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QUINTA 16 JULHO 2015 | PALCO MEO
O músico britânico JOHN NEWMAN, é a mais recente confirmação para o MEO MARÉS VIVAS, e vem nos mostrar porque é uma estrela em ascensão, no dia 16 de Julho em Vila Nova de Gaia.

John Newman, produz, compõe, mistura e executa na perfeição as suas composições. Aos 23 anos chegou ao número 1 no Reino Unido, com o single “Love Me Again”, seguido de “Losing Sleep”. O seu talento extraordinário é uma força da natureza – influenciado por vários estilos de música, desde o soul ao punk, passando pelo House.

O rapaz que cresceu em Settle, Yorkshire Dales, é uma das melhores vozes do soul puro, com um toque de James Brown e Prince. O seu álbum de estreia “Tribute” entrou direitamente para o top das tabelas no Reino Unido. O seu sucesso e a frescura das suas músicas correram o mundo inteiro.

Mais recentemente, John Newman trabalhou com o Dj, cantor e produtor Calvin Harris – a música chama-se “Blame” e tem a participação de Newman.

Um artista completo, John Newman sobe ao palco MEO no dia 16 de Julho e promete nos arrebatar com o soul que carrega na voz e na alma.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.johnnewman.co.uk/home/
https://twitter.com/JohnNewmanMusic
https://www.facebook.com/johnnewmanmusic
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Comprar Bilhetes para RICHIE CAMPBELL
16 JULHO 2015 | PALCO MEO

Juntar o que de melhor se faz em Portugal, são os elementos essenciais para um espectáculo memorável  no MEO MARÉS VIVAS.

As cores nacionais vão ser bem representadas pelos arrebatadores BURAKA SOM SISTEMA, o nome incontornável do Reggae, RICHIE CAMPBELL  e o cativante MIGUEL ARAÚJO.

Estão escolhidas mais três bandas nacionais para integrar o cartaz do MEO MARÉS VIVAS e se juntarem assim a Ana Moura: Richie Campbell actua no primeiro dia do festival, já os Buraka Som Sistema, por sua vez, sobem ao palco do festival a 17 de Julho e, integra também o cartaz no mesmo dia, o talentoso  Miguel Araújo.


MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:

RICHIE CAMPBELL

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16 JULHO 2015 | PALCO MEO
JOHN LEGEND é a mais recente confirmação para o MEO MARÉS VIVAS, amor e um piano no dia 16 de Julho em Vila Nova de Gaia.

Conquistou no passado Domingo um Óscar, o prémio da academia de Melhor Canção Original foi atribuída a John Legend e Common, pela autoria de “Glory” para o filme “Selma” no Dolby Theatre. E no passado dia 01 de Fevereiro foi um dos artistas convidados para a abertura do Super Bowl – grande final de Futebol Americano. Foi um momento único ao som da icónica muisca patriota “America The Beautiful”.

Nasceu em Springfield, Ohio, com o nome de baptismo John Roger Stephens. Hoje, depois de 10 anos a brilhar a solo como John Legend, o norte-americano é uma estrela gigante num universo onde só fazem parte os melhores. Sete milhões de cópias vendidas em todo o mundo, 9 Grammys e outros galardões, tornaram Legend uma figura icónica. Com “All Of Me” do último álbum “Love In The Future”, John Legend provou porque merece tantos elogios.

Enquanto frequentava a faculdade na Universidade da Pensilvânia sempre esteve ligado a actividades musicais – nesse mesmo período foi apresentado a Lauryn Hill que o contratou para tocar piano na música “Everything is Everything”. Aos poucos foi começando a tocar sozinho nos arredores de Filadélfia e logo depois Nova Iorque, Boston, Atlanta e Washington DC.

Convidado por Kanye West para cantar alguns vocais das suas músicas. Legend começa assim a ganhar impulso e notoriedade através de uma série de colaborações semelhantes com artistas consagrados – Kanye West, Jay-Z, Alicia Keys.

O seu primeiro álbum, “Get Lifted” foi lançado em Dezembro de 2004 e aclamado pela crítica com o primeiro single “Ordinary People”, conquistando inúmeros prémios, incluindo Melhor Álbum R&B, Melhor Artista do Ano, Melhor Artista Masculino de R&B. O segundo álbum saiu em 2008 “Evolver”, liderado pelo single “Green Light”.

Ao longo da sua carreira, John Legend tem trabalhado para fazer a diferença na vida dos outros e no ano de 2007, lançou Show Me Campaign (ShowMeCampaign.org), uma iniciativa que se concentra na educação como a chave para quebrar o ciclo de pobreza. John Legend tem sido reconhecido e premiado pelos seus esforços e liderança nesta área.

John Legend está de regresso a Portugal e pela primeira vez a Norte para arrebatar o MEO MARÉS VIVAS na primeira noite do festival.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
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https://twitter.com/johnlegend
https://www.youtube.com/watch?v=450p7goxZqg
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Comprar Bilhetes para Blind Zero
16 JULHO 2015 | PALCO MEO
No mesmo dia de John Legend, John Newman e Richie Campbell, sobem ao palco os carismáticos BLIND ZERO.

Com milhares de discos vendidos, sete álbuns editados e um DVD ao vivo gravado em Milão para a MTV, os Blind Zero contam já com 20 anos de carreira e são muitos os motivos para celebrar. 

Tendo como banda sonora o novo single com Sandra Nasic, dos Guano Apes, retirado do novo álbum “Kill Drama II” – onde também podemos encontrar duetos com Marta Ren, Fernando Ribeiro (Moonspell), Mark Kozelek (Red House Painters), Pedro Abrunhosa, entre muitos outros – os Blind Zero irão apresentar no MEO MARÉS VIVAS um espectáculo eletrizante e cheio de energia onde os emblemáticos "Recognize", "Trace", "Shine On" e "Slow Time Love" não ficarão esquecidos.

Sem nostalgia, e com a mesma força com que se formaram em 1994, os Blind Zero revelam-se em palco onde a cumplicidade dos seus elementos é contagiante. 

Ao longo de duas décadas, são muitos os motivos de orgulho, afinal trata-se da primeira banda de rock cantado em inglês a atingir o galardão de ouro em Portugal; a receber o primeiro prémio da MTV para Best Portuguese Act e a gravar um DVD ao vivo em Milão; a vencer o concurso europeu SCYPE com o original “My House”; a percorrer as cidades do Porto, Coimbra e Lisboa em cima de um autocarro para celebrar os 13 anos de carreira; e a tocar suspensos a 10 metros do chão num concerto memorável e único. 

No dia 16 de Julho, a não perder no MEO MARÉS VIVAS, na mesma cidade que os viu nascer.

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de 16 a 18 de Julho
Os Jogos Santa Casa associam-se ao Festival Meo Marés Vivas e apoiam, a cultura e os músicos nacionais.
A aposta dos Jogos Santa Casa na música e talento nacional tem mais um momento alto: o PALCO JOGOS SANTA CASA, do MEO MARÉS VIVAS, com um cartaz 100% nacional.

Aos artistas como Richie Campbell, Blind Zero, Buraka Som Sistema, Kika, Miguel Araújo, The Black Mamba e Ana Moura já anunciados para a edição deste ano no palco MEO, juntam-se também os restantes nomes que irão compor a participação nacional no Meo Marés Vivas, já que o palco JOGOS SANTA CASA será inteiramente dedicado à música e à cultura portuguesa:
Ao longo dos três dias do MEO MARÉS VIVAS, actuarão no Palco Jogos Santa Casa: CAPICUA, JIMMY P, DEAU, DIANA MARTINEZ & THE CRIB, KOA e LIKE US.

Dia 16 Julho:
Capicua é Ana Matos Fernandes. Com 15 anos descobre o Hip-Hop, primeiro pelos desenhos nas paredes, depois pelas rimas em cassetes, até chegar aos microfones.
Algures entre a escola e a universidade, do Porto para Lisboa, estuda sociologia e faz um doutoramento em Barcelona. Rapper militante desde 2004 regista já dois EP´s em grupo, duas Mixtapes em nome próprio e dois discos editados, assim como inúmeras colaborações em diversas compilações e trabalhos de alguns dos mais conceituados DJ’s e produtores de Hip Hop nacionais.
Em 2012, com o seu primeiro álbum, editado com selo Optimus Discos, sai do nicho para atingir novos públicos, surpreender a crítica e ganhar destaque nas mais prestigiadas listas de melhores discos do ano.
O segundo LP, “Sereia Louca” (ou serei a louca, se quiserem), lançado em 2014 pela Norte-sul, confirma Capicua como um dos maiores talentos da nova música portuguesa e uma das mais incontornáveis da sua geração. Os seus seguidores, de todos os quadrantes e idades, multiplicaram-se, o respeito da crítica e dos seus pares consolidou-se, e sucederam-se os concertos nos principais palcos e festivais do país. Em 2015, Capicua surge com “Medusa”, um disco de remisturas e dois originais, no qual marcam presença alguns dos mais estimulantes projectos e MCs de Hip Hop e da actual música urbana de raiz electrónica. Ao vivo, para além dos habituais companheiros de palco, o Dj (D-One) e a MC (M7), junta-se ao grupo, Virtus nas teclas, mpc e programações. As ilustrações, que continuarão a integrar os concertos de Capicua, estão a cargo de Vitor Ferreira, sendo trabalhadas a partir do palco.
De assinalar é também a longa lista de colaborações, conferências, projectos e workshops que tem alimentado, sempre em torno da palavra e da música.

Diana Martinez & The Crib é a nova aposta da Primeira Linha. Diana Martinez é a vocalista e autora de todos os temas. Apesar de ser ainda muito jovem, revela já uma definitiva maturidade como artista, não tivesse começado a acompanhar o pai em espetaculos com apenas 6 anos, colaborando mais tarde com grandes músicos como os Expensive Soul, Pedro Abrunhosa, entre outros.
Na realidade, o seu sonho sempre foi que um dia as músicas que compunha na sua cabeça, onde tecia todas as linhas melódicas e harmónicas, fossem ouvidas. Com o apoio João André, musico e o produtor, encontrou a visão e o conceito para “Diana Martinez & The Crib”, cuja sonoridade reflete a sua verdadeira paixão: o R&B, o Soul e o Hip Hop.
Formada em Línguas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, canta e escreve na língua que a ensinou a cantar. Relata e questiona os desafios diários característicos da sua geração, particularmente sobre o ponto de vista das mulheres, permitindo a quem ouve fazer uma viagem emocionante ao interior da artista. O seu 1º single “That’s Just How We Do It” é exemplo disso mesmo e é uma boa introdução na descoberta de Diana Martinez & The Crib”.



Dia 17 Julho:

JIMMY P, alter ego para Joel Plácido, nasceu no Barreiro, mas a sua história está associada a várias geografias nomeadamente Angola da qual é natural, Paris onde viveu durante o período da adolescência e a cidade Invicta onde começa a dar os primeiros passos na música.
Foram precisamente o gosto e o hábito de ouvir Rap, adquiridos no tempo que viveu em Paris, e a influência de outros estilos musicais diversos herdados pelo seu pai (Semba, Morna, Coladera, Salsa, Reggae, Jazz), que despertaram a sua apetência para a escrita, levando-o a passar para o papel as suas vivências, e a forma como via o mundo.
Seguiu-se um processo natural de maturação e crescimento musical que origina o aparecimento de Jimmy P como artista solo. As diversas participações em projectos de renome como a coletânea "Rascunhos" (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema) e o tema "Melhores Anos" com Valete, associados às colaborações com artistas como Chullage ou Bezegol, confirmam o seu estatuto de artista independente aclamado e ouvido no panorama da música cantada em português, onde tem milhares de seguidores.
Em 2013 Jimmy P coloca nas lojas o primeiro longa duração #1 que surpreendeu crítica e público. O disco esgotou em pouco mais de um mês e deu origem a uma tour intensa de espetaculos que o têm levado a percorrer o país de Norte a Sul. A fusão do Hip-Hop, Reggae, R&B e Rock aliados a uma performance de grande nível tornam-no um artista singular e camaleónico, desejado pela maioria dos promotores. Para responder às exigencias do mercado, Jimmy P apresenta-se em dois formatos: showcase adaptado a clubes e auditórios com um Dj e um Mc de apoio, e em formato live band adaptado a actuações ao ar livre ou em palcos maiores.
A finalizar o ano de 2014, Jimmy P lança para a internet “Marcha”, a primeira faixa a ser revelada do novo disco e que conta com as rimas de Valete e produção de Dj Ride. Quase em simultâneo, o rapper sobe ao palco dos Portuguese Festival Awards para actuar com uma orquestra, acabando por vencer na categoria de Melhor Atuação – Artista Revelação
O ano 2015 marca o regresso de Jimmy P às edições. “FVMILY F1RST”, assim se chama a segunda longa duração.
Intitulado “Fvmily F1rst” (lê-se family first), o disco sai com o selo da recém criada editora Kambas, fundada por Fred Ferreira (Orelha Negra/Banda do Mar), e tem distribuição nacional Sony Music. São para já conhecidos dois temas: “Marcha” que foi disponibilizado para a web em Novembro através do canal de soundcloud do rapper, e ainda o single “On Fire” que já se ouve nas rádios nacionais, acumula mais de 350.000 visualizações em pouco mais de três semanas, e que nas próprias palavras de Jimmy P “é o tema que melhor ilustra aquilo que é este álbum – um crossover entre o rap e o rn’b”.
“Fvmily First” foi gravado integralmente nos estúdios profissionais da Sine Factory, com mistura e masterização a cargo de Michael Ferreira que co-produziu executivamente este disco, à semelhança do que aconteceu no antecessor #1. Feito em colaboração com vários músicos e produtores, o segundo longa duração de Jimmy P conta com produções de Dj Ride Agir, Fred (Orelha Negra), J-Cool, e Francisco Reis, e traz também alguns featurings nomeadamente com Valete, Agir que empresta a voz no tema “2 dias”, JêPê, e D-Ro.
Para este “Fvmily First” o rapper apostou num álbum mais coeso e menos diversificado em termos sonoros que o antecessor #1, trazendo para a lírica o tema das relações humanas e da valorização do individuo. Segundo Jimmy P “este é um disco sincero, honesto e frontal que fala da importância dos sentimentos e da dignidade acima de tudo o que é material”.

KOA, é uma nova artista portuguesa com ascendência universal. Cresceu a ouvir rap, pop, jazz, r&b, hip-hop e... música clássica... Feminista e teimosa assumida, escreve acerca daquilo em que realmente acredita.
Em Junho lança no mercado português o seu primeiro trabalho discográfico homónimo produzido pela Soundtrap com masterização partilhada em Madrid pela Mastering Mansion e em Nova York por Tom Coyne ( Ariana Grande, Jessy J , Sam Smith, Beyoncé, Adele, Pink )
" Stand Up " é o single de estreia, estando já agendado para após o verão o lançamento de " Bit my hook ", com a colaboração de Jimmy P.

Dia 18 Julho

DEAU – 2015 marca o décimo aniversário da primeira subida de Deau a um palco. Aconteceu no antigo Hard Club, numa das Nova Gaia Hip Hop Sessions, mítico trampolim de várias carreiras, quando tudo o que valia a um MC era a sua postura, a sua força e a sua capacidade de equilibrar palavras de sentido em cima de beats fortes. Desde logo, Deau fez abanar cabeças, consciências e desde aí muitos foram os ouvidos que se sintonizaram com as suas rimas.
O inicio de tudo é anterior, começa algures no grande Porto, em 1988, a data em que o seu Cartão de Cidadão, onde se increve o nome Daniel Francisco, indica para o arranque da sua vida. A meio da década seguinte, Deau já tinha consciência da cultura que o haveria de acolher, mas foi preciso chegar este milénio para as primeiras palavras começarem a escorrer para os cadernos. A rua era a sua escola. Foi sem sempre assim. E nas ruas inventam-se soluções, caminhos e identidades. Sem beats ou condições para gravar, Deau começou por se faxer notar nas rodas de improviso onde o que dita o respeito é a capacidade de improviso. E as palavras pareciam nascer, significantes e afiadas, dentro de Deau como a água numa nascente: puras, frescas, cheias de vontade de correr para dentro dos ouvidos que as acolhessem. Esse nome da rua levou ao primeiro convite para a mixtape Illegal Promo III onde o seu tema “Lamento” fez a diferença, ecoando pelos subterrâneos do Porto e do país e impondo este nome cheio de sede e de fome: Deau.


Em 2008, Deau encetou uma frutuosa colaboração artística com o Dj D-One que assinou a produção executiva de RetiEssências, o seu álbum de estreia. A colaboração foi aliás tão bem sucedida que dela resultaram mais uma série de faixas que ficaram de fora do álbum, mas não dos ouvidos de um público sedento que as acolheu quando Deau e D-One as decidiram disponibilizar, mesmo antes da saída do primeiro álbum, gesto de generosidade a que o público correspondeu com atenção.

A estreia de Deau vincou uma diferença. As suas rimas estão cheias de vida e é a própria biografia de Deau que se desprende de todas aquelas palavras. Por isso mesmo, os temas de Deau são retratos reais de uma vivência em comunidade, parte da razão para o impacto que registou no universo Hip-Hop. As pessoas ouvem aqueles temas e sentem a sua vida por ali também. Porque Deau não se limita a apontar problemas e obstáculos, preferindo oferecer caminhos e soluções..

E agora, 10 anos depois do princípio, Deau prepara-se para uma nova etapa. Há um novo álbum programado para o primeiro semestre do ano, mas para já as atenções concentram-se em "Andorinha", uma poderosa metáfora para algumas das armadilhas com que a vida nos testa, e para "Diz-me Só", outro retrato de uma vida real que Deau nunca esconde. No primeiro tema há a colaboração de Expeão, homem dos Dealema, e no mais recente é a voz de Bezegol que se junta à de Deau. O vídeos, em ambos os casos, são assinados por Miguel Januário, artista plástico que assina MAISMENOS que ainda recentemente deu imagens à ideia de revolução no festival Rotas & Rituais emLisboa.
Entretanto, o ano continua a desenrolar-se e as conquistas de Deau vão-se amontoando. A mais recente e significativa passou por esgotar a pré-apresentação do álbum na Casa da Música, numa noite que ficará para a sua história pessoal e também para a história do hip hop nacional. Há rimas que traduzem sonhos e há sonhos que se tornam realidade.

LIKE US - O Francisco tem 15 anos, o David tem 17, o Daniel tem 17 e o João 18 e, juntos, formam os Like Us. Os quatro cantores, que chegam de vários pontos do país, são os grandes vencedores de um casting organizado pelo canal Biggs. Aí, provaram ser os melhores e, agora, estão determinados a conquistar o lugar que lhes pertence.
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Comprar Bilhetes para Moche Room no MEO MARÉS VIVAS
de 16 a 18 de Julho
No Festival MEO Marés Vivas 2015 as portas do recinto não encerram com o final dos concertos do Palco MEO. Nos três dias do festival (16, 17 e 18 de Julho), o Moche Room promete dar muita música e animar os festivaleiros, entre as duas e as seis horas da manhã.

Dia 16 JULHO

DJ D-ONE


Em meados de 2001 D-One inicia a sua carreira musical, hoje é um dos mais proeminentes DJ’s e produtores de Hip-Hop Nacional que vem fazendo literalmente, bastante barulho de norte a sul de Portugal, sempre com sonoridade urbanas que oscilam entre o Hip-Hop, Ragga e o R&B com suas influencias sonoras passam por desde os clássicos da "Golden Age" da musica urbana até às sonoridades mais "New School" e electrónicas, animando sempre a pista sem quaisquer preconceitos musicais.
É o produtor e DJ oficial de projectos de enorme sucesso como Capicua e Deau.
MAZE (Dealema) [DJ Set]
O Rap cativou-me no início dos 90's quando ainda eram as cassetes na boombox que forneciam a banda sonora da vida. Ouvi-lo, fez-me mergulhar na cultura Hip Hop, que por sua vez me levou a colorir os muros cinzentos da cidade. Do graffiti e relação directa com as restantes vertentes, comecei a escrever rimas. Em 96, embarco na missão Dealmática!


NITRONIOUS
Nitronious não tem limites. Seja na procura da batida perfeita, da luz perfeita, do sabor perfeito - prima pela multidisciplinaridade - corre atrás da novidade, mas traz ao mesmo tempo todo o passado bem estudado. No comando da mesa de mistura aposta na fusão de várias linguagens, desde o mais sujo left field aos hits do pop mais pop, ele vai lançar aquela faixa no momento em que ninguém está à espera e, provavelmente, vai funcionar.

Dia 17 JULHO

SLIMCUTZ


É seguro dizer que Dj SlimCutz já recebeu o cinturão negro do Djing. Depois de se sagrar 2x campeão do DMC PT na categoria individual, entrou recentemente nas competições na categoria de equipas, com o seu grupo. E voilá, também se tornou campeão nessa classe. No DMC. E no IDA.

Mas ele não anda cá (só) pelos títulos. Com mais de 80 datas por ano, Portugal já conhece o seu nome. Ou como se diz por aí, "sabes que é ele pelo rasto de pistas destruídas". Literalmente. Porque as pessoas têm uma tendência a saltar e a dançar com tanta força durante os seus sets que os donos dos clubes estão-se a começar a habituar à ideia de terem que substituir os seus pisos regularmente.

Esteja ele a tocar em casas cheias ou em festivais ao ar livre, é fácil encontrá-lo a partilhar a cabine com nomes como Flux Pavilion, Doctor P, Skream, Emalkay, Delta Heavy, Borgore, Pharoahe Monch, M.O.P, Beatnuts, The Alchemist, Oh No, GrandMaster Flash, X-Ecutioners, Beat Torrent e muitos outros. Até os Mind da Gap, provavelmente a mais lendária banda de Hip-Hop em Portugal, o convidaram para ser o seu Dj oficial.
Para terminar, é de referir o seu papel enquanto parte do colectivo musical e artístico Monster JInx, uma referência nortenha de independência e autonomia dentro dos meios culturais nacionais.
Tudo isto, aos 22 anos. E se os seus sets ao vivo continuarem a evoluir para performances cada vez mais arrojadas e cerebrais, não há como saber onde é que ele vai parar.
Ah, já para não dizer que, também é o maior a cozinhar com uma Bimby.."

DOGZ UNITED
Dogz United são uma das duplas mais conhecidas do drum and bass nacional. Composta por Dosk e Frenz, foi em Portugal que fizeram nascer e crescer a sua marca, porém nos dias que correm dividem-se em dois países, Inglaterra e Portugal, onde cada um reside actualmente.

Com um historial de peso e currículo invejável, ao longo dos anos já se viram a actuar ao lado de nomes como Andy C, Noisia, Pendulum ,Dj Hype, Subfocus, Friction, Roni Syze, Netsky, Ed Rush, Optical, Break, Spor, The Upbeats, Dieselboy, Goldie, Black Sun Empire, Apex , Evol Intent, Calyx & Teebee, Alix Perez, Rockwell, Loxy, Optiv, Maztek, Vicious Circle, Commix, Nymfo, Lynx, Zero T, Loadstar, Prolix, DirtyPhonics, Metrik, Dom & Roland, Gridlok, DJ A.M.C , Counterstrike, Limewax, SPL, Audio, The Sect, Cooh, Raiden , The Panacea , Gancher & Ruin … Entre muitos outros! Presença assídua nos melhores eventos de drum nacionais, quem os acompanha sabe do que são capazes ao comando dos decks!

O trabalho e dedicação que empenham no projecto tem dado frutos e prova disso é a presença nos maiores festivais nacionais do género. Caras conhecidas em Vilar de Mouros, Sudoeste TMN, Sumol Summer Fest ou até no mítico festival underground Neo Pop, tendo também já actuado em clubs como o Gare Porto, Pitch e Industria, MEO Spot, Porto Rio, Europa e em salas de espectáculos como o Teatro Sá da Bandeira, Hard Club, TMN ao Vivo ou Lx Factory. A projecção de Dogz United espalha-se além fronteiras contando com actuações em países como o Reino Unido e Bélgica.

Seja em que país, local ou recinto for, Dogz United é sinónimo do melhor drum and bass e de festa garantida a todos os ravers !

NO FUTURE b2b dgtldrmr
Hoje em dia, as linhas de baixo e as batidas são representadas e transportadas com recurso a 0’s e 1’s. O mundo digital, construído em código binário, é o habitat natural de dgtldrmr., que conta a história do hiphop e dos géneros em que reina a bassline através de vívidos sonhos auditivos.
NO FUTURE cresceu numa era em que quem gosta realmente de música já não liga a etiquetas e categorias. Já ninguém olha o hiphop de lado nem vira a cara quando se fala de música de dança. Melhor, já há quem goste de tudo e queira fazer tudo. Não ter restrições é libertador, mas é preciso ser bom. E sem restrições, NO FUTURE tem todo um futuro pela frente.

Dia 18 JULHO

JOÃO VAZ


João Vaz é um dos pioneiros na divulgação da musica de dança em Portugal, começou a trabalhar como DJ em 1980 e um ano mais tarde na Rádio Comercial. Depois de várias aventuras por outras estações de rádio, em 1999 foi co- fundador da MIX Fm no grupo Média Capital Rádios, a primeira rádio portuguesa com programação 100% direcionada para a musica de dança, muito à frente no seu tempo.
Na Rádio Comercial como locutor, recentemente abraçou um novo projeto, o Comercial Sunset, no ar de segunda a sexta das 20 às 22 horas e ao fim de semana, nas noite de sábado para domingo, há já quase 3 anos o “Dance Sessions” uma hora de DJ Set com o melhor da musica de dança, as mais recentes edições e alguns “Edits” e “Mashups” próprios que toca nos seus Sets ao vivo.
Recentemente, tocou na tenda VIP no Meo Sudoeste, no Winter Music Sessions em Guimarães e encerrou a edição 2014 do Festival do Crato com recinto cheio até às 6 da manhã.

WILSON HONRADO

É uma das vozes mais conhecidas da rádio Portuguesa. Actualmente, anima as tardes (14-17h) na Rádio Comercial.

Foi residente na mítica Locomia.
Animou festas por todo o país: passou pelas cabines da Estação da Luz, Jézebel, Kadoc, Meo Spot Portimão, Capítulo V, Green Hill, Kiss, Seven Vilamoura, No Solo Aqua, Lagars, Horta da fonte e Vinyl, entre muitas outra.
Fez a abertura do concerto da Beyonce, no Pavilhão Atlântico. Abriu também concertos de Boss Ac, Luka, Rihanna e Pussycat Dolls.
Tocou para mais de 40 mil pessoas na passagem de ano de Albufeira, animou o festival BES Seleção, o Festival do Crato e eventos como o Modalfa Fashion Dream, o Coca-Cola Portugal a Cantar, a Semana Académica do Algarve, Hard Rock Rising, EDP-Live Bands e Winter Music Sessions, entre muitos outros.

Tem um mix musical ecléctico onde não faltam os grandes hits do momento.
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Comprar Bilhetes para KIKA
17 JULHO 2015 | PALCO MEO
E no dia 17 de Julho sobe ao Palco MEO: Francisca Osório de Castro que é mais conhecida por KIKA, portuense de gema é considerada a artista revelação mais impactante do panorama muscical português. Com o seu álbum de estreia “Alive”, conquistou em 2013 as playlists das principais rádios nacionais – tendo o single “Guess It´s Allright” atingido o top de vendas. Gravado por RedOne, esta música serviu de cartão de visita para a cantora e dá-lhe uma maior dimensão internacional atraves da sua voz única e rara.

Uma “future Star” como lhe chamou RedOne, o maior produtor e vencedor de vários Grammys, já trabalhou com Lady Gaga, Michael Jackson, Mary J. Blige, entre outros. Foi no colegio que frequenta desde os 3 anos (CLIP) que teve uma aprendizagem bilingue e domina o inglês, foi também no colégio que desenvolveu a paixão pela música – aos 5 anos aprende a tocar piano e a música instala-se em definitivo na sua vida com o músico britânico Dan McAlister. Quando se deu conta estava no Twin Peaks Recording Studio ao lado de Adam Fuest – músico que trabalhou com Cure.

E muito rapidamente surge “Alive” – o seu álbum de estreia e o single”Guess It´s Allright” é elevado a outro patamar através de RedOne, que se rende à voz e talento de Kika. A musica entra no airplay nacional e chega ao top da Rádio Comercial – a rádio número 1 em Portugal, conseguindo ainda o nº1 no Itunes Store (Portugal).

Com mais dois temas a rodar: “Love Life”, um dueto com o francês John Mamann e “I Want You Back” uma versão dos Jackson 5 – que serviu de base a uma campanha publicitária.

Sobe ao palco do MEO do MEO MARÉS VIVAS no dia 17 de Julho, dia em que actuam Lenny Kravitz, Miguel Araújo e Buraka Som Sistema e vem nos mostrar porque é considerada uma promessa de sucesso para o futuro da música nacional.

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Comprar Bilhetes para Jimmy P
dia 17 de Julho
Jimmy P, alter ego para Joel Plácido, nasceu no Barreiro, mas a sua história está associada a várias geografias nomeadamente Angola da qual é natural, Paris onde viveu durante o período da adolescência e a cidade Invicta onde começa a dar os primeiros passos na música.

Irá actuar no MEO MARÉS VIVAS em dia ainda a definir e, dará aos seus fãs mais um motivo para o verem e ouvirem naquele que é o maior palco a Norte dos festivais de Verão.

Foram precisamente o gosto e o hábito de ouvir Rap, adquiridos no tempo que viveu em Paris, e a influência de outros estilos musicais diversos herdados pelo seu pai (Semba, Morna, Coladera, Salsa, Reggae, Jazz), que despertaram a sua apetência para a escrita, levando-o a passar para o papel as suas vivências, e a forma como via o mundo.

Seguiu-se um processo natural de maturação e crescimento musical que origina o aparecimento de Jimmy P como artista solo. As diversas participações em projectos de renome como a coletânea "Rascunhos" (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema) e o tema "Melhores Anos" com Valete, associados às colaborações com artistas como Chullage ou Bezegol, confirmam o seu estatuto de artista independente aclamado e ouvido no panorama da música cantada em português, onde tem milhares de seguidores.

Em 2013 Jimmy P coloca nas lojas o primeiro longa duração #1 que surpreendeu crítica e público. O disco esgotou em pouco mais de um mês e deu origem a uma tour intensa de espetaculos que o têm levado a percorrer o país de Norte a Sul. A fusão do Hip-Hop, Reggae, R&B e Rock aliados a uma performance de grande nível tornam-no um artista singular e camaleónico, desejado pela maioria dos promotores. Para responder às exigencias do mercado, Jimmy P apresenta-se em dois formatos: showcase adaptado a clubes e auditórios com um Dj e um Mc de apoio, e em formato live band adaptado a actuações ao ar livre ou em palcos maiores.

A finalizar o ano de 2014, Jimmy P lança para a internet “Marcha”, a primeira faixa a ser revelada do novo disco e que conta com as rimas de Valete e produção de Dj Ride. Quase em simultâneo, o rapper sobe ao palco dos Portuguese Festival Awards para actuar com uma orquestra, acabando por vencer na categoria de Melhor Atuação – Artista Revelação

O ano 2015 marca o regresso de Jimmy P às edições. “FVMILY F1RST”, assim se chama a segunda longa duração.

Intitulado “Fvmily F1rst” (lê-se family first), o disco sai com o selo da recém criada editora Kambas, fundada por Fred Ferreira (Orelha Negra/Banda do Mar), e tem distribuição nacional Sony Music. São para já conhecidos dois temas: “Marcha” que foi disponibilizado para a web em Novembro através do canal de soundcloud do rapper, e ainda o single “On Fire” que já se ouve nas rádios nacionais, acumula mais de 350.000 visualizações em pouco mais de três semanas, e que nas próprias palavras de Jimmy P “é o tema que melhor ilustra aquilo que é este álbum – um crossover entre o rap e o rn’b”.

“Fvmily First” foi gravado integralmente nos estúdios profissionais da Sine Factory, com mistura e masterização a cargo de Michael Ferreira que co-produziu executivamente este disco, à semelhança do que aconteceu no antecessor #1. Feito em colaboração com vários músicos e produtores, o segundo longa duração de Jimmy P conta com produções de Dj Ride Agir, Fred (Orelha Negra), J-Cool, e Francisco Reis, e traz também alguns featurings nomeadamente com Valete, Agir que empresta a voz no tema “2 dias”, JêPê, e D-Ro.

Para este “Fvmily First” o rapper apostou num álbum mais coeso e menos diversificado em termos sonoros que o antecessor #1, trazendo para a lírica o tema das relações humanas e da valorização do individuo. Segundo Jimmy P “este é um disco sincero, honesto e frontal que fala da importância dos sentimentos e da dignidade acima de tudo o que é material”.

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Comprar Bilhetes para MIGUEL ARAÚJO
17 JULHO 2015 | PALCO MEO

Juntar o que de melhor se faz em Portugal, são os elementos essenciais para um espectáculo memorável  no MEO MARÉS VIVAS.

As cores nacionais vão ser bem representadas pelos arrebatadores BURAKA SOM SISTEMA, o nome incontornável do Reggae, RICHIE CAMPBELL  e o cativante MIGUEL ARAÚJO.

Estão escolhidas mais três bandas nacionais para integrar o cartaz do MEO MARÉS VIVAS e se juntarem assim a Ana Moura: Richie Campbell actua no primeiro dia do festival, já os Buraka Som Sistema, por sua vez, sobem ao palco do festival a 17 de Julho e, integra também o cartaz no mesmo dia, o talentoso  Miguel Araújo.


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Comprar Bilhetes para BURAKA SOM SISTEMA
17 JULHO 2015 | PALCO MEO

Juntar o que de melhor se faz em Portugal, são os elementos essenciais para um espectáculo memorável  no MEO MARÉS VIVAS.

As cores nacionais vão ser bem representadas pelos arrebatadores BURAKA SOM SISTEMA, o nome incontornável do Reggae, RICHIE CAMPBELL  e o cativante MIGUEL ARAÚJO.

Estão escolhidas mais três bandas nacionais para integrar o cartaz do MEO MARÉS VIVAS e se juntarem assim a Ana Moura: Richie Campbell actua no primeiro dia do festival, já os Buraka Som Sistema, por sua vez, sobem ao palco do festival a 17 de Julho e, integra também o cartaz no mesmo dia, o talentoso  Miguel Araújo.

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Comprar Bilhetes para LENNY KRAVITZ
SEXTA 17 JULHO 2015 | PALCO MEO
LENNY KRAVITZ é a primeira grande confirmação para o Festival MEO MARÉS VIVAS 2015, o Ícone ousado, irá passar pelo MEO MARÉS VIVAS a 17 de Julho para mostrar porque motivo é considerado um dos músicos de Rock mais importantes do nosso tempo.

A 17 de Julho, o 2º dia da edição de 2015 do MEO MARÉS VIVAS promete ser memorável e Lenny Kravitz será a prova disso.

Considerado como um dos músicos de Rock mais proeminentes da nossa época, Lenny Kravitz transcendeu o género, o estilo, a raça e a classe na sua longa carreira de mais de 20 anos – contando com ricas influências dos anos 60 e 70 – muito Rock, Funk e Soul.

Os talentos de Lenny enquanto escritor, produtor e multi-instrumentalista ressoaram agora ao fim de 10 álbuns de estúdio. Com mais de 38 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o sucesso musical de Kravitz já lhe deu muitas oportunidades para cumprir e mostrar o seu lado mais criativo. Com incursões pelo cinema, apareceu no filme “Precious”, no sucesso de bilheteira “The Hunger Games” e “Catching Fire”, assim como Lee Daniels “The Butler”, ao lado de Forest Whitaker, Oprah Winfrey e Cuba Gooding Jr., além da sua música e trabalhos no cinema, Lenny lançou uma empresa criativa – KRAVITZ DESIGN INC – que fornece serviços de design, desenvolvimento do produto e Branding.

No MEO MARÉS VIVAS, a 17 Julho irá subir ao palco para também nos dar a conhecer o seu mais recente trabalho – “STRUT” lançado no dia 23 de Setembro [2014] pela editora Roxie Records / Kobalt Label.

Este último álbum de Kravitz, que o público do MEO MARÉS VIVAS vai conhecer é Rock no seu estado mais puro, com batimentos rítmicos fortes, explora o desejo nas mais variadas formas: físico ou idealizado. São doze canções de libertação, que assentam que nem uma luva no coração e foi essa a intenção de Lenny.

Depois de muitos sucessos, este é o momento perfeito para chegar ao cerne da questão e segundo o músico: “Este álbum trouxe-me de volta a um lugar que eu amo tanto sobre a música”, diz ainda “(…) de volta aos sentimentos que tive quando andava no liceu (…) é um disco de rock & roll verdadeiro, é cru e tem alma”. O primeiro single “The Chamber” é já um enorme sucesso e a tournée teve início a 22 de Outubro, em Moscovo, no Crocus City Hall.
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Comprar Bilhetes para ANA MOURA
SÁBADO 18 2015 PALCO MEO MARÉS VIVAS
A MADRINHA DA EDIÇÃO 2015

Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de flirtar elegantemente com a música pop, alargando de uma forma muito pessoal o raio de acção da canção de Lisboa.

Mas aquilo que a distingue não é apenas um timbre grave e sensual como há poucos - Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que encoste a sua voz. É um rastilho imediato, uma explosão emocional disparada sem contemplações ao coração de quem a ouve.

Do seu canto, sabemos apenas que nasceu no fado. Nunca saberemos onde termina.
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JAMIE2
Comprar Bilhetes para JAMIE CULLUM
SÁBADO 18 DE JULHO // PALCO MEO
O multifacetado pianista, cantor e compositor JAMIE CULLUM vai actuar no MEO MARÉS VIVAS no dia 18 de Julho, dono de uma presença em palco bastante invulgar, promete agitar bem as marés.

O músico britânico, um astro maior do Jazz, deixou a sua marca no mundo da música através da sua originalidade e criatividade: sabe como ninguém polvilhar o Jazz com sons contemporâneos e Pop. Mas sem esquecer a multiplatina com “Twentysomething”, todo o seu conhecimento e amor pela música que o fizeram crescer nos palcos de todo o mundo.

Aos 19 anos Jamie Cullum grava o seu primeiro álbum “Heard it all Before”, numa edição de autor limitada a um número muito reduzido de exemplares. Foram nomes como Herbie Hancock ou Miles Davis que o inspiraram e hoje Jamie Cullum, compõe, grava e actua – num estilo só seu e é por isso considerado o artista de Jazz britânico mais bem-sucedido de sempre, tendo já vendido mais de 10 milhões de álbuns em todo o mundo.

Esqueleto de Jazz e pele de Pop – assim o é JAMIE CULLUM. Venceu um Grammy, dois Globos de Ouro, dois GQ Man of the Year, três Brit, três Sony Radio e entre tantos outros prémios e nomeações, Jamie Cullum é um caso de sucesso em todo o planeta. O à vontade em palco a que nos habituou constitui uma marca nos seus espectáculos e tem por isso todos os olhos postos em si.

Depois do segundo álbum, "Pointless Nostalgic" (2002), a notoriedade de Jamie Cullum subiu em flecha, o que valeu ao jovem britânico um contrato com a Universal. O primeiro registo lançado pela nova editora, "Twentysomething" (2003), alcançou o galardão de Disco de Platina e tornou-se no disco de estúdio mais vendido de sempre no Reino Unido, por um músico de Jazz, muito por conta de temas como o original ‘All At Sea’ e as versões de ‘Everlasting Love’ (U2, Gloria Estefan) e do clássico ‘Singing In The Rain’, imortalizado no musical com o mesmo nome. ‘High And Dry’ (Radiohead) e ‘Frontin’ (Pharell Williams) são outros temas recriados com assinalável mestria pelo “menino-prodígio” nos primeiros anos de carreira. A quarta longa-duração, "Catching Tales" chegou passado dois anos. Composto por um alinhamento misto, dividido entre originais e versões, como é habitual na carreira de Cullum, deu como frutos os singles ‘Mind Trick’, ‘Photograph’ e ‘Get Your Way’. Em Novembro de 2009 chega o novo álbum, "The Pursuit", no qual Jamie Cullum volta a deslumbrar. ‘I’m All Over It’ e a versão de ‘Don't Stop The Music’, de Rihanna, são os cartões-de-visita do quinto trabalho do músico, que serve de base à digressão europeia com passagem garantida por Portugal.

Em 2011 lança “Momentum” que já granjeou, entre outros, a "Rising Star", prémio reconhecido pelo evento The British Jazz Awards. Mais recentemente lançou o álbum “Interlude”: este novo álbum foi produzido por Ben Lamdin, que trabalha sob o nome Nostalgia 77 e centra-se numa sonoridade jazz. “Interlude” ainda conta com a participação de Laura Mvula e Gregory Porter, que participa no primeiro single “Don’t Let me Be Misunderstood”.

O MEO MARÉS VIVAS no dia 18 de Julho, no palco MEO prepara-se para receber Jamie Cullum, com a garantia de um grande concerto. A personalidade de Jamie Cullum é, no mínimo eclética.

O seu programa de rádio é o mais escutado pelos aficionados do género na Europa - BBC RADIO2.
“Interlude” - são 12 novas canções, gravadas à maneira antiga, como nos primórdios do jazz, numa só sala e com músicos de eleição.

Neste novo trabalho, Jamie põe também em uso outra das suas paixões, a fotografia. Com a ajuda do fotógrafo e amigo Michael Agel, o músico partilha no disco e no seu livreto alguns exemplos do seu talento atrás da câmara.
A estrela maior do Jazz, JAMIE CULLUM, dia 18 de Julho no MEO MARÉS VIVAS.

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Comprar Bilhetes para THE BLACK MAMBA
18 JULHO 2015 | PALCO MEO
E no dia 18 de Julho entram em palco os THE BLACK MAMBA, carregados de uma sonoridade soul. Maio de 2010 fica marcado na história pela junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais enquanto grupo.

“The Black Mamba”, nome que baptiza o trio e o disco de estreia, foi a inspiração encontrada para em conjunto provarem do seu próprio veneno. A química e a experiência destes grandes músicos, permitiu-lhes percorrer o universo do Blues, Soul e Funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

O público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho: 1º lugares de vendas no iTunes, a primeira edição do disco esgotado nas lojas, o airplay nas rádios, a presença de Norte a Sul em várias salas e festivais de destaque, são indicadores que em Portugal, representam por si só uma vitória. Em pouco mais de um ano, naquela que marca a tour de estreia, carimbam passagem por Londres, Filadélfia, Luanda, Madrid, Sevilha, encerrando 2013 no Brasil com chave de ouro. Que diga o público do Rock In Rio´13 (Rio de Janeiro) e do Bourbon Street Music Club (São Paulo) que em sintonia com os media, receberam o projecto de braços abertos.

O ano de 2014 arranca com a produção do segundo disco de originais, “Dirty Little Brother” que será editado a 22 de Setembro. Produzido entre Lisboa e Nova Iorque, este trabalho reúne 11 temas em que colaboram nomes como: Aurea, António Zambujo, Silk (Cais do Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande. “Wonder Why”, single de apresentação com a participação de Aurea, roda nas principais rádios nacionais e conta com uma óptima receptividade por parte do público e da crítica.

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Comprar Bilhetes para THE SCRIPT
18 JULHO 2015 | PALCO MEO
No mesmo dia em que Jamie Cullum, Ana Moura e The Black Mamba sobem ao palco, a 18 de Julho, junta-se o trio irlandês THE SCRIPT, a encerrar a última noite do MEO MARÉS VIVAS 2015.

Os irlandeses Denny O´Donoghue, Mark Sheehan e Glen Power, atuaram na noite passada no MEO ARENA, onde apresentaram pela primeira vez ao público português o seu quarto álbum “No Sound Without Silence”, lançado em Setembro de 2014.

No dia 18 de julho, o MEO Marés Vivas foi escolhido para ser o próximo palco a receber este trio de sucesso em todo o mundo, num espectáculo que promete ser memorável.

Com mais de 20 milhões de álbuns vendidos, os THE SCRIPT contam já com inúmeras distinções: um Music Award , três Meteor Award e tendo sido também nomeados para os Brit Awards – têm três discos dupla platina e cinco singles platina.

Com o êxito mundial “Hall of Fame”, os THE SCRIPT alcançaram a ribalta e os tops internacionais, música que conta com a colaboração do conhecido rapper Will.I.Am e que vendeu mais de cinco milhões de cópias.

Como preparação para o grande concerto, o MEO Music disponibiliza a todos os fãs um completo catálogo de músicas e álbuns da banda: http://music.meo.pt/artist/223002.

Os THE SCRIPT, sobem ao palco do MEO MARÉS VIVAS, no dia 18 de Julho para um concerto único e arrebatador

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Comprar Bilhetes para DAVID GUETTA
14 AGOSTO | Estádio de Quarteira
A festa de Verão que ninguém vai querer perder… 

Organização PEV ENTERTAINMENT e UAU, em estreita parceria com a CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ, esta promete ser a festa que vai parar o Algarve.

A RÁDIO COMERCIAL também se vai associar a este evento e promete animar ainda mais a festa. Uma noite que promete ser memorável no Estádio de Quarteira em Vilamoura.

DAVID GUETTA, desempenhou um papel importante em tornar a “dance music” num habitué dos tops das tabelas nos dias de hoje. O seu impacto é impossível de ignorar ou subestimar. Pode ser incluído no grupo de elite de Super produtores cujo som é sinonimo de uma era – como Trevor Horn, Rick Rubin ou Dr Dre.

Com o novo álbum “Listen” Guetta está a anunciar o fim desta era – e a indicar o caminho da próxima. Já chegou ao número 1 do top do iTunes desde o seu lançamento, assim como atingiu o nº1 nos álbuns de dança nos EUA e Reino Unido, cimentando ainda mais o título de “melhor do mundo”. 

“What I Did For Love” com a vocalista líder no Reino Unido – Emeli Sandé, deu um toque emotivo numa balada tradicional, que uniu cordas ágeis com elementos electrónicos. “Adoro esta mulher”… diz David Guetta sobre o trabalho de Emeli Sandé: “Ela é muito talentosa e uma pessoa maravilhosa”[…] queria poder trabalhar com ela durante muitos anos, ela é incrível”. “What I Did For Love” começa com notas de piano suaves e constrói-se lentamente com o alcance vocal e fenomenal de Sandé – mas a verdadeira magia reside na combinação harmoniosa de David Guetta e Emeli Sandé, provando uma vez mais que Guetta continua a ser um verdadeiro mestre das pistas de dança e como levou a musica electrónica tão longe. “Listen” o seu último álbum reafirma o desejo de fazer música que une as pessoas. 

O Som da electronic-dance-music (EDM), em que foi pioneiro, domina o mundo. A EDM, aconteceu ao mesmo tempo da quebra da economia mundial, e criou uma oportunidade de optimismo e escape na cultura pop. Mas, como pioneiro Guetta está à frente da tendência. “Eu preciso de criar novos sons,” disse ele. “Listen é completamente diferente de tudo o que eu fiz anteriormente.”

Listen esteve três anos a ser feito, num estúdio em Londres, LA e Ibiza, onde Guetta vive, como também na estrada. Compor e escrever “beats” no seu computador durante as viagens entre locais exóticos tornou-se normal para os DJ-produtores superestrelas, e Guetta não tem sido excepção (ele tem residências no XS e Encore em Vegas, Ushaua e Pacha em Ibiza, e actua para milhões a volta do mundo). Listen é sofisticado, variado e emocionante, uma colecção de músicas clássicas. Não é só altos (picos) e festas na piscina – existem momentos de incerteza e introspecção.

“É espectacular trabalhar com pessoas famosas,” diz Guetta, cuja longa lista de colaborações inclui Rihanna, Madonna, Usher e Snoop Dogg. Mas a razão por detrás da sua fama é o seu talento. 

Em “Listen” vem Emeli Sandé, em “What I did for Love” que é uma forma de hino – cantar acapela num piano a 90 segundos antes do “beat entrar. Em relação ao que aprendeu acerca de fazer o album Guetta diz “Eu passei muito mais tempo a escrever músicas. É provavelmente o meu album mais pessoal. Até hoje eu fazia bastantes músicas sobre a felicidade e o amor, a sensualidade e apenas em fazer a festa – era basicamente a minha vida. E recentemente, a minha vida pessoal tem sido mais difícil, isso reflecte-se no album, nas coisas que estamos a falar, e o tipo de tarefas. Eu nunca fiz isto, porque até para mim o importante é fazer as pessoas dançar.”

Em termos de musicalidade, Listen é o trabalho de Guetta mais ambicioso - é uma mistura de instrumentos “live” e tecnologia de precisão programada. “Use mulitas orquestras classicas”, disse Guetta […] e quis que fosse épica e cinematográfica.” A chave para ajudar a concretizar isto foi o seu co-produtor, o compositor Holandês Giogio Tuinfot, que trabalhou com Michael Jackson e Lady Gaga.

Tuinfort, é uma presença constante, mas como em albums anteriores de Guetta, Listen conta com uma série de colaborações de diferentes generos – em que cada performer traz todo o seu potencial. Aqui está icluido - John Lengend que habilmente misturou a acustica do soul com a produção eletrónica na Música do titulo do album; Ms Dynamite e o Rapper sueco Elliphant no vulcanico reaggae-house hibrido No Money No Love; The Script tornaram Goodbye Friend numa poderosa mistura indie-dance; Sam Martin outra vez em Lovers on the Sun – o primeiro single (31 milhões de visualizações no Youtube e continua a somar); Nicki Minaj na msitura de voz Hey Mama. Igualmente: Nico & Vinz, Sia; Bebe Rexha, Skylar Grey, co-produção de Avicii; Afrojack, Nicky Romero…the list goes on.

Foi no ano de 2009 que Guetta, um Dj de sucesso e um produtor de dance-music com três álbuns e uma residencia em Ibiza, que se tornou um ícone pop. Ele conseguiu-o através da fusão da dance-music com o Urban no seu quarto album – o seu primeiro em termos de sucesso de massas – One Love. Em parceria com alguns dos grandes nomes do hip-hop e R&B, e reinventando o seu som nas pistas de dança, Guetta criou a alquimia pop. Os hits seguintes – como I Gotta Feeling (com os Black Eyed Peas) e When Love Takes Over (com Kelly Rowland) and Sexy Bitch (with Akon) – projectaram-no para o estrelato. Eles também definiram um novo modelo para a o som da radio comercial, especialmente no EUA. Isto foi fundamental para tornar o EDM no maior movimento jovem desde o hip hop.

“Eu sempre me senti frustrado: porque que as estações de radio não tocavam dance-music? Porque que os media não davam mais atenção, quando milhares de jovens vem para nos ouvir todos os fim-de-semana? Desesperadamente queria chegar aonde estamos agora… Eu peno que essas gravações fizeram isso.”

Marcos e elogios para One Love incluem: 3M de álbuns vendidos e o top nos charts em 17 países; 15M singles vendidos; 2 prémios nos Grammy – e mais seis nomiações; e mais prémios nos NRJ Music Awards, MTV Europe Awards e no World Music Awards.

Em 2011, no quinto album de Guetta, Nothing but the Beat, alcançou-se ainda maiores êxitos – com 4M em vendas e outra avalanche de hits, incluindo o todo-poderoso hit Titanium (feat. Sia), com este tema sombrio acerca da alienação e exclusão: “ O meu primeiro passo para mudar o meu som”.

Foi fácil esquecer que nem sempre foi assim – ele costumava promover raves na sua cidade de nascença Paris com mais nada que flyers fotocopiados. A necessidade de Guetta em comunicar com a sua audiência levou a que se adopta se desde cedo as redes sociais – ele tem um colossal numero de Facebook likes 57M; tem 17M Twitter seguidores e é o artista mais seguido no Spotify.

A sua enorme audiência online ajudou o a tornar-se um efectivo benfeitor e embaixador da UNICEF – onde doa música e cria trafego no Twitter para a campanha “The World Needs More…”. Ele também é um dos cérebros por detrás do Dubset, a genial nova plataforma que os DJ’s podem fazer upload e partilhar mixes – em que paga royalties aos artistas em questão.

Então como é que Guetta resume a sua nova direcção? “Eu tenho de ser honesto comigo mesmo. Quero eu fazer um novo cd sobre sábado à noite – vamos esquecer tudo, gastar dinheiro e passar um bom momento?` Já fiz isso. Agora quero fazer musica que vem do meu coração e da minha alma – não quero escrever musicas se não for como me sinto”.

De Ibiza para o Algarve, David Guetta escolheu Portugal para actuar em pleno mês de Agosto: Vilamoura é um destino de relevância turística internacional, a segurança e as acessibilidades, a proximidade do aeroporto e das várias vias rápidas, as infra-estruturas logísticas bem como as facilidades ao nível da hotelaria de excelência. Importante ainda referir, todo o envolvimento da Câmara Municipal de Loulé como parceiros deste grande evento.

Informação Artista:
http://www.davidguetta.com/en/world#!
https://www.facebook.com/DavidGuetta
https://soundcloud.com/davidguetta

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Comprar Bilhetes para DULCE PONTES
AO VIVO NO PAVILHÃO MULTIUSOS DE GUIMARÃES, DIA 17 DE OUTUBRO
Com mais de 25 anos de carreira, a cantora portuguesa Dulce Pontes, distinguida com vários prémios entre os quais, o Prémio Luigi Tenco, vai actuar dia 17 de Outubro no grande Pavilhão Multiusos de Guimarães.

São 27 anos de Música a percorrer os palcos do Mundo, Dulce Pontes iniciou 2015 com o abraço mais desejado: Portugal. Uma viagem poético-musical entre o passado e o presente, com algumas pontes para o futuro. Pelo fado, o folclore, a música popular Portuguesa, a música Galaico-Portuguesa, de Martin Codax a Artur Paredes, de Fernando Pessoa a Horácio Ferrer, de Mikis Theodorakis a Linhares Barbosa, Dulce faz a travessia do Atlântico, tocando as orlas de África e Brasil, com paragem obrigatória em temas que são clássicos da sua extensa carreira.

Info artista:
http://www.dulcepontes.net/
https://www.facebook.com/dulcepontesoficial


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Comprar Bilhetes para MARIZA
26 E 27 DE NOVEMBRO – COLISEU DO PORTO | 7 DE DEZEMBRO – MEO ARENA
Mariza anuncia o seu regresso. O novo disco – “Mundo” – a ser editado depois do Verão, tem já agendado datas de apresentação ao vivo.

As primeiras grandes apresentações em Portugal decorrem no Coliseu do Porto a 26 e 27 de Novembro, seguindo-se o Meo Arena em Lisboa a 7 de Dezembro. Os bilhetes estão à venda a partir de hoje (20 de Maio).

“Mundo” assinala o aguardado regresso da mais internacional dos artistas portugueses aos discos, depois de um interregno de cinco anos, durante o qual editou o seu primeiro “Best-Of” em 2014.

14 anos depois da estreia em disco, mais de um milhão de discos vendidos, edição em mais de 35 países, inúmeras digressões mundiais nas salas mais prestigiadas (Ópera de Sidney, Carnegie Hall em Nova Iorque, Walt Disney Concert Hall em Los Angeles, Royal Albert Hall em Londres, só para citar alguns), vários prémios nacionais e internacionais, Mariza está de regresso com o seu novo “Mundo”, em disco e em palco.

http://www.mariza.com/
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