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Comprar Bilhetes para D.A.M.A
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
D.A.M.A., sigla para a expressão “Deixa-me Aclarar-te a Mente Amigo”, começou por ser um projecto de pop / rap, tendo vindo, progressivamente, a libertar-se de quaisquer restrições musicais, procurando sempre escrever músicas com que as pessoas se identifiquem, mas que, acima de tudo, transmitam uma mensagem muito positiva.
 
Sobem ao palco MEO do MEO MARES VIVAS a 14 de Julho, no primeiro dia do festival.

Os D.A.M.A são a grande revelação da música portuguesa nos últimos 2 anos. O disco de estreia “Por Uma Questão de Principio” foi disco de platina e mantém-se nos 3 primeiros lugares do Top de vendas por 48 semanas consecutivas. Em 2015 levam mais de 150 espetáculos com lotações esgotadas em auditórios, discotecas, semanas académicas, festas municipais, entre outros. os singles “Balada do Desajeitado”, “Às Vezes” e “Luísa” atingem os milhões de visualizações no canal de Youtube tornando a banda num fenómeno nacional. 

O novo disco “Dá-me um Segundo” com edição a 26 de Outubro de 2015 conta já com 2 singles de peso “Não Dá” e “Não faço Questão” com a participação especial do artista brasileiro Gabriel , O Pensador.
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Comprar Bilhetes para KELIS
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
Kelis, a cantora norte-americana, conhecida pelos seus hits “Bossy” e “Milkshake” é a mais recente confirmação do MEO Marés Vivas 2016.
A 14 de Julho, a vencedora do BRIT Award e duas vezes nomeada para o Grammy sobe ao palco do MEO Marés vives, onde irá apresentar o seu último álbum “Food.”

Criado com Dave Sitek dos TV On The Radio, o álbum "Food" envolveu um processo de gravação diferente. Gravado em casa de Dave Sitek com amigos e muita comida, o título do álbum e as canções "Jerk Ribs", "Friday Fish Fry" e "Cobbler" foram inspiradas pelo seu gosto de cozinhar. “Food” é mais do que uma simples paixão culinária de Kelis, é um álbum sobre seus os relacionamentos.

Kelis formou-se profissionalmente como chef na Le Cordon Bleu como saucier. Em 2015 lançou a sua própria linha de molhos, “Bounty & Full”. www.bountyandfull.com

A 14 Julho, Kelis junta-se a nós no palco enquanto nos prepararmos para dançar ao som dos seus maiores sucessos.


MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.iamkelis.com/
www.facebook.com/iamkelis/
www.instagram.com/sausageandboots
www.twitter.com/iamkelis
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Comprar Bilhetes para ELTON JOHN AND HIS BAND
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
ELTON JOHN AND HIS BAND é a primeira grande confirmação para o festival MEO VIVAS MARES 2016, é um dos artistas mais aclamados e bem-sucedidos de todos os tempos. Alcançou 37 discos de ouro e 27 discos de platina, já vendeu mais de 250 milhões de discos em todo o mundo, e detém o recorde do single mais vendido de todos os tempos. Ao longo de cinco décadas desde que a sua carreira começou em 1969, Elton já atuou em mais de 3500 concertos, em 80 países.

Sobe ao palco no dia 14 de Julho, da edição de 2016 do MEO MARES VIVAS que promete ser memorável e Elton John será a prova disso.
Sir Elton Hercules John, nascido em Reginald Kenneth Dwight, (Grande Londres, 25 de Março de 1947) é um dos mais importantes cantores, compositores e músicos do Reino Unido.

O seu nome artístico advém de dois membros da sua antiga banda - Bluesology - Elton Dean (saxofonista) e Long John Baldry (líder da banda). Nascido no subúrbio de Pinner, Middlesex, estudou na Pinner County Grammar School e ganhou uma bolsa escolar aos onze anos de idade para a Royal Academy of Music.

A carreira de Elton John atravessa a quarta década de um ininterrupto sucesso. Nos anos setenta, época que muitos consideram como sendo o auge de sua carreira (foi considerado o segundo artista mais importante dessa década, superado apenas por Paul McCartney), já era considerado como um dos maiores astros pop do planeta.

Ainda na adolescência, integrou o grupo de blues Bluesology. Em 1967 estabeleceu parceria com o letrista Bernie Taupin, com o qual lançou grande parte de sua obra musical, mantendo-se a parceira até aos dias de hoje.

Apesar de ter lançado o disco Empty Sky em 1969, que não trazia no seu repertório nenhum sucesso imediato , a grande viragem na sua carreira ocorreu com o lançamento do disco Elton John, de 1970, que o lançou como cantor de sucesso nos Estados Unidos e trouxe ao público um de seus maiores sucessos, a canção "Your Song".

De todos os seus discos de maior sucesso, destacam-se Goodbye Yellow Brick Road (1973) e Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy, este último de 1975. São também os discos mais bem colocados no ranking de melhores discos do século XX elaborado pela revista Rolling Stone.

Além de Bernie Taupin, outros letristas trabalharam com Elton, entre os quais Gary Osborne e Tim Rice. Enquanto a parceria com o primeiro está presente nos discos A Single Man, 21 at 33, The Fox, Jump Up! e Leather Jackets, o trabalho com o segundo, iniciada com a música Legal Boys, de 1982, resultou anos depois na soundtrack dos filmes O Rei Leão (1994), com a qual Elton ganhou o Óscar de melhor banda sonora, e O Caminho Para Eldorado (2001).

É o único artista que até hoje conseguiu alcançar seis lançamentos consecutivos no primeiro lugar da Billboard, sendo detentor do recorde de single com a maior venda da história, com a adaptação feita em 1997 da canção Candle in the Wind em homenagem à amiga pessoal, Princesa Diana, totalizando um total de quarenta milhões de cópias vendidas.

Elton John manteve-se em evidência na década de 1980, época em que lançou um álbum inédito por ano, levando ao público hits como I Guess That's Why They Call It The Blues, I'm Still Standing, Sacrifice, Nikita e diversos outros. Apesar de ter declarado a sua bissexualidade em 1976, em entrevista à revista Rolling Stone, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel em 1984, tendo a união se dissolvido em 1988. Em 2005 celebrou um contrato de parceria civil com David Furnish, com o qual vive desde meados da década de 1990.

Embora tenha diminuído o ritmo de lançamento de novos discos, Elton John permaneceu em destaque na década de 1990, lançando canções de sucesso como Can You Feel The Love Tonight, The One, Something About The Way You Look Tonight, Blessed. É considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais Billy Eliot e Lestat, que ficaram em cartaz na Broadway.

É filantropo: participou do Live Aid de 1985, ao lado de artistas como David Bowie, Sting, Phil Collins, entre outros, além de manter uma fundação para combate à SIDA, tida como a maior do mundo no género, criada em 1992. No mesmo ano, apresentou-se ao lado dos Guns N' Roses no Video Music Awards 92.

Elton sempre teve o sonho de ser dono da equipa de futebol, pela qual torcia, o Watford FC, tendo realizado esse projeto em 1976, quando então o clube figurava na série B da Liga Inglesa. Injetou recursos para contratações, levando a equipa até a primeira divisão. Vendeu-a em 1987. Também ajuda um clube de futebol da Austrália. É dono de um restaurante em Hollywood.

Em 1986, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica na garganta, em virtude de lhe ter sido diagnosticado pequenos nódulos nas suas cordas vocais, consequência da quantidade de marijuana que fumava nessa altura. Este facto veio a impor uma mudança profunda na sua voz, que se tornou mais grave e profunda, perdendo por completo o seu famoso falsete.

Em 1992, Elton cantou com o Queen a música "The Show Must Go On" no Freddie Mercury Tribute Concert. Cantou neste mesmo concerto em homenagem ao Freddie Mercury, a música Bohemian Rhapsody, junto com Axl Rose e os integrantes restantes do Queen.

Em 2007, Elton John comemorou o seu aniversário de 60 anos realizando o seu sexagésimo espectáculo no Madison Square Garden, em Nova Iorque. O discurso de abertura do espectáculo foi feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton.

A grande novidade para 2016 é também o regresso de Elton John aos estúdios para gravar aquele que será o seu 33º álbum – “WONDERFUL CRAZY NIGHT”, disponível em todo o mundo no dia 05 de Fevereiro de 2016. O álbum foi co-produzido por Elton e T-Bone Burnett .

Mais Informação: Visit http://www.eltonjohn.com/
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Comprar Bilhetes para FOY VANCE
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
Foy Vance, cantor e compositor irlandês, nasceu em Bangor County Down e desenvolveu a sua música viajando pela América durante a sua juventude, estando profundamente enraizado na história musical e estética do sul dos EUA. Quando Vance se estabeleceu na Irlanda em 2007, começou a trabalhar no seu álbum de estreia, “Hope”.

Vance, aclamado pela crítica, fãs e colegas, assinou recentemente com a editora de Ed Sheeran - Gingerbread Man Records - e foi convidado para participar em tours mundiais de vários artistas como Bonnie Raitt, Marcus Foster, Snow Patrol, Ed Sheeran e Sir Elton John, que também irá atuar no MEO Marés Vivas.

Vance encontra-se atualmente a gravar o seu álbum de estreia para a nova editora no lendário Blackbird Studios em Nashville, com o talentoso produtor Jacquire King que trabalhou com artistas como Tom Waits, Norah Jones, James Bay, Kings of Leon e Of Monsters and Men.

O cantor irá lançar o seu novo álbum na primavera de 2016, e irá apresenta-lo no MEO Marés Vivas a 14 de Julho.
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Comprar Bilhetes para PALCO SANTA CASA // MEO MARÉS VIVAS
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14, 15 E 16 DE JULHO // PALCO SANTA CASA APOIA A MÚSICA NACIONAL
A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo quinto ano ao Festival Meo Marés Vivas e apoia uma vez mais a cultura e a música nacional.

Para a SCML “a música é um meio privilegiado de ligação dos valores da marca a um target mais jovem (…) ” e na edição de 2016 do Meo Marés Vivas vai dar novamente nome a um palco do festival: PALCO SANTA CASA.
                                                               

No primeiro dia do festival, 14 de Julho, sobem ao palco Santa Casa os GLOCKENWISE.         

“Quando se pressiona o interruptor es­pera-se que uma série de processos mais ou menos mágicos determinem o resul­tado final: luz. Fazer play em Glockenwi­se costuma ter um efeito semelhante, imediato, eletricidade e urgência a atra­vessar fios invisíveis, fotões a colorir a sala cheia de gente disposta a aproveitar o berro da lâmpada que já ameaça fundir.

Faço um compasso de espera, a dois pas­sos da porta de “Heat”, o terceiro álbum dos quatro rapazes de Barcelos. Avanço, abro a porta que range, o interruptor não funciona. Ouve-se “Cardinal”: o porteiro antipático; um curto-circuito; não há voz; há fantasmas de outras músicas e de outro tempo; há suor e a luz espessa e intermitente de um candeeiro esquecido a um canto. Sigo para a canção – nunca esta palavra lhes assentou tão bem – que dá nome ao álbum e apesar da sala escura juraria ter visto o Morrisey a atirar flores à multidão ressuscitada do CB­GBou da Hacienda.

Em “Eyes” e “Time (Is a Drag)”, os Glockenwise desvendam definitivamente esse lugar ambivalente onde agora escolhem morar, por um lado escuro e romântico, por outro – mais do que nunca - sónico e incandescente. Incendeiam o conceito de “difficult third album” e deixam ver por entre as chamas que este é só o início (mais um).

A casa está cheia de fumo e convidados ilustres, sofisticados. Na última sala há , Buzzcocks, Stone Roses, Stooges, tritura­dos na engrenagem de uma máquina pop a que chamaram “Lasting Lies”. Há faíscas a beijar os cortinados, risco de catástrofe, isto não é para meninos. Precipito-me para o exterior e debaixo do alpendre a arder recordo a pergunta que me fizeram à entrada: “can’t you feel the heat that is coming your way?”. A resposta é, obvia­mente, sim.”

André Simão (Dear Telephone / La La La Ressonance)


Ainda no mesmo dia, o palco Santa Casa recebe KILIMANJARO.
 
Os Killimanjaro são gente nova com espí­rito antigo. O trio de Barcelos – composto actualmente por José Gomes, Joni Dores e Luís Masquete – iniciou actividade em 2011 e a desculpa para tocar uns riffs e experimentar acaba por se transformar numa missão em criar temas memorá­veis, onde o riff é o mestre e senhor, e tocar ao vivo como que a vida dos três magníficos dependesse disso.

No mesmo ano de 2011 editam o auto-in­titulado EP de estreia. Sete temas dão origem a sete viagens alimentadas por um stoner rock que sempre estimou os uivos de José Gomes.

Os concertos (dezenas) continuam a acontecer e navega-se em direcção a um longa-duração, o primeiro: Hook. Composto por oito temas num total de 36 minutos, Hook é a evolução de quem não quer esquecer as suas raízes. A diver­sidade faz com que cada tema em Hook tenha uma vida própria e não dependa dos outros para abalarem o mundo dos que não têm medo de se aventurar.

O stoner característico de Killimanjaro, muito influenciado pelos suecos Gra­veyard, alia-se a uma veia muito punk, aquela veia que teve presente nos Iron Maiden (com Paul Di’Anno) e os lendários The Obsessed, para largar a bomba que é Hook.

Gravado nos Estúdios Sá da Bandeira Hook é basicamente aqueles Killimanja­ro que conhecemos. A sonoridade crua, directa e os sempre excitantes uivos, constantes numa banda dirigida por riffs e acompanhada por uma secção rítmica onde o groove é imperativo. Hook é apenas o escalar de todos os níveis. Em 2014 os Killimanjaro são autores de uma sonoridade (rock ‘n’ roll) perigosa, tal como os Motörhead nos ensinaram.                   

 
No segundo dia do MEO MARÉS VIVAS, a 15 de Julho, o Palco Santa Casa dá as boas vindas a Jibóia, Plus Ultra e Derange.

JIBÓIA

Há muito a brincar com a ideia de cruzamentos, de culturas e inspirações, JIBÓIA nunca procurou disfarçar o lado mais diáspora de Lisboa que se respi­ra em cada acorde e cada progressão. “Masala”, no embalo índico de mistura de especiarias, eleva a técnica gastronómica numa viagem a quatro braços e a tantas outras vozes pelas cidades mais aroma­tizadas e tropicais do mundo, em que a dança cultural constraste com o negrume civilizacional. O novo álbum da serpente, adolador de divindades caídas, cruza sabores, influências, coordenadas geográ­ficas e até, em contraste, a orgânica da bateria de Ricardo Martins com toda a maquinaria processada por JIBÓIA.

A JIBÓIA trocou de pele, mas não largou as escamas: estão garridas, saturadas, mas muito mais negras e pesadas, e são elas que nos guiam pela viagem a cada ingrediente geográfico trazidos para a sua “Masala”. O álbum foi gravado nos Estúdios Sá da Bandeira com produção de Jonathan Saldanha (HHY & the Ma­cumbas, Fujako).


PLUS ULTRA

Quando uma guitarra e uma bateria entram em conflito, nem a existência de um terceiro elemento poderá resolver o caos sonicamente provocado. Parece vago, mas poucos adjectivos servirão para descrever uma banda de baralho assumidamente incompleto como Plus Ultra. Nas suas explosões cáusticas, o power trio assume-se na relação única entre o chavasco e o rock, numa sujeira limpinha-limpinha: com jogadores destes, é inevitável não se ter um alinhamento vencedor.

 
DERANGE

Formado em 2012, os Derange são constituídos por Cat Pereira (vocal), Nick Crosby (guitarra), Joe Macpherson (baixo) e Warren De Melo (bateria). Eles marcaram o inicio do seu trabalho com dois singles de grande sucesso 'Ego' e 'Unleash ".

Em 2013, Derange produziram o seu aclamado EP “Change”. Uma vez lançado, o EP apresentou a banda a um público muito mais amplo, conquistando assim a imprensa nacional.

Durante o último ano, a banda esteve a produzir o seu álbum de estreia 'The Awakening'. Produzido pelo lendário Russ Russell (Dimmu Borgir, Napalm Death, Sikth, Amorphis e Evile), 'The Awakening' é um caso glorioso de tech-de metal, agraciado pelo vocal de Cat Pereira.
 

A 16 de Julho o Palco Santa Casa recebe a DIANA MARTINEZ & THE CRIB

“Diana Martinez & The Crib” é a nova aposta da Primeira Linha. Diana Martinez é a vocalista e autora de todos os temas. Apesar de ser ainda muito jovem, revela já uma definitiva maturidade como artista, não tivesse começado a acompanhar o pai em espetáculos com apenas 6 anos, colaborando mais tarde com grandes músicos como os Expensive Soul, Pedro Abrunhosa, entre outros.

Na realidade, o seu sonho sempre foi que um dia as músicas que compunha na sua cabeça, onde tecia todas as linhas melódicas e harmónicas, fossem ouvidas. Com o apoio de João André, músico e produtor, encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib”, cuja sonoridade reflete as suas verdadeiras paixões: o R&B, o Soul e o Hip Hop.

Para a Diana não houve como escapar da música. Estava na barriga na mãe quando esta ainda cantava profissionalmente; segundo o pai, mal começou a articular as primeiras palavras já se via que ia ser cantora. Ele é músico também, foi o seu primeiro e grande professor.2015 traz o lançamento do single de estreia de “Diana Martinez & The Crib”, That’s Just How We Do It, que é acolhido de forma notável pelas rádios e Youtube. O público teve boas oportunidades de conhecer melhor este novo projeto, inclusive num set explosivo no festival Meo Marés Vivas e na abertura para Natiruts e Marcelo D2, no Porto e no Casino da Figueira, respetivamente.

Em seguida, Diana e João André voltam ao estúdio e preparam o álbum de estreia. Surgem algumas colaborações com Orelha Negra, The Black Mamba e We Trust. Com estes últimos, apresenta-se na remix de We Are The Ones.

No início de 2016, o segundo single Reverie conta novamente com um apoio tremendo no Youtube e redes sociais. Com lançamento previsto para este ano, o disco de estreia de “Diana Martinez & The Crib” será acompanhado de vários concertos de apresentação em locais como Casa da Música, Salão Brazil e C.C. Olga Cadaval.

Outros dos artistas que vai subir ao palco Santa Casa no último dia do festival é o TATANKA.

Dono de um carisma e de uma voz inconfundíveis, Tatanka tornou-se conhecido como o vocalista de uma das mais promissoras bandas portuguesas da atualidade – The Black Mamba – e colaborando também com outros artistas, como por exemplo Richie Campbell. Inicia agora a sua carreira a solo, apresentando temas originais em português, num registo distinto do das bandas de que faz parte.

 

PALCO SANTA CASA COM A MÚSICA PORTUGUESA

Preço e Locais de Venda dos Bilhetes:

Bilhete Diário: 35.00 eur

Passe 3 dias: 60.00 eur

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.
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Comprar Bilhetes para PALCO CAIXA NO MEO MARÉS VIVAS
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14, 15 E 16 DE JULHO // PALCO CAIXA

O Palco Caixa, palco da Caixa Geral de Depósitos, banco oficial do MEO Marés Vivas, está de regresso ao Cabedelo com um cartaz incrível que promete, pelo segundo ano consecutivo, deixar o público a rir. César Mourão, António Raminhos ou Eduardo Madeira, são alguns dos nomes que irão subir ao Palco Caixa no MEO Marés Vivas a 14, 15 e 16 de Julho.

E no primeiro dia do festival MEO Marés Vivas, sobe ao Palco Caixa EDUARDO MADEIRA, humorista, actor e argumentista, nasceu em Bissau em 1972. Pioneiro da Stand Up Comedy, começou a carreira como argumentista nas Produções Fictícias. Fez teatro e participou em projectos como "Os Contemporâneos" (RTP), "Clube de Comédia" (UAU), "O Paradoxo da Tangência” (CanalQ) e do multi-premiado "Estado de Graça" (RTP), actor e autor de "Anticrise" (RTP), nomeado, em 2012, para melhor Programa (TV7Dias). O humorista foi também nomeado na categoria de Melhor Actor/Humorista. Em 2014, estreia a peça “Tiro e Queda” e desde 2015 está na RTP com “Donos Disto Tudo”.

No mesmo dia e não menos importante é a vez de RUI XARÁ, nasceu em Braga. Estreou-se nos palcos como comediante com 5 anos de idade, participando na festa de natal do colégio de freiras que frequentava, com uma anedota sobre freiras. Depois das normais vicissitudes de estudante até ao 12º ano em Braga, teve uma curta mas marcante experiência na academia da força aérea, da qual desistiu para ingressar na conceituada Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde cursou Química. Fez algumas das cadeiras do curso e todas as cadeiras do Piolho, afamado café académico que juntamente com as praxes e os saraus da faculdade, lhe serviram de tubo de ensaio e até de catapulta para a vida que veio a abraçar. Em Novembro de 1998 trabalhava no Púcaros bar, em Miragaia, quando teve a ideia de dar início a uma noite de humor livre ao estilo das famosas improve nigths americanas. Em 5 de Fevereiro de 99 começavam as inesquecíveis Noites de Anedotas do Púcaros, na altura fazendo dupla com o João Paulo Rodrigues (Quim Roscas), que assim se estreou nestas lides, assumindo ambos um protagonismo nas noites que não era intencional mas acabou por se revelar imprescindível. Ao longo de quase 7 anos foram vários os actuais comediantes que por lá passaram com participações bem-sucedidas, como Paulo Baldaia, Pedro Neves, Hugo Sousa, Carlos Moura, Fernando Rocha, Estacionâncio e muitos outros que participaram mas não seguiram carreira... Estava aberta a caixa de Pandora do humor em Portugal e não tardaram a surgir outras noites de humor; primeiro pela cidade, depois por todo o país e mais tarde nas televisões com natural destaque para o Levanta-te e Rí. Organizou no dia 30 de Janeiro de 2016 o primeiro grande ROAST público em Portugal, a propósito da celebração dos seus 17 anos de carreira, tendo esgotado o Teatro Sá da Bandeira num evento onde estiveram 17 colegas do Humor em palco, a "acarinhá-lo" durante mais de 3 horas, entre os quais Rui Sinel de Cordes, João Seabra, Luís Franco-Bastos, Fernando Rocha e Rui Zink, numa noite considerada por todos como "Épica!" Adora a causa do Humor pelo Humor."

E a noite do dia 14 de Julho não termina aqui, também ZÉ PEDRO sobe ao Palco Caixa: Nascido num dia quente de Verão, foi sendo criado ao longo das outras estações do ano de forma cíclica. Pensa-se que o seu carácter tenha sido moldado por séries de TV humorísticas de riso enlatado e filmes de 3ª categoria norte americanos com a seguinte receita: (herói renegado + conhece loura de proeminências peitorais exacerbadas + vilão básico + exame de consciência ao som de uma power ballad lamechas + atitude altruísta para com alguém coitadinho + herói renegado continua renegado mas com a loura e honra limpa devido a atitude altruísta). Ponto de viragem quando entra no jardim-escola e se apercebe que a vida não é nada como na TV. Tenta criar à sua volta um mundo tipo sitcom usando um tique que permite a quem interage com ele saber que está a pensar em algo com piada. Desconfia-se que para além dele, mais ninguém se tenha apercebido disso. Entra para o mundo do espectáculo porque "tinha bilhete"...

O JOÃO FREITAS também tem direito a fazer rir - Iniciou-se na comédia em 2012, com o sonho de ficar rico, famoso e arranjar uma namorada. 4 anos passaram-se e neste momento tem mais de 30 anos, vive em casa dos pais e não tem namorada. Mas o ano de 2016 parece ser o ano da mudança. Finalmente foi convidado para atuar num grande festival; os seus pais estão a ficar bem velhos e já está a pensar mandá-los para um lar, por isso vai ficar com a casa só para ele; e desde a última Páscoa que anda a trocar "nudes" com uma prima que vive em Chaves.

Dia 15 de Julho o Palco Caixa recebe o aclamado ANTÓNIO RAMINHOS - Nasceu no ano de Cristo de 1980, curiosamente, exactamente 38 anos e 152 dias depois de Eusébio e cinco anos e 142 dias antes de Cristiano Ronaldo. Não era o filho preferido de seus pais. A mãe queria uma menina, o pai um Mercedes 200 D, mas devido às ancas estreitas da mulher contentou-se com um rapaz. António Raminhos sempre foi um miúdo pacato. Desde cedo que mostrou a sua queda para pensamentos idiotas e associações mentais ridículas, que lhe valeram o apelido de “o estúpido lá de casa”. Cara bem conhecida do programa “5 para a meia-noite” e um dos humoristas mais acarinhados pelo público português. A sua participação no programa da TVI “ Dança com as Estrelas “ valeu-lhe o título adicional de “ O mais esforçado pior bailarino de sempre“.

E no mesmo dia o mítico JEAN CARREIRA - Mickael Carreira, David Carreira, Sara Carreira. Os rostos famosos, mais que visíveis, de uma descendência de sucesso; a prole de Tony Carreira, seguindo os passos do pai. Mas de um artista de tão elevado calibre, não se esperaria menos do que “um amor em cada porto”. Um desses amores deu fruto, um fruto enjeitado, recheado no entanto de talento e uma enorme vontade de ser reconhecido pelo pai. O seu nome? Jean Carreira. Toda a gente ambiciona fama, fortuna e poder. Jean só quer ser reconhecido pelo pai, levado numa onda interminável de amor familiar (permitido pela lei). Este espectáculo mostra essa busca e o destino de Jean, o filho perdido.

E o Palco Caixa não para de nos surpreender, CARLOS LIMA é o nome que se segue no dia 15 de Julho - Fruto de uma infância que nunca acabou e de um espírito adulto que teima em não adotar, Carlos Lima destaca-se como um comediante desconcertante. Dono de uma perspectiva que só é possível a quem se mostra capaz de a apresentar, destaca-se por uma neutralidade e por uma tendência para o normal que fazem dele um comediante a não perder de vista. Com uma capacidade fora do comum para mudar borrachas de torneiras e trocar tomadas com a eletricidade ligada, contagia todos com a sua incrível boa disposição e forte tendência para o non-sense!

E por fim PEDRO FERREIRA, 24 anos, estudante universitário no (e do) Porto, começou o seu percurso humorístico no final de 2012, ao relatar por escrito um acidente no qual a sua mãe partiu uma perna. Em 2013 arranjou uma cunha para ir atuar num bar. Em 2016, chega ao Marés Vivas depois de ter atuado em diversos bares e Comedy Clubs no Porto e arredores, apesar de escrever os seus melhores textos humorísticos em exames e frequências. Espera através do Marés Vivas arranjar mais contatos. Já a sua mãe, ainda se encontra a fazer Fisioterapia numa clínica em Matosinhos. P.S.: Alguém lhe arranja boleia dia 15 de Julho?

Palco Caixa, dia 16 de Julho – FRANCISCO MENEZES presença assídua no programa ‘Praça’ (RTP1), traz o seu humor para a estrada. Disparates, imitações, música, tudo faz sentido, quando se fala de Portugal e dos Portugueses. Sozinho em palco, Francisco Menezes faz humor acerca de Portugal e dos Portugueses. Actualidades, figuras públicas, hábitos e maneirismos dos Portugueses, a música Portuguesa, a comunicação social (etc., etc.) são vistos por um ponto de vista cómico. Tudo isto é ilustrado com vários momentos musicais, interpretações de temas imortais dos artistas mais conhecidos, músicas tradicionais Portuguesas, hits internacionais que fazem parte de um imaginário colectivo, apropriados pelo humorista.

O Palco Caixa tem espaço ainda para receber CARLOS MOURA, depois de um pézinho no curso de Relações Públicas e outro no curso de Gestão de Marketing, acabou por meter mãos ao trabalho e perder-se naquilo que mais gosta: comunicar. Fez rádio durante dez anos e, entre outras coisas obscuras, foi designer gráfico e fotógrafo freelancer. Em 2003 começou a sua carreira como comediante. Formou o elenco central de toda a série do “Levanta-te e Ri”, além de participações em inúmeros programas. Apresentou na SIC os programas “Boca a Boca”, “Às 2 por 3 – Verão Quente” e “Ligou, Ganhou”. Foi director de conteúdos de programas como “5 para a Meia-Noite”, “Sexta à Noite” de José Carlos Malato, “A Canção da Minha Vida” e outros, guionista para vários programas televisivos e coordenador de emissão em vários especiais da SIC, TVI e RTP. Também criou, apresentou e realizou o programa “Vox - Em busca da Comédia”, no +TVI e já fez mais de 1000 espectáculos de comédia pelo país e ilhas, em teatros, auditórios, cafés-concerto, bares e meia dúzia de pardieiros difíceis de catalogar.

E para terminar, o Palco Caixa recebe ainda JOCA e LUIS GOMES: Joca inicia-se na comédia em 2008. Depois de várias pequenas participações em espectáculos de outros comediantes, inicia o seu trabalho a solo em 2009 em alguns bares da zona do Grande Porto. O seu carisma e forte presença, encontra uso noutras áreas, onde se destacam a apresentação de eventos, as palestras motivacionais e os workshops de falar em público. Entre outros, foi presença assídua no programa de stand up comedy “É Sempre A(b)Rir!” do canal de televisão MVM e foi argumentista/realizador/produtor e actor de sketches humorísticos para o programa “À Conversa com Ricardo Couto” no Porto Canal. Sejam grandes ou pequenos os palcos, é pela velocidade de resposta e tendência para o inusitado que Joca se afirma como humorista marcante e ao qual é difícil ficar indiferente.
Luis Gomes, lançou-se nas lides do stand up comedy em meados de 2013, tendo desde então partilhado palco com muitos dos grandes nomes da comédia nacional. Comunicador nato, acredita que o humor lhe vai trazer algo que de outra forma não teria: uma carreira. Não está a ficar calvo. Escolhe mal o penteado. “É estilo”, segundo o próprio.
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Comprar Bilhetes para LOST FREQUENCIES
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
Um dos mais aclamados sucessos mundiais – LOST FREQUENCIES entra também em palco – o DJ e produtor belga Felix de Laet é o nome por detrás de tanto talento.
Em 2014 tornou-se mundialmente conhecido pelo vasto talento, no remix que fez para a música “Are You With Me”, do Easton Corbin. A música surgiu no álbum de Corbin em 2012 – “All Over The Road” – Lost Frequencies faz o remix deste single, lançando-o a 27 de Outubro de 2014.
Liderou os tops belgas durante seis semanas consecutivas e alcançou o segundo lugar no Wallon Chart. Em 2015 o single chega ao top de vários países como Austrália, Alemanha, Irlanda, Suiça e Reino Unido – noutros países como Finlândia, França, Noruega ou suécia mantem-se sempre no Top 10.
Recebido por toda a europa de braços abertos, encanta com o seu estilo musical melódico, etéreo e inspirador. “Are You With Me” conquistou 4 platinas na Suécia e 2 platinas na Suíça, confirmando assim o enorme talento deste jovem produtor.
Com um estilo único – diversificando vários géneros: amor pelo hip-hop, Drum and Bass, Pop e Jazz entre outros – incorporando ideias de cada um destes géneros. Recentemente tocou em espaços mundialmente conhecidos, incluindo a AMNESIA IBIZA e TOMORROWLAND.
No dia 15 de Julho – o palco mundialmente conhecido é outro, é o MEO MARES VIVAS.

Mais Informações:
www.twitter.com/Lfrequencies| www.facebook.com/LostFrequenciesMusic| www.soundcloud.com/lo-freq-1

O preço dos bilhetes para a edição de 2016:
- Bilhete Diário: 35.00 eur | 30.00 eur em pré venda até dia 31 Dez 2015 
- Passe Geral: 60.00 eur | 55.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015
- Passe Geral VIP: 150.00 eur | 125.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015 

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, Masqueticket
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Comprar Bilhetes para DENGAZ
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O que é nacional é bom e por essa mesma razão DENGAZ sobe ao palco do MEO MARES VIVAS – o rapper português acabou de lançar o seu 2o album de originais “Para Sempre” que contou com a produção do português Twins. 

 Músicas como “Dizer que não” e “Nada errado” com Antonio Zambujo já se ouvem um pouco por todas rádios bem como o hit de verão com o brasileiro Marcelo D2, “Tamos juntos”.

Conhecido pela sua energia inesgotável em palco, Dengaz, o rapper mais rockeiro de Portugal, marca assim presença no MEO Marés Vivas.
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Comprar Bilhetes para KODALINE
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O famoso quarteto irlandês, composto por Steve Garrigan (voz, guitarra, teclados, bandolim e harmónica), Mark Prendergast (guitarra, voz secundária e teclados), Vinny May (bateria e percussão) e Jason Bolard (baixo e voz secundária), vão atuar no dia 15 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

Acabados de lançar o seu segundo álbum - “Coming Up For Air” é o mais recente trabalho da banda Irlandesa, reconhecidos pelo incrível sucesso do seu álbum de lançamento “In a Perfect World”, que entrou directamente para o primeiro lugar do Top Irlandês e para o terceiro do Top Britânico.

Receberam o convite para viajarem até LA e juntar-se ao conhecido produtor Jacknife Lee e desta experiência não esperavam a abordagem completamente nova que receberam, o carinho pelos sintetizadores e o single do segundo álbum, já escrito – Jacknife foi o responsável pela saída da banda da sua zona de conforto.

Mas aquilo que realmente caracteriza os KODALINE é o poder emocional que transmitem nas suas músicas e a relação com os fãs, fazem deles uma banda de sucesso. No dia 15 de Julho o MEO MARÉS VIVAS vai viver uma noite especial ao som de Kodaline. Imperdível.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.kodaline.com/home
https://www.facebook.com/Kodaline/
https://soundcloud.com/kodaline
https://twitter.com/kodaline
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Comprar Bilhetes para JAMES BAY
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
JAMES BAY, o singer-songwriter britânico que tem inundado as rádios de todo o mundo, é a mais recente confirmação do MEO MARES VIVAS 2016.

A 15 de Julho, o 2º dia da edição de 2016 do MEO MARÉS VIVAS promete ser memorável e James Bay será a prova disso. Vencedor em 2015 do BRIT Awards Critic´s Choice atua no palco MEO, onde nos irá o seu álbum de estreia – “Chaos and the Calm”.

É considerado uma das grandes promessas musicais, esgotando inúmeros concertos e digressões em nome próprio. Ao conquistar no ano passado o Critics Choice BRIT Award 2015, passou a fazer parte de uma lista de vencedores ao lado de nomes como Adele, Ellie Goulding e Sam Smith.

Este ano vai actuar em quatro espectáculos completamente esgotados no lendário Hammersmith´s Eventim Apollo, mais uma paragem pelo Coachella onde irá actuar no mesmo dia de Guns n´Roses e logo depois fará as suas primeiras viagens para a Ásia.
James Bay é um talento moderno singular, proveniente de uma cidade pequena nos arredores de Londres – o seu álbum é um reconhecimento da odisseia que o levou para fora da sua cidade para perseguir os seus sonhos. Desde cedo inspirado por Rolling Stones, Joe Cocker, Bruce Springsteen, Eric Clapton entre outros, James Bay será uma das promessas do ano 2016 e trará ao MEO MARES VIVAS um grande espectáculo.

James Bay lidera este ano as nomeações para os BRIT AWARDS, os mais importantes prémios entregues pela indústria discográfica britânica. Está nomeado para Melhor Artista Britânico, álbum Britânico do Ano, Artista Revelação Britânico e Melhor Single Britânico com “Hold Back The River”.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.jamesbay.com/
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Comprar Bilhetes para RUI VELOSO
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Considerado um dos maiores músicos nacionais Rui Veloso dispensa apresentações e vai estar no palco do Festival MEO MARÉS VIVAS no dia 16 de Julho para um concerto bem português.

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma subida ao palco do MEO MARES VIVAS muito especial, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti”.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz.
Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

Dono de um acervo de clássicos que nos impressionam e que fazem inveja a muitos artistas pela originalidade e por influenciar gerações inteiras, pais e filhos, canções que fazem parte da nossa vida, da nossa história.

Anos de muitos sucessos e distinções públicas, concertos, convites, produções, participações, prémios e muito mérito caracterizam o percurso artístico de Rui Veloso.

De volta ao Porto irá agora no dia 16 de Julho subir ao palco MEO do Festival MEO MARÉS VIVAS para um concerto mágico e arrepiante, onde podemos trocar os “Vês pelos Bês” sem que isso nos importe. 

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.ruiveloso.com.pt/
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Comprar Bilhetes para JAMES
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
James, a icónica banda de Manchester formada em 1982 e composta por Tim Booth (voz), Jim Glennie (baixo), Saul Davies (guitarra e violino), Mark Hunter (teclado), David Baynton-Power (bateria) e Andy Diagram (trompete), atua a 16 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

A criatividade duradoura e o legado musical, tornou James uma das bandas indie britânicas mais influentes. Com 30 anos de carreira e 13 álbuns de estúdio que venderam 13 milhões de álbuns no mundo inteiro, os seus maiores hits incluem ‘Sit Down’, ‘She's A Star’, ‘Laid’ E ‘Getting Away With It (All Messed Up)’.
O 14º álbum, “'Girl At The End Of The World” será lançado a 18 de Março de 2016 e conta com uma breve aparição do seu ex-mentor Brian Eno.

Globalmente conhecidos pelas suas incríveis atuações ao vivo, a banda tem sido a atração principal e atuado nos maiores festivais em todo o mundo, como o festival Glastonbury, Lollapalooza, Rock In Rio, Coachella, Hard Rock Calling, Isle of Wight, Latitude, V Festival V, T in the Park, entre muitos outros, a 16 de Julho é a vez se subirem ao Palco MEO.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
www.wearejames.com
www.facebook.com/jamesisnotaperson
www.twitter.com/wearejames
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Comprar Bilhetes para TOM ODELL
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
O cantor e compositor britânico Tom Odell, sobe ao palco MEO no dia 16 de Julho – considerado uma das maiores revelações musicais europeias.

A sua sonoridade à base de pianos cheios de soul, é influenciado por artistas como Elton John, David Bowie, Cat Power e Leonard Cohen.

Em 2012 Tom Odell lançou o EP “Songs From Another Love” e recebeu o Brit Critic´s Choice Award.


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Comprar Bilhetes para BETH ORTON
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 16 JULHO//  PALCO MEO
Beth Orton, a cantora e compositora inglesa, vencedora de um BRIT Award sobe ao Palco MEO dia 16 de Julho.

Depois de se ter mudado para a Califórnia há alguns anos atrás, Beth começou a experimentar uma série de loops eletrónicos que acabaria por se tornar no álbum que a definiu enquanto artista. Um álbum inspirado tanto pela natureza de Los Angeles como pelo espírito das primeiras gravações de Beth.

Beth Orton tem sido uma das vozes mais originais e cativantes da música nas duas últimas décadas, estando atualmente a trabalhar no seu próximo álbum “Kidsticks”. Co-produzido por Beth e Andrew Hung (Fuck Buttons), “Kidsticks” reformula a inconfundível voz de Beth em dez canções puras, audaciosas, lúdicas e cinéticas. O álbum representa uma rara oportunidade de ouvir uma artista estabelecida a reformular o seu processo de composição de mente aberta. “Kidsticks” assume um olhar perante o passado de Beth, enquanto encara com confiança um futuro brilhante.

O lançamento está previsto para a primavera de 2016

Mais informações da artista:
http://www.bethortonofficial.com/
https://www.facebook.com/BethOrtonOfficial/
https://www.youtube.com/user/antirecords
http://bethortonofficial.tumblr.com/
https://www.instagram.com/bethorton/
https://twitter.com/beth_orton
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Comprar Bilhetes para VOA 2016
5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
2016 marca o início de uma nova vida para o Vagos Open Air, com uma mudança para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade.

Surgido no ano de 2009, ao longo de sete edições o festival VAGOS OPEN AIR assentou arraiais na região de Vagos e, de forma inteligente, tratou de afirmar-se como o maior evento dedicado à música pesada em Portugal. Sete anos depois, a organização opera uma mudança estratégica de localização para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade, que mantém intacta a vontade de construir cartazes em que a qualidade importa mais que a quantidade. Agora sob o nome VOA e num novo local, ainda mais acessível e com maior oferta de serviços básicos que permitirá um crescimento sustentado em anos vindouros, o evento irá realizar-se na Quinta da Marialva, em Corroios, um local já com fortes ligações à música pesada, nos dias 5 e 6 de Agosto de 2016.

Mantendo a fasquia da qualidade bastante alta como é, de resto, seu apanágio, a organização aproveita também para anunciar que os primeiros nomes confirmados para o VOA 2016 são os suecos OPETH, os ingleses ANATHEMA e os suecos KATATONIA, três nomes de luxo e razões mais que suficientes para ansiarmos todos ainda mais pelo calor que se faz sentir habitualmente no primeiro fim-de-semana de Agosto.

Mikael Åkerfeldt e os seus OPETH passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis. Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que “deuses do metal” como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje. Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade. Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como «Orchid», «Morningrise» ou «My Arms, Your Hearse», essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de «Still Life» e «Black Waterpark» que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries», «Watershed», «Heritage» e «Pale Communion» – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.

Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os ANATHEMA completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema. Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. «Crestfallen», «Serenades», «Pentecost III» e «The Silent Enigma» estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada. Desde «Eternity», em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – «Alternative 4», «Judgement», «A Fine Day To Exit», «A Natural Disaster», «We're Here Because We're Here», «Weather Systems» e «Distant Satellites». Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

Os KATATONIA cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90. Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música. Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. «Teargas», «Criminals», «Ghost Of The Sun», «I Am Nothing», «Deadhouse», «Evidence», «I Break», «For My Demons» – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo. Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo «Dead End Kings», que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

Os bilhetes custam 50 euros (passe dois dias) e 35,00 euros (bilhete diário), à venda nos locais habituais. Fã Pack passe + t-shirt oficial do festival à venda a partir de 20 de Janeiro.

Pontos de venda de Bilhetes:
Portugal: Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt), CTT (www.ctt.pt).
Espanha: Ticketmaster (www.ticketmaster.es), Masqueticket (www.masqueticket.com).

Links Uteis: 
Website: www.voa.rocks
Facebook: www.facebook.com/voafest
Twitter: www.twitter.com/voafest

VOA 2016


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Comprar Bilhetes para Anthrax, Kreator, Mantar e Dark Oath
5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Anthrax, Kreator, Mantar e Dark Oath juntam-se agora aos Opeth, Anathema e Katatonia no cartaz do VOA 2016, que se realiza pela primeira vez na Quinta da Marialva, em Corroios, nos dias 5 e 6 de Agosto.

É com imenso orgulho que, na sequência na confirmação da presença do triunvirato composto pelos OPETH, ANATHEMA e KATATONIA, a organização do VOA 2016 anuncia a adição dos norte-americanos ANTHRAX ao cartaz do evento.

Parte integrante dos lendários big four do thrash, a par dos Metallica, Slayer e Megadeth, durante os anos 80 o grupo nova-iorquino foi um dos principais responsáveis pelo surgimento e propagação do género. Combinando a velocidade e fúria do hardcore com as guitarras e vozes proeminentes da N.W.O.B.H.M., a banda liderada pelos inseparáveis Scott Ian e Charlie Benante ajudou a criar todo um novo subgénero do heavy metal e, três décadas depois, continua a dar cartas com uma vitalidade impressionante. Neste Verão, mais de vinte anos depois de ter protagonizado uma incendiária atuação no Dramático de Cascais, o quinteto norte-americano vai assinar finalmente um muito aguardado regresso ao nosso país e, para o efeito, traz na bagagem a novidade «For All Kings». Além dos famosos thrashers de Yonkers vão também subir ao palco instalado na Quinta da Marialva, em Corroios, os germânicos KREATOR, porta-estandartes do género em território europeu há mais de duas décadas, os seus conterrâneos MANTAR – que assinaram um dos álbuns mais aplaudidos de 2014 com «Death By Burning» – e os DARK OATH, jovem banda nacional que promete dar que falar com a estreia «When Fire Engulfs The Earth». Recorde-se, o VOA 2016 acontece nos dias 5 e 6 de Agosto.

É muito raro que um grupo de músicos tenha uma segunda oportunidade durante a sua carreira e, no caso em questão, já se contam três; mas lá está, os ANTHRAX não são uma banda qualquer. Criado em Yonkers, Nova Iorque, no ano de 1981, o grupo acabaria por vender mais de dez milhões de discos em todo o mundo e, pelo caminho, transformou-se numa das mais inventivas e entusiasmantes respostas norte-americanas à efervescente New Wave of British Heavy Metal, que começava então a fazer chegar os seus tentáculos para lá do Atlântico.

Três décadas depois, passaram por duas fases distintas e estão a viver uma terceira vida, mas esse nem sequer é o maior feito que podem reclamar. Isto porque, além de teimosos e perseverantes, são também a banda que emprestou a sala de ensaios para os Metallica dormirem quando estavam a gravar o «Kill 'Em All», percursores do crossover, heróis incontestados para uma enorme legião de geeks de B.D. por terem imortalizado Judge Dredd com o tema «I Am The Law» em 1987 e pioneiros da fusão entre metal e hip-hop com uma versão de «Bring The Noise», a meias com os Public Enemy, lançada em 1991.

Tudo isto são, no entanto, curiosidades quando chega o momento de fazer o balanço de uma carreira pautada por uma determinação incrivelmente corajosa face a quaisquer probabilidades menos promissoras. Depois do arranque a meio gás com a estreia «Fistful Of Metal», foi «Spreading The Disease», de 1985, que os estabeleceu em todo o mundo como um nome a ter em conta. A primeira tour europeia aconteceria dois anos depois e «Among The Living», o terceiro longa-duração, entrou de rompante no top de vendas britânico, elevando-os de imediato a um status só comparável ao dos Metallica, Slayer e Megadeth. Já depois de «State Of Euphoria» e «Persistence Of Time», o grupo dá então início a uma nova fase, com John Bush a ocupar o lugar de Joey Belladonna na voz. Esta aventura deu origem a vários discos emblemáticos – como são o caso de «Sound Of White Noise» e «We've Come For You All» – e durou de 1992 a 2005, altura em que Ian e Benante decidiram voltar a recrutar Belladonna para um regresso em grande ao thrash de outrora. «For All Kings», o novo álbum da banda, tem data de edição agendada para o próximo dia 26 de Fevereiro e sucede ao muito aplaudido «Worship Music», de 2011, provando uma vez mais que os ANTHRAX são ainda tão relevantes como quando surgiram em cena.

Por esta altura, Mille Petrozza e os seus KREATOR são muitíssimo bem conhecidos do público nacional, tendo construído uma relação sólida e bastante próxima dos portugueses desde que, nos idos de 1993, se estrearam por cá num marcante concerto no Armazém 22, em Lisboa.

Quando chegou ao nosso país pela primeira vez, o quarteto – que fica hoje completo com Ventor na bateria, Christian Giesler no baixo e Sami Yli-Sirniö na segunda guitarra – já era uma figura de proa do speed/thrash germânico, parte de um triunvirato demolidor que incluía também Destruction e Sodom. Hoje são, indiscutivelmente, uma das bandas europeias mais influentes e bem-sucedidas de sempre no campeonato do peso, sendo que são também, de longe, uma das mais duradouras. A par dos conterrâneos anteriormente mencionados, os músicos oriundos de Essen pegaram no som inovador dos Metallica, juntaram-se umas pitadas do proto-black metal incendiário dos Venom, a atitude sem rodeios dos Motörhead e a perspetiva niilista que os Black Sabbath popularizaram e criaram uma descarga sem precedentes, que influenciou de forma mais que óbvia as gerações seguintes e deixou uma marca no movimento que dura até hoje. Da segunda parte dos anos 80 para a frente, Petrozza e companhia afirmaram-se como uma força a ter em conta no panorama metaleiro e, à custa de álbuns incontornáveis como «Endless Pain», «Pleasure To Kill», «Terrible Certainty», «Extreme Agression» e «Coma Of Souls», garantiram para sempre um lugar no panteão da tendência. Desde então têm vindo a solidificar de forma consistente a sua posição como um dos nomes seminais da música extrema e, apesar de uma fase mais inconstante durante a década de 90, conseguiram reinventar-se à luz do novo milénio. Agora já na sua terceira década de atividade, os KREATOR continuam a arrastar multidões sedentas de thrash por todo o mundo e a fazer digressões com mais frequência do que muitas bandas cujos elementos têm metade da sua idade... Não será fácil encontrar uma maior prova da resiliência que sempre os caracterizou.

Desde a sua criação em 2013 e do lançamento de seu primeiro álbum em 2014, os MANTAR têm vindo a afirmar-se como uma das mais talentosas e esforçadas bandas da nova geração da música extrema. Não tocava junta há sequer um ano, mas a dupla formada por Hanno e Eric, uma metade alemã e a outra turca, achou que, no seguimento de um EP, seria uma boa ideia entrar em estúdio para registar o punhado de temas que tinha escrito entretanto. A 7 de Fevereiro de 2014, percebe-se por fim o que os movia. «Death By Burning», editado pela reputada Svart Records, revelou-se quase de imediato uma baforada de ar fétido numa latrina onde há muito o ar se tinha tornado irrespirável. Derretendo num enorme caldeirão os elementos mais impactantes e sinistros do black metal, do doom e do punk, os dois músicos assinaram um manifesto de fúria primitiva não filtrada – ou, se preferirem, em estado puro. Dois músicos que soam mais pesados e poderosos que a maioria dos quartetos e quintetos que possamos conhecer, mesmo sem terem baixista na formação. Apenas bateria, guitarra e voz, afinados para a destruição. Híbrido de metal, hardcore e rock'n'roll, capaz de apelar a fãs dos Motörhead, dos Melvins ou até dos Darkthrone. São uma banda num milhão; uma exceção à regra numa cena cada vez mais formatada; músicos que não têm receio de pisar os calos dos puristas e que revelam uma força sónica avassaladora, capaz de abanar as estruturas de um prédio de pequenas dimensões.

Apoiada em atuações extremamente intensas, no vértice do espancamento old school e da modernidade que lhes corre no ADN, a dupla passou os dois últimos anos a suar as estopinhas pelo mundo fora, com digressões constantes deste e do outro lado do Atlântico, incluindo diversas passagens demolidoras por Portugal em espaços fechados. O upgrade ao palco do VOA é natural, mais um fruto do crescimento que vai dar novos frutos no mês de Abril, com a edição de «Ode To The Flame» através da gigantesca Nuclear Blast.

Com bandas como Amon Amarth, Ensiferum, Fleshgod Apocalypse e Septic Flesh entre as principais fontes de inspiração, não é difícil antever que os portugueses DARK OATH fazem música bem pesada, mas também épica, pautada por um sentimento vitorioso remanescente de outra época. De formação relativamente recente, o projeto deu os primeiros passos há seis anos quando, no Verão de 2009, os guitarristas José Bértolo e Joël Martins se juntaram pela primeira vez, dando início a uma colaboração artística que lhes permitiu começar por idealizar um conceito e, depois, dar início à sua afirmação como novo valor a ter em conta no panorama. Depois de um período inicial de composição que durou alguns meses, a dupla atira-se então à busca por outros músicos para completarem uma formação capaz de atuar ao vivo. É com Pedro Galvão sentado atrás do kit de bateria, Danilo Dias no baixo e, na voz, Carlos Pereira que se estreiam em palco em Fevereiro de 2010, numa altura em que ainda nem sequer tinham comemorado doze meses de existência. Pouco tempo depois Danilo abandona o coletivo, sendo substituído por Emerson Nunes ainda antes das gravações do EP de estreia «Under a Blackened Sky», que teve edição auto-financiada em Novembro do mesmo ano. Ainda a debaterem-se com mudanças, a banda troca de vocalista, recrutando Sara Leitão para as gravações do segundo EP, intitulado «Journey Back Home», que foi disponibilizado ao público em 2012. Já após a saída de Emerson e da entrada de Afonso Aguiar para a posição de baixista, o grupo consolida finalmente uma formação sólida, passando os próximos três anos a moldar a estreia no formato longa-duração. Agora, 2016 promete ser um ano de expansão para a banda de Coimbra, com a recente assinatura de um contrato com o selo italiano WormHoleDeath Records com vista à edição de «When Fire Engulfs The Earth», uma coleção de dez temas com raízes bem vincadas no death metal escandinavo, vertente melódica e épica.

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Comprar Bilhetes para ANTHRAX
5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Parte integrante dos lendários big four do thrash, a par dos Metallica, Slayer e Megadeth, durante os anos 80 o grupo nova-iorquino foi um dos principais responsáveis pelo surgimento e propagação do género. Combinando a velocidade e fúria do hardcore com as guitarras e vozes proeminentes da N.W.O.B.H.M., a banda liderada pelos inseparáveis Scott Ian e Charlie Benante ajudou a criar todo um novo subgénero do heavy metal e, três décadas depois, continua a dar cartas com uma vitalidade impressionante. Neste Verão, mais de vinte anos depois de ter protagonizado uma incendiária atuação no Dramático de Cascais, o quinteto norte-americano vai assinar finalmente um muito aguardado regresso ao nosso país e, para o efeito, traz na bagagem a novidade «For All Kings». Além dos famosos thrashers de Yonkers vão também subir ao palco instalado na Quinta da Marialva, em Corroios, os germânicos KREATOR, porta-estandartes do género em território europeu há mais de duas décadas, os seus conterrâneos MANTAR – que assinaram um dos álbuns mais aplaudidos de 2014 com «Death By Burning» – e os DARK OATH, jovem banda nacional que promete dar que falar com a estreia «When Fire Engulfs The Earth». Recorde-se, o VOA 2016 acontece nos dias 5 e 6 de Agosto.

É muito raro que um grupo de músicos tenha uma segunda oportunidade durante a sua carreira e, no caso em questão, já se contam três; mas lá está, os ANTHRAX não são uma banda qualquer. Criado em Yonkers, Nova Iorque, no ano de 1981, o grupo acabaria por vender mais de dez milhões de discos em todo o mundo e, pelo caminho, transformou-se numa das mais inventivas e entusiasmantes respostas norte-americanas à efervescente New Wave of British Heavy Metal, que começava então a fazer chegar os seus tentáculos para lá do Atlântico. Três décadas depois, passaram por duas fases distintas e estão a viver uma terceira vida, mas esse nem sequer é o maior feito que podem reclamar. Isto porque, além de teimosos e perseverantes, são também a banda que emprestou a sala de ensaios para os Metallica dormirem quando estavam a gravar o «Kill 'Em All», percursores do crossover, heróis incontestados para uma enorme legião de geeks de B.D. por terem imortalizado Judge Dredd com o tema «I Am The Law» em 1987 e pioneiros da fusão entre metal e hip-hop com uma versão de «Bring The Noise», a meias com os Public Enemy, lançada em 1991. Tudo isto são, no entanto, curiosidades quando chega o momento de fazer o balanço de uma carreira pautada por uma determinação incrivelmente corajosa face a quaisquer probabilidades menos promissoras. Depois do arranque a meio gás com a estreia «Fistful Of Metal», foi «Spreading The Disease», de 1985, que os estabeleceu em todo o mundo como um nome a ter em conta. A primeira tour europeia aconteceria dois anos depois e «Among The Living», o terceiro longa-duração, entrou de rompante no top de vendas britânico, elevando-os de imediato a um status só comparável ao dos Metallica, Slayer e Megadeth. Já depois de «State Of Euphoria» e «Persistence Of Time», o grupo dá então início a uma nova fase, com John Bush a ocupar o lugar de Joey Belladonna na voz. Esta aventura deu origem a vários discos emblemáticos – como são o caso de «Sound Of White Noise» e «We've Come For You All» – e durou de 1992 a 2005, altura em que Ian e Benante decidiram voltar a recrutar Belladonna para um regresso em grande ao thrash de outrora. «For All Kings», o novo álbum da banda, tem data de edição agendada para o próximo dia 26 de Fevereiro e sucede ao muito aplaudido «Worship Music», de 2011, provando uma vez mais que os ANTHRAX são ainda tão relevantes como quando surgiram em cena.
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Thumbnail (1)KREATOR
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Por esta altura, Mille Petrozza e os seus KREATOR são muitíssimo bem conhecidos do público nacional, tendo construído uma relação sólida e bastante próxima dos portugueses desde que, nos idos de 1993, se estrearam por cá num marcante concerto no Armazém 22, em Lisboa.

Quando chegou ao nosso país pela primeira vez, o quarteto – que fica hoje completo com Ventor na bateria, Christian Giesler no baixo e Sami Yli-Sirniö na segunda guitarra – já era uma figura de proa do speed/thrash germânico, parte de um triunvirato demolidor que incluía também Destruction e Sodom.

Hoje são, indiscutivelmente, uma das bandas europeias mais influentes e bem-sucedidas de sempre no campeonato do peso, sendo que são também, de longe, uma das mais duradouras. A par dos conterrâneos anteriormente mencionados, os músicos oriundos de Essen pegaram no som inovador dos Metallica, juntaram-se umas pitadas do proto-black metal incendiário dos Venom, a atitude sem rodeios dos Motörhead e a perspetiva niilista que os Black Sabbath popularizaram e criaram uma descarga sem precedentes, que influenciou de forma mais que óbvia as gerações seguintes e deixou uma marca no movimento que dura até hoje.

Da segunda parte dos anos 80 para a frente, Petrozza e companhia afirmaram-se como uma força a ter em conta no panorama metaleiro e, à custa de álbuns incontornáveis como «Endless Pain», «Pleasure To Kill», «Terrible Certainty», «Extreme Agression» e «Coma Of Souls», garantiram para sempre um lugar no panteão da tendência. Desde então têm vindo a solidificar de forma consistente a sua posição como um dos nomes seminais da música extrema e, apesar de uma fase mais inconstante durante a década de 90, conseguiram reinventar-se à luz do novo milénio. Agora já na sua terceira década de atividade, os KREATOR continuam a arrastar multidões sedentas de thrash por todo o mundo e a fazer digressões com mais frequência do que muitas bandas cujos elementos têm metade da sua idade...

Não será fácil encontrar uma maior prova da resiliência que sempre os caracterizou.
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Thumbnail (1) Mantar
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Desde a sua criação em 2013 e do lançamento de seu primeiro álbum em 2014, os MANTAR têm vindo a afirmar-se como uma das mais talentosas e esforçadas bandas da nova geração da música extrema. Não tocava junta há sequer um ano, mas a dupla formada por Hanno e Eric, uma metade alemã e a outra turca, achou que, no seguimento de um EP, seria uma boa ideia entrar em estúdio para registar o punhado de temas que tinha escrito entretanto.

A 7 de Fevereiro de 2014, percebe-se por fim o que os movia. «Death By Burning», editado pela reputada Svart Records, revelou-se quase de imediato uma baforada de ar fétido numa latrina onde há muito o ar se tinha tornado irrespirável. Derretendo num enorme caldeirão os elementos mais impactantes e sinistros do black metal, do doom e do punk, os dois músicos assinaram um manifesto de fúria primitiva não filtrada – ou, se preferirem, em estado puro.

Dois músicos que soam mais pesados e poderosos que a maioria dos quartetos e quintetos que possamos conhecer, mesmo sem terem baixista na formação. Apenas bateria, guitarra e voz, afinados para a destruição.

Híbrido de metal, hardcore e rock'n'roll, capaz de apelar a fãs dos Motörhead, dos Melvins ou até dos Darkthrone.

São uma banda num milhão; uma exceção à regra numa cena cada vez mais formatada; músicos que não têm receio de pisar os calos dos puristas e que revelam uma força sónica avassaladora, capaz de abanar as estruturas de um prédio de pequenas dimensões.

Apoiada em atuações extremamente intensas, no vértice do espancamento old school e da modernidade que lhes corre no ADN, a dupla passou os dois últimos anos a suar as estopinhas pelo mundo fora, com digressões constantes deste e do outro lado do Atlântico, incluindo diversas passagens demolidoras por Portugal em espaços fechados.

O upgrade ao palco do VOA é natural, mais um fruto do crescimento que vai dar novos frutos no mês de Abril, com a edição de «Ode To The Flame» através da gigantesca Nuclear Blast.

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Thumbnail (1) Dark Oath
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Com bandas como Amon Amarth, Ensiferum, Fleshgod Apocalypse e Septic Flesh entre as principais fontes de inspiração, não é difícil antever que os portugueses DARK OATH fazem música bem pesada, mas também épica, pautada por um sentimento vitorioso remanescente de outra época. De formação relativamente recente, o projeto deu os primeiros passos há seis anos quando, no Verão de 2009, os guitarristas José Bértolo e Joël Martins se juntaram pela primeira vez, dando início a uma colaboração artística que lhes permitiu começar por idealizar um conceito e, depois, dar início à sua afirmação como novo valor a ter em conta no panorama. Depois de um período inicial de composição que durou alguns meses, a dupla atira-se então à busca por outros músicos para completarem uma formação capaz de atuar ao vivo. É com Pedro Galvão sentado atrás do kit de bateria, Danilo Dias no baixo e, na voz, Carlos Pereira que se estreiam em palco em Fevereiro de 2010, numa altura em que ainda nem sequer tinham comemorado doze meses de existência. Pouco tempo depois Danilo abandona o coletivo, sendo substituído por Emerson Nunes ainda antes das gravações do EP de estreia «Under a Blackened Sky», que teve edição auto-financiada em Novembro do mesmo ano. Ainda a debaterem-se com mudanças, a banda troca de vocalista, recrutando Sara Leitão para as gravações do segundo EP, intitulado «Journey Back Home», que foi disponibilizado ao público em 2012. Já após a saída de Emerson e da entrada de Afonso Aguiar para a posição de baixista, o grupo consolida finalmente uma formação sólida, passando os próximos três anos a moldar a estreia no formato longa-duração. Agora, 2016 promete ser um ano de expansão para a banda de Coimbra, com a recente assinatura de um contrato com o selo italiano WormHoleDeath Records com vista à edição de «When Fire Engulfs The Earth», uma coleção de dez temas com raízes bem vincadas no death metal escandinavo, vertente melódica e épica.
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Thumbnail (1) Opeth
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Mikael Åkerfeldt e os seus OPETH passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis.

Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que “deuses do metal” como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje.

Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade.

Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como «Orchid», «Morningrise» ou «My Arms, Your Hearse», essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de «Still Life» e «Black Waterpark» que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries», «Watershed», «Heritage» e «Pale Communion» – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.
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Thumbnail (1) Anathema
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os ANATHEMA completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema.

Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. «Crestfallen», «Serenades», «Pentecost III» e «The Silent Enigma» estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada.

Desde «Eternity», em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – «Alternative 4», «Judgement», «A Fine Day To Exit», «A Natural Disaster», «We're Here Because We're Here», «Weather Systems» e «Distant Satellites».

Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

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Comprar Bilhetes para KATATONIA
5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
Os KATATONIA cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90.

Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música.

Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. «Teargas», «Criminals», «Ghost Of The Sun», «I Am Nothing», «Deadhouse», «Evidence», «I Break», «For My Demons» – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo.

Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo «Dead End Kings», que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

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08 DE SETEMBRO 2016 – COLISEU DE LISBOA
A mais emblemática e aplaudida banda de metal sinfónico regressa por fim a Portugal depois de quase uma década de ausência dos palcos nacionais!

Desde que se juntaram, no início da década de 90, uma altura em que o heavy metal mais tradicional estava supostamente morto para o mundo, os NIGHTWISH foram um dos principais responsáveis pelo renascimento do género junto das massas e, combinando de forma muito
inteligente peso bombástico, melodias sinfónicas opulentas e uma atitude com tanto de tradicional como de inovadora, conseguiram criar alguns dos momentos mais melancólicos, românticos e sonhadores de que há memória neste espectro em muito tempo. Hoje, apesar da
turbulência que tiveram de contornar ao longo dos últimos anos, mantêm-se sem paralelo; sensuais, tocantes e esmagadores na beleza que emana da música que fazem. 

É exatamente essa postura sem precedentes, tantas vezes imitada mas nunca igualada, que os músicos liderados por Tuomas Holopainen vão trazer de regresso a Portugal quando, no próximo dia 8 de Setembro, subirem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

Um concerto único, que materializa simultaneamente um muito aguardado retorno a território nacional e a estreia de Floor Jansen como vocalista do grupo por cá.

No momento em que quatro miúdos e uma menina, todos com ar imberbe e aspeto de terem acabado de sair do liceu, subiram pela primeira vez ao palco do lendário clube de rock Lepakko, em Helsínquia, ninguém poderia ter adivinhado que, uns anos depois, andariam pelo mundo a fazer tours gigantescas e, apoiados em vendas que ultrapassam os seis dígitos, numa das mais bem-sucedidas bandas alguma vez saídas da Terra dos Mil Lagos. 

Desde o momento em que, corria o ano de 1997, lançaram «Angels Fall First», o álbum de estreia, os NIGHTWISH continuaram a evoluir de forma gradual, inspirando-se numa enorme vontade de criar algo único que lhes permitiu irem-se descolando das comparações mais óbvias que se pudessem colar às primeiras gravações. Depois, com lançamentos como «Oceanborn» e «Wishmaster», afirmarem-se como uma voz a ter em conta num cenário em que, mais vezes do que seria desejável, o facilitismo criativo tende a ser confundido com talento. Sustentado no enorme génio criativo do timoneiro Tuomas Holopainen, com o quatro longa-duração, «Century Child», de 2002, o coletivo oriundo de Kitee afastou-se de vez das suas referências mais óbvias, criando uma sonoridade muito própria que, durante os anos seguintes, acabaria por influenciar toda uma vaga de novos grupos apostados em misturar o peso do heavy metal com os ambientes majésticos e envolventes da música sinfónica. O épico «Once», editado em 2004, quebrou todas as barreiras e fê-los chegar de uma vez por todas ao mainstream, afirmando-os como um enorme fenómeno de popularidade à escala mundial.

Durante a década seguinte, apesar de terem tido de batalhar com alguma instabilidade desde que se separaram da carismática Tarja Turunen em 2005, os NIGHTWISH não mais pararam de crescer, sendo hoje uma das poucas bandas que, apesar de se levarem muito a sério,
conseguem manter inalterada a essência épica do power metal através da composição inteligente de canções carregadas de atmosferas envolventes e emoções profundas. E sim, o virtuosismo sempre foi um dos segredos do seu sucesso, mas feitas as contas, a música que se
ouve em álbuns como «Dark Passion Play», «Imaginaerum» ou «Endless Forms Most Beautiful» afirma-se como muito mais que apenas uma mera demonstração auto-indulgente de proficiência técnica, invocando mundos de sonho e fazendo com que o ouvinte se perca no
tempo e no espaço, entre visões e tentações, amor e devoção, enquanto aspira a novas fronteiras criativas. Tem sido, de resto, essa capacidade de adaptação e mutação que os tem destacado sempre dos seus pares, mantendo-os um passo à frente de toda a competição e
estabelecendo-os como um dos nomes mais aplaudidos e influentes entre todos os que tentaram tomar de assalto o panteão do metal durante as últimas décadas.

Os bilhetes para o concerto custam 32€, já à venda nos locais habituais.

Websites: 
www.nightwish.com // www.facebook.com/nightwish 

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Comprar Bilhetes para MARIZA | TOUR DE APRESENTAÇÃO DE “MUNDO”
25 DE NOVEMBRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
Mariza apresentou recentemente o seu novo disco – “Mundo”, com lotações esgotadas e a aclamação do público, que em êxtase vibrou a cada música. As primeiras grandes apresentações em Portugal decorreram no Coliseu do Porto em Novembro, seguindo-se o Meo Arena em Lisboa. Agora é a vez de Guimarães receber a artista no próximo dia 25 de Novembro, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Os bilhetes estão à venda a partir de hoje (22 de Janeiro).

“Mundo” assinala o aguardado regresso da mais internacional dos artistas portugueses aos discos, depois de um interregno de cinco anos, durante o qual editou o seu primeiro “Best-Of” em 2014.
14 anos depois da estreia em disco, mais de um milhão de discos vendidos, edição em mais de 35 países, inúmeras digressões mundiais nas salas mais prestigiadas (Ópera de Sidney, Carnegie Hall em Nova Iorque, Walt Disney Concert Hall em Los Angeles, Royal Albert Hall em Londres, só para citar alguns), vários prémios nacionais e internacionais, Mariza está de regresso com o seu novo “Mundo”, em disco e em palco.

http://www.mariza.com/
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Comprar Bilhetes para CARLOS DO CARMO
17 Dezembro | PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
O maior embaixador do Fado - CARLOS DO CARMO - Regressa aos palcos

O fadista português mais premiado de sempre, apresenta-se para um concerto único em Guimarães, dia 17 de Dezembro, no Pavilhão Multiusos

Com 76 anos de idade, Carlos do Carmo, sobe aos palcos com objetivo de agradecer e retribuir ao público português todo o carinho e afeto que sempre recebeu ao longos dos seus 52 anos de carreira e que o transformaram no “Homem do Mundo “

“Um dos cantores mais importantes do seu tempo (…) Uma das vozes mais emblemáticas da música Portuguesa”

Bilhetes à venda em bilheteiraonline.pt e nos locais habituais.

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