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13 DE FEVEREIRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
Na comemoração dos seus 35 anos de carreira, Rui Veloso sobe ao palco do Pavilhão Multiusos em Guimarães, no dia 13 de Fevereiro, para um grande concerto.

São trinta e cinco anos de carreira, que prometem uma noite e um concerto únicos, onde o músico irá revisitar os mais importantes temas que marcaram várias gerações – “Não há estrelas no céu”, “Chico Fininho”, “Jura”, “Porto Covo” e “Nunca me esqueci de ti” – são alguns dos temas que se poderão ouvir neste concerto tão especial.

Rui Veloso, que se iniciou na música com apenas seis anos de idade, lançou o seu disco de estreia, “Ar de Rock”, aos 23 anos. Temas como “Chico Fininho”, um dos maiores sucessos da obra de Rui Veloso e do letrista Carlos Tê, foram algumas das razões para este ter sido considerado um dos melhores 50 álbuns portugueses das últimas quatro décadas, pela reconhecida revista de música Blitz.

Com Rui Veloso começa-se finalmente a falar do rock português. O músico que elevou o rock nacional, cruzou o palco com alguns dos mais galardoados nomes da música internacional, B.B.King, Gilberto Gil, Lenine, no projecto Rio Grande (com Tim, Vitorino, João Gil e Jorge Palma), entre muitos outros.

É também nesse ano que se comemora os 25 anos do disco “Mingos e os Samurais”, o álbum mais galardoado na música portuguesa, que trouxe êxitos como “Não há estrelas no Céu” e “ A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)”. O quinto registo de originais do músico recebeu sete discos de platina, passando a ser o álbum de artistas portugueses mais galardoado de sempre.

É já em 2016 que iremos receber o músico a Norte, para uma noite de grandes comemorações, dia 13 de Fevereiro no Pavilhão Multiusos de Guimarães.

http://www.ruiveloso.com.pt/
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Comprar Bilhetes para ELTON JOHN AND HIS BAND
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 14 JULHO//  PALCO MEO
ELTON JOHN AND HIS BAND é a primeira grande confirmação para o festival MEO VIVAS MARES 2016, é um dos artistas mais aclamados e bem-sucedidos de todos os tempos. Alcançou 37 discos de ouro e 27 discos de platina, já vendeu mais de 250 milhões de discos em todo o mundo, e detém o recorde do single mais vendido de todos os tempos. Ao longo de cinco décadas desde que a sua carreira começou em 1969, Elton já atuou em mais de 3500 concertos, em 80 países.

Sobe ao palco no dia 14 de Julho, da edição de 2016 do MEO MARES VIVAS que promete ser memorável e Elton John será a prova disso.
Sir Elton Hercules John, nascido em Reginald Kenneth Dwight, (Grande Londres, 25 de Março de 1947) é um dos mais importantes cantores, compositores e músicos do Reino Unido.

O seu nome artístico advém de dois membros da sua antiga banda - Bluesology - Elton Dean (saxofonista) e Long John Baldry (líder da banda). Nascido no subúrbio de Pinner, Middlesex, estudou na Pinner County Grammar School e ganhou uma bolsa escolar aos onze anos de idade para a Royal Academy of Music.

A carreira de Elton John atravessa a quarta década de um ininterrupto sucesso. Nos anos setenta, época que muitos consideram como sendo o auge de sua carreira (foi considerado o segundo artista mais importante dessa década, superado apenas por Paul McCartney), já era considerado como um dos maiores astros pop do planeta.

Ainda na adolescência, integrou o grupo de blues Bluesology. Em 1967 estabeleceu parceria com o letrista Bernie Taupin, com o qual lançou grande parte de sua obra musical, mantendo-se a parceira até aos dias de hoje.

Apesar de ter lançado o disco Empty Sky em 1969, que não trazia no seu repertório nenhum sucesso imediato , a grande viragem na sua carreira ocorreu com o lançamento do disco Elton John, de 1970, que o lançou como cantor de sucesso nos Estados Unidos e trouxe ao público um de seus maiores sucessos, a canção "Your Song".

De todos os seus discos de maior sucesso, destacam-se Goodbye Yellow Brick Road (1973) e Captain Fantastic and The Brown Dirt Cowboy, este último de 1975. São também os discos mais bem colocados no ranking de melhores discos do século XX elaborado pela revista Rolling Stone.

Além de Bernie Taupin, outros letristas trabalharam com Elton, entre os quais Gary Osborne e Tim Rice. Enquanto a parceria com o primeiro está presente nos discos A Single Man, 21 at 33, The Fox, Jump Up! e Leather Jackets, o trabalho com o segundo, iniciada com a música Legal Boys, de 1982, resultou anos depois na soundtrack dos filmes O Rei Leão (1994), com a qual Elton ganhou o Óscar de melhor banda sonora, e O Caminho Para Eldorado (2001).

É o único artista que até hoje conseguiu alcançar seis lançamentos consecutivos no primeiro lugar da Billboard, sendo detentor do recorde de single com a maior venda da história, com a adaptação feita em 1997 da canção Candle in the Wind em homenagem à amiga pessoal, Princesa Diana, totalizando um total de quarenta milhões de cópias vendidas.

Elton John manteve-se em evidência na década de 1980, época em que lançou um álbum inédito por ano, levando ao público hits como I Guess That's Why They Call It The Blues, I'm Still Standing, Sacrifice, Nikita e diversos outros. Apesar de ter declarado a sua bissexualidade em 1976, em entrevista à revista Rolling Stone, casou-se com a engenheira de som Renate Blauel em 1984, tendo a união se dissolvido em 1988. Em 2005 celebrou um contrato de parceria civil com David Furnish, com o qual vive desde meados da década de 1990.

Embora tenha diminuído o ritmo de lançamento de novos discos, Elton John permaneceu em destaque na década de 1990, lançando canções de sucesso como Can You Feel The Love Tonight, The One, Something About The Way You Look Tonight, Blessed. É considerado um dos maiores e mais influentes artistas da atualidade, lançando novos trabalhos regularmente. Nos últimos anos compôs os musicais Billy Eliot e Lestat, que ficaram em cartaz na Broadway.

É filantropo: participou do Live Aid de 1985, ao lado de artistas como David Bowie, Sting, Phil Collins, entre outros, além de manter uma fundação para combate à SIDA, tida como a maior do mundo no género, criada em 1992. No mesmo ano, apresentou-se ao lado dos Guns N' Roses no Video Music Awards 92.

Elton sempre teve o sonho de ser dono da equipa de futebol, pela qual torcia, o Watford FC, tendo realizado esse projeto em 1976, quando então o clube figurava na série B da Liga Inglesa. Injetou recursos para contratações, levando a equipa até a primeira divisão. Vendeu-a em 1987. Também ajuda um clube de futebol da Austrália. É dono de um restaurante em Hollywood.

Em 1986, foi sujeito a uma intervenção cirúrgica na garganta, em virtude de lhe ter sido diagnosticado pequenos nódulos nas suas cordas vocais, consequência da quantidade de marijuana que fumava nessa altura. Este facto veio a impor uma mudança profunda na sua voz, que se tornou mais grave e profunda, perdendo por completo o seu famoso falsete.

Em 1992, Elton cantou com o Queen a música "The Show Must Go On" no Freddie Mercury Tribute Concert. Cantou neste mesmo concerto em homenagem ao Freddie Mercury, a música Bohemian Rhapsody, junto com Axl Rose e os integrantes restantes do Queen.

Em 2007, Elton John comemorou o seu aniversário de 60 anos realizando o seu sexagésimo espectáculo no Madison Square Garden, em Nova Iorque. O discurso de abertura do espectáculo foi feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos da América, Bill Clinton.

A grande novidade para 2016 é também o regresso de Elton John aos estúdios para gravar aquele que será o seu 33º álbum – “WONDERFUL CRAZY NIGHT”, disponível em todo o mundo no dia 05 de Fevereiro de 2016. O álbum foi co-produzido por Elton e T-Bone Burnett .

Mais Informação: Visit http://www.eltonjohn.com/
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Comprar Bilhetes para LOST FREQUENCIES
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
Um dos mais aclamados sucessos mundiais – LOST FREQUENCIES entra também em palco – o DJ e produtor belga Felix de Laet é o nome por detrás de tanto talento.
Em 2014 tornou-se mundialmente conhecido pelo vasto talento, no remix que fez para a música “Are You With Me”, do Easton Corbin. A música surgiu no álbum de Corbin em 2012 – “All Over The Road” – Lost Frequencies faz o remix deste single, lançando-o a 27 de Outubro de 2014.
Liderou os tops belgas durante seis semanas consecutivas e alcançou o segundo lugar no Wallon Chart. Em 2015 o single chega ao top de vários países como Austrália, Alemanha, Irlanda, Suiça e Reino Unido – noutros países como Finlândia, França, Noruega ou suécia mantem-se sempre no Top 10.
Recebido por toda a europa de braços abertos, encanta com o seu estilo musical melódico, etéreo e inspirador. “Are You With Me” conquistou 4 platinas na Suécia e 2 platinas na Suíça, confirmando assim o enorme talento deste jovem produtor.
Com um estilo único – diversificando vários géneros: amor pelo hip-hop, Drum and Bass, Pop e Jazz entre outros – incorporando ideias de cada um destes géneros. Recentemente tocou em espaços mundialmente conhecidos, incluindo a AMNESIA IBIZA e TOMORROWLAND.
No dia 15 de Julho – o palco mundialmente conhecido é outro, é o MEO MARES VIVAS.

Mais Informações:
www.twitter.com/Lfrequencies| www.facebook.com/LostFrequenciesMusic| www.soundcloud.com/lo-freq-1

O preço dos bilhetes para a edição de 2016:
- Bilhete Diário: 35.00 eur | 30.00 eur em pré venda até dia 31 Dez 2015 
- Passe Geral: 60.00 eur | 55.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015
- Passe Geral VIP: 150.00 eur | 125.00 eur em pré venda até 31 Dez 2015 

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, Masqueticket
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FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O que é nacional é bom e por essa mesma razão DENGAZ sobe ao palco do MEO MARES VIVAS – o rapper português acabou de lançar o seu 2o album de originais “Para Sempre” que contou com a produção do português Twins. 

 Músicas como “Dizer que não” e “Nada errado” com Antonio Zambujo já se ouvem um pouco por todas rádios bem como o hit de verão com o brasileiro Marcelo D2, “Tamos juntos”.

Conhecido pela sua energia inesgotável em palco, Dengaz, o rapper mais rockeiro de Portugal, marca assim presença no MEO Marés Vivas.
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Comprar Bilhetes para KODALINE
FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS 2016 // 15 JULHO//  PALCO MEO
O famoso quarteto irlandês, composto por Steve Garrigan (voz, guitarra, teclados, bandolim e harmónica), Mark Prendergast (guitarra, voz secundária e teclados), Vinny May (bateria e percussão) e Jason Bolard (baixo e voz secundária), vão atuar no dia 15 de Julho no Palco MEO do MEO MARÉS VIVAS.

Acabados de lançar o seu segundo álbum - “Coming Up For Air” é o mais recente trabalho da banda Irlandesa, reconhecidos pelo incrível sucesso do seu álbum de lançamento “In a Perfect World”, que entrou directamente para o primeiro lugar do Top Irlandês e para o terceiro do Top Britânico.

Receberam o convite para viajarem até LA e juntar-se ao conhecido produtor Jacknife Lee e desta experiência não esperavam a abordagem completamente nova que receberam, o carinho pelos sintetizadores e o single do segundo álbum, já escrito – Jacknife foi o responsável pela saída da banda da sua zona de conforto.

Mas aquilo que realmente caracteriza os KODALINE é o poder emocional que transmitem nas suas músicas e a relação com os fãs, fazem deles uma banda de sucesso. No dia 15 de Julho o MEO MARÉS VIVAS vai viver uma noite especial ao som de Kodaline. Imperdível.

MAIS INFORMAÇÃO ARTISTA:
http://www.kodaline.com/home
https://www.facebook.com/Kodaline/
https://soundcloud.com/kodaline
https://twitter.com/kodaline
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5 e 6 AGOSTO 2016 - QUINTA DA MARIALVA (CORROIOS)
2016 marca o início de uma nova vida para o Vagos Open Air, com uma mudança para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade.

Surgido no ano de 2009, ao longo de sete edições o festival VAGOS OPEN AIR assentou arraiais na região de Vagos e, de forma inteligente, tratou de afirmar-se como o maior evento dedicado à música pesada em Portugal. Sete anos depois, a organização opera uma mudança estratégica de localização para a área de Lisboa e o desenvolvimento de uma nova identidade, que mantém intacta a vontade de construir cartazes em que a qualidade importa mais que a quantidade. Agora sob o nome VOA e num novo local, ainda mais acessível e com maior oferta de serviços básicos que permitirá um crescimento sustentado em anos vindouros, o evento irá realizar-se na Quinta da Marialva, em Corroios, um local já com fortes ligações à música pesada, nos dias 5 e 6 de Agosto de 2016.

Mantendo a fasquia da qualidade bastante alta como é, de resto, seu apanágio, a organização aproveita também para anunciar que os primeiros nomes confirmados para o VOA 2016 são os suecos OPETH, os ingleses ANATHEMA e os suecos KATATONIA, três nomes de luxo e razões mais que suficientes para ansiarmos todos ainda mais pelo calor que se faz sentir habitualmente no primeiro fim-de-semana de Agosto.

Mikael Åkerfeldt e os seus OPETH passaram as últimas duas décadas e meia a labutar incessantemente – e a crescer, a vários níveis. Pelo caminho transformaram-se num dos nomes mais influentes da sua geração e acumularam um corpo de trabalho que revela, simultaneamente, uma devoção enorme pelo conceito de progressão estética e um fervoroso desejo de busca pela perfeição que, mais tarde ou mais cedo, culminará inevitavelmente na criação de um misticismo especial e na ocupação de um lugar de destaque semelhante ao que “deuses do metal” como os Black Sabbath, Led Zeppelin ou Iron Maiden ocupam hoje. Talvez a uma escala diferente, porque os tempos são obviamente outros, mas com a mesma criatividade e vitalidade. Prova disso é o facto de todos os anos tocarem para milhares de pessoas pelo mundo fora, sendo que atualmente são já um dos nomes mais consensuais no espectro da música pesada. As raízes no doom e no death metal sueco infundido de ocultismo e romantismo a pender para o obscuro são inegáveis e, ouvindo álbuns como «Orchid», «Morningrise» ou «My Arms, Your Hearse», essa abordagem nunca será razão para pedirem desculpa. Foi, no entanto, com a edição de «Still Life» e «Black Waterpark» que começaram a transformar-se no colosso que conhecemos hoje, com uma sequência irrepreensível de registos – «Deliverance», «Damnation», «Ghost Reveries», «Watershed», «Heritage» e «Pale Communion» – que os levou aos píncaros, provando que o inimitável Åkerfeldt, estratega, vocalista, guitarrista e compositor do grupo, sabe exatamente como remodelar o seu veículo artístico sem sacrificar o espírito criativo que o caracteriza desde a formação em 1990.

Ao lado dos Paradise Lost e My Dying Bride, os ANATHEMA completaram a tríade do doom britânico no início dos anos 90, ajudaram a estabelecer os parâmetros para a fusão death/doom e cimentaram-na, por direito próprio, como um subgénero da música extrema. Abraçando o imaginário gótico e cinzentão tipicamente britânico, entre lápides cobertas de musgo, os músicos de Liverpool assinaram, no espaço de quatro anos, algumas das pedras basilares do estilo. «Crestfallen», «Serenades», «Pentecost III» e «The Silent Enigma» estabeleceram a sonoridade, influenciaram toda uma geração e viram o nome da banda inscrito no panteão da música lenta e pesada. Desde «Eternity», em 1995, talvez inspirados pela imensidão de grupos que tentavam recriar o que tinham feito nos primeiros discos, optaram por uma abordagem mais melódica e atmosférica, que deu origem a outros tantos títulos um pouco diferentes mas igualmente incontornáveis e marcantes – «Alternative 4», «Judgement», «A Fine Day To Exit», «A Natural Disaster», «We're Here Because We're Here», «Weather Systems» e «Distant Satellites». Hoje, do doom inicial às paisagens encantadoras dos discos mais recentes, passando pela doce solidão que dominou grande parte dos álbuns que gravaram nos anos que rodearam a viragem de milénio, a banda britânica tem encarado sem qualquer receio ou pudor a missão a que se propôs desde muito cedo na sua carreira – transcender os limites da música como forma de arte.

Os KATATONIA cresceram muito desde que, pelas mãos de Jonas Renkse e Anders Nyström, mostraram o seu black/doom de contornos góticos ao mundo, transformando-se num dos nomes mais fascinantes e únicos surgidos do boom underground do início da década de 90. Evoluíram para tão longe das suas raízes e o que fazem é tão próprio que, atualmente, são já detentores de um estilo próprio, impossível de rotular de forma estanque. Fala-se neles e vêm logo à cabeça os leads melancólicos, carregados de camadas de delay, a parede de guitarras fortes, a secção rítmica muito sólida, o registo embargado de Renkse e os enormes refrões, revelando a sensibilidade melódica irresistível que premeia a sua música. Coisa cada vez mais rara no mundo da música pesada, o coletivo sueco tem também uma capacidade inata para escrever grandes canções. «Teargas», «Criminals», «Ghost Of The Sun», «I Am Nothing», «Deadhouse», «Evidence», «I Break», «For My Demons» – a lista de temas, daqueles que se colam ao córtex cerebral para nunca mais o voltarem a largar, emoções à flor da pele e melancolia latente em todo o seu esplendor, não é difícil de elaborar a partir de um fundo de catálogo sempre em crescendo. Quatro anos e profundas mudanças de formação após o soberbo «Dead End Kings», que mostrou os músicos de Estocolmo ainda mais entregues à melancolia urbana que tem dominado grande parte da sua já longa carreira, 2016 vai marcar por fim um muito aguardado regresso do quinteto aos discos de originais, aos palcos e a Portugal.

Os bilhetes custam 50 euros (passe dois dias) e 35,00 euros (bilhete diário), à venda nos locais habituais. Fã Pack passe + t-shirt oficial do festival à venda a partir de 20 de Janeiro.

Pontos de venda de Bilhetes:
Portugal: Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt), CTT (www.ctt.pt).
Espanha: Ticketmaster (www.ticketmaster.es), Masqueticket (www.masqueticket.com).

Links Uteis: 
Website: www.voa.rocks
Facebook: www.facebook.com/voafest
Twitter: www.twitter.com/voafest

VOA 2016


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25 DE NOVEMBRO – PAVILHÃO MULTIUSOS - GUIMARÃES
Mariza apresentou recentemente o seu novo disco – “Mundo”, com lotações esgotadas e a aclamação do público, que em êxtase vibrou a cada música. As primeiras grandes apresentações em Portugal decorreram no Coliseu do Porto em Novembro, seguindo-se o Meo Arena em Lisboa. Agora é a vez de Guimarães receber a artista no próximo dia 25 de Novembro, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. Os bilhetes estão à venda a partir de hoje (22 de Janeiro).

“Mundo” assinala o aguardado regresso da mais internacional dos artistas portugueses aos discos, depois de um interregno de cinco anos, durante o qual editou o seu primeiro “Best-Of” em 2014.
14 anos depois da estreia em disco, mais de um milhão de discos vendidos, edição em mais de 35 países, inúmeras digressões mundiais nas salas mais prestigiadas (Ópera de Sidney, Carnegie Hall em Nova Iorque, Walt Disney Concert Hall em Los Angeles, Royal Albert Hall em Londres, só para citar alguns), vários prémios nacionais e internacionais, Mariza está de regresso com o seu novo “Mundo”, em disco e em palco.

http://www.mariza.com/
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