam o seu primeiro e elogiadíssimo álbum: “Dummy”. Apresentado pelo single “Sour Times”, este primeiro álbum ganha em 1995 o prémio “Mercury Music Prize”, o mais importante da música inglesa.

Tinham tudo para ser uma das melhores e mais produtivas bandas e sem dúvida o foram. O segundo trabalho, o auto intitulado “Portishead”, é lançado em 1997, depois de dois anos de preparação. Foi considerado pela crítica o álbum de crescimento musical para a banda, que deu mais espaço aos vocais de Beth Gibbons e ousou experimentar novos processos de mixagem, alcançando óptimos resultados.

O álbum “Roseland NYC Live” era composto pelos maiores sucessos da banda, embora tivesse perdido um pouco do estilo inicial, o álbum tinha algumas compensações, tais como o facto de a voz de Beth Gibbons ser um prodígio ao vivo, como é possível ouvir em “Glory Box”, “Mysterons” ou “Humming”.

Beth Gibbons, Geoff Barrow e Adrian Utley, os três membros dos Portishead, demoraram 11 anos para lançar o terceiro álbum “Third”, que é descrito pelos três como uma espécie de “irmão mais velho” dos antecessores. “Third” sucede assim a “Portishead” (1997), “Dummy” (1994) e o registo ao vivo “Roseland NYC Live” (1998). Lançaram em 2009 uma música – “Chase the Tear”, colocada à venda apenas em formato digital e cujo dinheiro angariado reverteu na totalidade para a Amnistia Internacional.

Espera ao público do Festival Marés Vivas´14 um concerto recheado de melodias etéreas, introspectivas  e de muita inspiração.

SITES OFICIAIS:

http://www.portishead.co.uk/

https://twitter.com/Portisheadinfo

https://www.facebook.com/portishead

http://www.youtube.com/watch?v=Vg1jyL3cr60
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29 de Novembro, 22h00, Coliseu do Porto

Com data marcada para o dia 29 de Novembro no Coliseu do Porto, Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer nos “Azeitonas”, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional (“Anda Comigo Ver os Aviões, “Quem és tu Miúda”, “Ray-Dee-Oh”m etc).

Em Maio de 2011 estreou-se a solo com “Cinco dias e Meio” ("Os Maridos das Outras", "Fizz Limão", "Capitão Fantástico"). O single de estreia foi nomeado para melhor Canção do Ano nos prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, nos Globos de Ouro e na gala da RTP dos melhores do ano. Individualmente, Miguel Araújo foi nomeado para Melhor Intérprete Individual nos Globos de Ouro e como Personalidade Masculina do Ano na categoria de Música na revista "Lux". O álbum foi considerado os dos 10 melhores do ano na revista "Blitz".

“Capitão Fantástico” foi considerada uma das melhores do ano pela revista "Blitz".

Logo no ano do lançamento do disco de estreia, Miguel Araújo actuou em cerca de 40 espectáculos, onde se destacam o concerto de apresentação do disco na sala principal da Casa da Música, com lotação esgotada, participação em alguns festivais e uma actuação em Macau. Paralelamente, participou, como cantor, no álbum “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, de Samuel Úria. Compôs a banda sonora do monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl, que passou (sempre com casa cheia) pelos principais auditórios do País. Compôs para António Zambujo (“Reader’s Digest” e “O que é Feito Dela”) e Ana Moura (“E Tu Gostavas de Mim”).

Prepara-se agora para lançar o segundo disco de originais, com o selo Warner Music Portugal, cujo single de estreia, “Balada Astral”, arrecadou o número notável de 25 mil visualizações nas primeiras 24 horas e toca já nas maiores rádios nacionais, tornando-se um grande sucesso logo no dia do seu lançamento.

 “Crónicas da Cidade Grande”, o álbum, sairá a 21 de Abril de 2014 e inclui participações de António Zambujo, Marcelo Camelo e Inês Viterbo.

Neste momento está já agendada uma grande digressão nacional de auditórios, festivais, festas académicas e concertos de Verão. Prevê-se também uma primeira digressão internacional para o final do ano. A 29 de Novembro apresenta ao vivo o seu novo disco “Crónicas da Cidade Grande”, no coliseu do PORTO.

Sites oficiais:

https://www.facebook.com/miguelaraujojorge
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