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D.A.M.A
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08 DE ABRIL – COLISEU DO PORTO
Os D.A.M.A começaram como um projeto pop/ rap, liderado por Francisco ‘Kasha’ Pereira e Miguel Coimbra, a quem se juntou, algum tempo depois, um amigo de longa data, Miguel Cristovinho. O grupo foi-se gradualmente libertando de quaisquer restrições musicais, passando a escrever canções com que as pessoas se pudessem relacionar, mantendo sempre uma mensagem positiva.

Em 2013 os D.A.M.A participaram em dois grandes festivais de Verão – as Festas do Mar em Cascais e o Meo SW, onde foram recebidos calorosamente por uma enorme multidão de fãs.

Desde então, os D.A.M.A têm vindo a conquistar os palcos portugueses onde quer que atuem. Em julho de 2014, abriram para os One Direction no Estádio do Dragão no Porto, provando ser capazes de arrebatar uma verdadeira multidão de fãs e manter um estádio inteiro a cantar as suas canções.

Com o primeiro disco, 'Uma Questão de Princípio', os D.A.M.A tornaram-se no grupo revelação de 2014, alcançando o estatuto de Dupla Platina. Lançado em setembro desse ano, 'Uma Questão de Princípio' entrou diretamente para o terceiro lugar do Top de álbuns, o que foi uma conquista incrível para um disco de estreia.

'Uma Questão de Princípio' liderou ainda o streaming de álbuns no Spotify em Portugal durante mais de seis meses consecutivos. O disco teve vários singles de sucesso, como 'Balada do Desajeitado', 'Luísa' e 'Às Vezes', que alcançou o primeiro lugar na lista de Singles, bem como no Top do iTunes, estando entre as canções mais tocadas nas estações de rádio portuguesas.

Gravado entre Lisboa e Porto, o primeiro álbum foi co-produzido pelos consagrados músicos e produtores Alexandre Manaia e Vitor Silva, bem como por Miguel Coimbra. O disco contou com convidados especiais, como o cantautor brasileiro Gaby Luthai, e os cantores portugueses Mia Rose e Salvador Seixas. As relações humanas e os sentimentos delas resultantes foram o tema central das letras do álbum, escritas pelo trio de cantores/ compositores.

Os D.A.M.A conseguiram criar um estilo de música que resume o espírito das personalidades dos três membros da banda, e que resulta num som harmonioso, transmitindo uma mensagem positiva e contemporânea, assente em canções de refrões fortes e contagiantes.
O segundo álbum, 'Dá-me um Segundo', lançado em 2015, atingiu o estatuto de Platina e estabeleceu definitivamente os D.A.M.A como o mais querido e admirado grupo de pop português.

Desde então a banda já realizou mais de 300 espetáculos em Portugal, esgotando salas como o Pavilhão Multiusos de Guimarães (6.000 pessoas), o Campo Pequeno em Lisboa (10.000 pessoas) e, mais recentemente, o Rock in Rio Portugal (mais de 80.000 pessoas) e o MEO Arena em Lisboa, onde mais de 14.000 fãs entusiasmados cantaram e dançaram ao longo de um concerto de duas horas e meia.

Os números dos canais Youtube/ VEVO dos D.A.M.A provam a enorme popularidade do grupo: 'Luísa', que foi o primeiro vídeo, tem perto de oito milhões de visualizações; 'Balada do Desajeitado' oito milhões e meio; 'Não Dá' tem mais de dez milhões e 'Ás Vezes' está acima dos onze milhões de visualizações!

O novo single 'Era eu', lançado em setembro de 2016, já tem mais de quatro milhões e meio de visualizações no Youtube / VEVO.
'Era eu' será incluído no terceiro álbum dos D.A.M.A, a ser editado em 2017.

Cartaz Dama
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GHOST + Guests
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15 de Abril | MEO Arena (Sala Tejo) | Lisboa
O Papa Emeritus III e os seus acólitos regressam a Portugal para uma atuação única em Lisboa... E a Páscoa, na capital, promete nunca mais ser a mesma.

Haverá melhor altura para uma “missa negra” que a reta final da Quaresma, a escassas horas de mais um Domingo da Ressurreição?

Enquanto lá fora, pelo país, se ultimam todos os preparativos para a principal celebração do ano cristão, na Sala Tejo, em Lisboa, os GHOST vão inverter o paradigma litúrgico, numa atuação que promete ficar cravada – a ferro e fogo – na memória da horda de devotos que, em de Novembro de 2015, esgotaram totalmente a lotação do Hard Club e do Paradise Garage, no Porto e em Lisboa, respetivamente.

Outra coisa não seria de esperar, de resto. Apresentados ao mundo como “um ministério de adoração ao Diabo, que – de forma a difundir um evangelho profano – decidiu usar o rock para atingir os seus objetivos”, a banda é, sem dúvida, uma das propostas mais entusiasmantes surgidos no universo da música pesada moderna no Séc. XXI. Seja em estúdio ou ao vivo, onde brilham como ninguém, ao longo dos últimos seis anos os músicos anónimos têm mostrado exatamente como deixar a sua marca ao combinarem de forma cuidadosamente coreografada uma forte componente teatral com a força contagiante de canções que, ao primeiro impacto, ficam coladas ao ouvido.

O resultado desta misteriosa alquimia transforma-se numa experiência memorável, que merece ser testemunhada ao vivo e a cores – preferencialmente de negro.

Vencedores de um Grammy e a vender o chifrudo às massas desde 2010, não deixa de ser curioso que uma banda com uma mensagem como a dos GHOST tenha conseguido ganhar uma expressão tão significativa junto de um público mais mainstream. Sobretudo quando o modus operandi que adotam parece evitar a todo o custo as armadilhas do mundo virtual em que vivemos hoje. Isto porque são um projeto anónimo a mover-se sorrateiramente numa sociedade obcecada pelas celebridades e cega pelas redes sociais, mas num curto espaço de tempo conseguiram atingir níveis de sucesso com que a maioria dos grupos de rock/metal só pode sonhar e, mantendo-se firmemente envoltos numa nuvem de mistério, cultivaram a excelsa personalidade de subversão e simbolismo que os destaca de toda a competição.

Engana-se, no entanto, quem pensar que o sucesso da banda de Linköping se deve única e exclusivamente a um elaborado plano de promoção estratégica e muitíssimo inteligente do fascínio pela intriga e curiosidade que os seis músicos cultivam – e, surpreendentemente, conseguem manter – desde que, há quase uma década, emergiram como uma mancha negra das profundezas.

Firmemente apoiados na mestria com que, desde que lançaram a estreia «Opus Eponymous» em 2010, fundem um cenário de horror macabro que vai beber influência ao legado de artistas como Arthur Brown e Alice Cooper com os riffs dos Blue Öyster Cult e Mercyful Fate, a dose certa de psicadelismo e melodias que deixariam os The Beatles e os Abba profundamente orgulhosos, os GHOST conquistaram fiéis dentro e fora do universo do metal. A música, mais refinada em «Infestissumam» e «Meliora», o segundo e terceiro discos de longa-duração, de 2013 e 2015, respetivamente, afirma-se sem grande dificuldade como algum do mais credível e tecnicamente competente heavy metal de que à memória recente – e, além de um Grammy, tem-lhes valido rasgados elogios de personalidades tão respeitadas e influentes como James Hetfield, Phil Anselmo, Fenriz e Dave Grohl, com quem gravaram inclusivamente o EP «If You Have Ghost».

Entretanto andaram pelo mundo a tocar para plateias totalmente rendidas, ao lado de bandas como os Metallica e Iron Maiden, estabelecendo-se como um verdadeiro bastião de entretenimento e como sinónimo de uma noite bem passada. Já em 2016, o misterioso sexteto sueco editou o muito aplaudido EP «Popestar», que serve agora de mote ao seu regresso ao nosso país.

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda a partir do dia 29 de Novembro, nos seguintes locais:
Blueticket (www.blueticket.pt), Fnac, Worten, El Corte Inglés, Carbono (Amadora), Glam-O-Rama (Lisboa), Masqueticket (Espanha) e no local.

Websites: www.ghost-official.com // www.facebook.com/thebandghost 


Cartaz Ghost
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DREAMTHEATER2
DREAM THEATER
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30 Abril – Coliseu Porto
IMAGES, WORDS & BEYOND 25TH ANNIVERSARY TOUR

Os Dream Theater, mestres incontestados do metal progressivo, regressam a Portugal para comemorar o 25º aniversário do icónico «Images And Words».

Três anos após terem deixado a plateia do Coliseu do Porto totalmente rendida à qualidade inequívoca da sua música e à proficiência técnica irrepreensível de um coletivo formado por músicos de exceção, os DREAM THEATER vão estar de regresso “ao local do crime” no dia 30 de Abril de 2017.

O espetáculo integra-se na rota europeia da digressão Images, Words & Beyond, que celebra o 25º aniversário da edição de «Images And Words», um dos lançamentos mais icónicos e celebrados de que há memória no espectro do heavy metal progressivo e, sem dúvida, um dos pontos mais inspirados numa carreira que, por esta altura, já ultrapassou a marca do quarto de século de existência – sem que os músicos norte-americanos tenham alguma vez dado mostras de abrandamento criativo.

Com início a 30 de Janeiro, em Roma, esta imponente tour europeia vai mostrar o quinteto a interpretar o «Images And Words» na totalidade, assim como uma seleção de alguns dos temas mais aplaudidos de um catálogo amplamente aclamado, mantendo a banda no velho continente até ao final de Abril, com o espetáculo em solo nacional a marcar o final de uma sequência de trinta datas que reúnem todos os condimentos para ficarem marcadas para sempre na memória dos seus seguidores.

Editado originalmente a 7 de Julho de 1992, «Images And Words» é o segundo álbum da carreira dos DREAM THEATER e marcou a estreia do vocalista James LaBrie no coletivo após a promissora estreia três anos antes com «When Dream And Day Unite». Mostrando desde bem cedo toda a resiliência que sempre os caracterizou, os músicos não se deixaram abater pelo abandono súbito de Charlie Dominici e, após terem feito audições a quase 200 candidatos e assinado um contrato com a multinacional Atco, deram continuidade ao seu percurso com um engenho impressionante. Assinando uma mistura equilibrada de metal e rock progressivo com vocalizações sinceras e letras provocadoras, John Petrucci, John Myung, Mike Portnoy e Kevin Moore mostraram uma habilidade impressionante nos seus respetivos instrumentos, traduzida numa coleção de canções muito fortes e construídas de forma intrincada, que funcionaram como a base perfeita para LaBrie dar azo a toda a sua criatividade, espelhada na impressionante amplitude do seu registo vocal. Da complexidade de «Metropolis, Pt. 1» à épica «Learning To Live», passando pela emblemática «Pull Me Under» (que, com direito a vídeo-clip e edição em formato single, se transformou no primeiro grande êxito do grupo), «Images And Words» afirmou de vez os DREAM THEATHER como uma proposta musical acima da norma e, um quarto de século depois, continua a manter a sua posição como o álbum mais bem sucedido comercialmente da banda até à data.

Ao longo do seu já longo percurso, os DREAM THEATER conseguiram, de forma muito surpreendente, estabilizar uma síntese sublime de melodias inconfundíveis, instrumentação progressiva e sensação de peso agressivo incomparável no espectro do heavy metal. Graças a uma espantosa alquimia estética e criativa, o nome da banda é hoje sinónimo da força do talento, da habilidade e do poder criativo, assim como do resultado obtido na junção destes três elementos num coletivo de músicos com capacidades extraordinárias. À medida que o mundo vira à sua volta, se desenvolve, se estende e marcha para um destino incerto a nível económico, político e espiritual, o grupo hoje formado por James LaBrie na voz, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess nas teclas e Mike Mangini na bateria não se coíbe de ir remodelando progressivamente o caminho, protagonizando sucessivas reinvenções que lhes permitem manter-se estoicamente como uma das propostas mais inovadoras e influentes da sua geração. Excelsos, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a cultivar e a proteger o seu inabalável estatuto como formadores de opinião e figuras de proa de um estilo em que se pensa que tudo já foi inventado.

Os bilhetes para o concerto custam entre 32 e 37€.
A pré-venda e bilhetes VIP, através do site oficial dos Dream Theater, a partir das 09h00 de dia 20 de Dezembro.
A venda geral arranca dia 21 de Dezembro, nos locais habituais.

Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).
Websites: www.dreamtheater.net  // www.facebook.com/dreamtheater 

Cartaz Dream Theater
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Slayer2
SLAYER
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5 Junho - Coliseu Lisboa
Ilustres representantes dos Big Four, ao lado dos Metallica, Megadeth e Anthrax, os líderes incontestados do thrash mais impiedoso regressam por fim a Lisboa para apresentar «Repentless», o aclamado 11º registo de originais.

É certo e sabido que, mesmo no seio de um grupo com interesses em comum, as opiniões tendem a dividir-se quando chega a hora de discutir quais as bandas mais importantes ou definidoras de uma determinada época. Poucos são, no entanto, aqueles que se atrevem a questionar a relevância de um grupo como os SLAYER – ou o impacto de discos como «Reign In Blood», «South Of Heaven» ou «Seasons In The Abyss», apenas três dos mais aplaudidos num catálogo sem mácula. É exatamente por isso que Araya, King, Hanneman e Lombardo são, há mais de três décadas, os porta-estandartes de tudo o que é hoje o som extremo. Do death ao black metal, são eles a referência maior, uma força unificadora num universo cada vez mais dividido por uma quantidade incontável de géneros e subgéneros. É precisamente esse sentimento de união, transversal a tantos estilos e gerações, que se vai materializar no próximo dia 5 de Junho quando os SLAYER, uma das bandas mais consensuais de sempre no espectro da música pesada, subirem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Quando os SLAYER editaram o terceiro álbum de estúdio, o influente «Reign In Blood», a 7 de Outubro de 1986, já tinham gravado outros dois discos muito promissores, mas foi nesse preciso momento que se transformaram na lenda que são hoje. Pelo caminho, influenciaram tudo, ou quase tudo, o que foi feito em termos de música pesada desde então. Uma boa prova disso é que, tanto tempo depois, o álbum de 1986 continua a carregar o mesmo apelo animal que deixou tanta gente de queixo caído na altura em que foi lançado. É claro que, ao longo dos anos, muitos foram os músicos que tentaram recriar o génio e a perfeição contidos naquela contundente coleção de dez temas, mas nunca ninguém conseguiu chegar nem lá perto. E isso não é exatamente estranho; os próprios músicos perceberam rapidamente que nem valia a pena tentarem e, no disco seguinte, o «South Of Heaven», trataram de colocar um pé no travão. Hoje, oito álbuns depois e já sem os elementos fundadores Jeff Hanneman e Dave Lombardo na formação, são definitivamente uma banda bem diferente, mas há uma coisa que ninguém lhes pode negar – serão, para a eternidade, um dos nomes mais revolucionários, influentes, emblemáticos e resilientes saídos da música extrema.

Dúvidas restassem em relação à sua vitalidade, algo estranho se tivermos em conta o intocável fundo de catálogo da banda, o mais recente registo de estúdio, «Repentless», editado há dois anos, tratou de desfazê-las. Quando, já após o polémico afastamento do baterista Dave Lombardo na reta final da tour mundial de promoção a «World Painted Blood», o guitarrista Jeff Hanneman faleceu inesperadamente em Maio de 2013, o futuro dos SLAYER tornou-se subitamente incerto. Valeu-lhes, a eles e à sua vasta e devota base de seguidores, a resiliência do guitarrista Kerry King que, com o baixista/vocalista Tom Araya estoicamente ao seu lado e a preciosa ajuda de Gary Holt na guitarra e Paul Bostaph na bateria, tornaram real o 11º álbum do mítico quarteto californiano. Com o furioso tema-título, «Take Control», «Cast The First Stone», «When The Stillness Comes» ou «You Against You» a manterem inalterada a agressividade selvagem que os tornou famosos, os SLAYER renasceram como se ainda tivessem algo a provar e, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a afirmar-se como uma das mais distintas e poderosas bandas sobreviventes do boom thrash dos anos 80.

Os bilhetes para o concerto custam 32€, à venda a partir do dia 20 de Janeiro, nos locais habituais.
Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).

Websites: www.slayer.net // www.facebook.com/slayer

Cartaz Slayer
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HIM2
HIM | CONCERTO ESGOTADO
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17 Junho – Hard Club (Porto)
Depois de uma ausência de mais de uma década dos palcos nacionais, os finlandeses HIM estão, por fim, de regresso a Portugal.

Amem-se de paixão ou odeiem-se de morte, porque são daquelas bandas em relação às quais não parece haver meio-termo, a verdade é que não há como negar o impacto que os HIM, os criadores do love metal, tiveram no cenário da música pesada desde que, em 1997, lançaram o seu disco de estreia. Parece, de facto, incrível que entretanto já se tenham passado duas décadas.

A verdade é que, ao longo dos últimos vinte anos, transformaram-se numa das mais bem sucedidas exportações musicais finlandesas, num caso raro de sucesso estratosférico, não só no seu país de origem mas também do outro lado ao Atlântico.

Em 2017, o ano em que se comemora o vigésimo aniversário da edição de «Greatest Lovesongs, Vol. 666» e após uma demasiado longa ausência dos palcos nacionais, a banda de Helsínquia vai estar por fim de regresso a Portugal para um concerto intimista no Hard Club, no Porto, no dia 17 de Junho.

Forjadas no início dos anos 90 pelos pioneiros do death doom britânico como Paradise Lost ou My Dying Bride, as melódicas e melancólicas atmosferas do metal gótico sugeriram desde bem cedo um lado mais suave e comercialmente viável para o rock herdeiro dos Black Sabbath, mas foram mantidas sob controlo pelo underground mais sombrio até ao momento em que, do outro lado do Atlântico, Peter Steele e os seus Type O Negative decidiram, de uma vez por todas, arriscar uma estética mais sexy e acessível aos riffs compassados.

No entanto, acabaram indubitavelmente por ser os finlandeses HIM a escancarar as proverbiais portas do panteão metálico para todos os sons lustrosos e sensuais que se foram tornando populares durante a viragem do milénio. Apoiados na sua visão muito pessoal, gótica e romântica q.b. do rock que não rejeita as influências de metal ou até mesmo de pop, a banda liderada por Ville Valo construiu um percurso exemplar e um fundo de catálogo repleto de temas icónicos.

Cada geração tem seus ícones e – de Johnny Cash aos Black Sabbath – as últimas décadas têm sido definidas pelos sons que produzem. Os HIM não são uma exceção a esta regra e, desde que se juntaram em 1992, têm vindo a destilar a sua fusão de sons pesados e envolventes, pejados de teclados luxuriantes e melodias orelhudas, para criar uma fermentação sónica excecionalmente potente.

Criada por um grupo de adolescentes obcecados não só com os imortais Black Sabbath, mas também com a sagacidade sardónica e pesada dos Type O Negative, a banda cresceu para se transformar num dos ícones nacionais da sua nativa Finlândia – e não se ficou por aí.

A sua marca registada, o Heartagram, deixou um selo indelével por todo o globo, graças a uma sequência de lançamentos de qualidade superior e a uma dedicação que os viu a calcorrear o mundo de lés a lés. Hoje, com um total de mais de oito milhões de discos vendidos a nível mundial, «Join Me In Death» a afirmar-se como o single mais vendido por qualquer artista finlandês até à data e a honra de terem sido, efetivamente, a primeira banda finlandesa a conquistar um disco de ouro nos Estados Unidos com «Dark Light», de 2005, os HIM são uma força como nenhuma outra.

Os bilhetes para o concerto custam 25€, à venda a partir do dia 22 de Dezembro, nos locais habituais.
Ticketline (1820 - www.ticketline.sapo.pt). Espanha: Masqueticket (www.masqueticket.com).

Websites: www.heartagram.com // www.facebook.com/theheartagram


Cartaz HIM
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MASTODON1
MASTODON + Special Guests
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21 Junho – MEO Arena (Sala Tejo)
Cinco longos anos de ausência depois, os MASTODON regressam por fim a Portugal no próximo dia 21 de Junho, para uma atuação em nome próprio na Sala Tejo da Meo Arena, em Lisboa.

Durante as últimas décadas tornou-se óbvio que há muito de válido a acontecer criativamente no submundo da música extrema – feitas as contas, é a versão mainstream do género que começa a precisar desesperadamente de um novo conjunto de super-heróis.
Por muito que nos custe admiti-lo, é cada vez mais notório que os pioneiros da tendência parecem já não ter força suficiente para contrariar o sistema, verdadeiros colossos vergados ao peso de uma indústria que, como qualquer outra, tem como principal objetivo o proveito ao invés da arte.
Cabe, portanto, às gerações mais jovens, e com mais sangue na guelra, ocuparem um lugar de liderança na insurreição e ajudarem à criação de novos padrões, providenciando a proverbial injeção de sangue saudável numa tendência que corre o sério risco de estagnar mais cedo do que previsto. No limiar do salto para a primeira divisão da tendência, os MASTODON são – sem margem para quaisquer dúvidas – quem melhor consegue uma carreira equilibrada na ténue linha que separa a validade criativa e o sucesso em larga escala. Um caso raro de talento aliado à perícia técnica e a doses de inteligência ímpar, traduzido num fundo de catálogo substancial e sem mácula, aplaudido de forma consensual pelo público e pela crítica.

Somando já quase duas décadas de carreira, sete álbuns de estúdio, dois registos ao vivo, uma coletânea e mais de uma dúzia de EPs, splits e singles, a banda oriunda de Atlanta tem mostrado saber exatamente como progredir sem nunca estagnar, afirmando-se como um daqueles nomes de que, por esta altura, já ninguém espera outra coisa que não seja o inesperado. Desde bem cedo apostando numa identidade pessoal muito vincada e mostrando uma solidez invejável – os MASTODON são, desde o lançamento do EP de estreia em 2001, Troy Sanders no baixo/voz, Brann Dayior na bateria/voz, Bill Kelliher na guitarra/voz e Brent Hinds na guitarra/voz –, souberam como agarrar-se ao seu eclético leque de influências para criarem uma sonoridade muito própria e difícil de catalogar de forma estanque, capaz de agradar de igual forma a fanáticos do peso extremo, a adoradores do rock mais orelhudo ou a intelectuais dos sons progressivos. Uma coisa é certa, não há, hoje em dia, outra banda como esta, apesar de todos os copycats que foram surgindo em cena desde que começaram a partilhar palcos com gigantes como os Metallica e a transformar-se numa fonte de inspiração para toda uma nova geração de músicos apostados em fugir ao óbvio.

Alicerçado na força e genialidade melódica dos riffs e leads dedilhados pela dupla Kelliher/Hinds, no talento irrequieto de Dailor atrás da bateria, no ritmo pulsante do baixo de Sanders e num potente ataque vocal quadruplo, que lhes permite harmonizar refrães que ficam
de imediato colados no córtex do ouvinte, a cada disco novo que grava, o quarteto norte americano tem-se atirado sucessivamente de cabeça a novas experiências sonoras mirabolantes, que – sem fugirem muito ao esquema que delinearam desde bem cedo para a sua sonoridade – tem dado origem a alguns dos discos mais interessantes e desafiantes da última década. Das descargas colossais de «Remission» e «Leviathan» à atitude consideravelmente mais direta e orelhuda de «Once More 'Round The Sun», passando por exigentes exercícios conceptuais como «Blood Mountain», «Crack The Skye» e «The Hunter», para cada lugar de destaque na tabela de vendas da Billboard, para cada concerto esgotado ou para cada nomeação para os Grammys, há uma coleção de grandes temas e sucessivas demonstrações de um talento sem igual.

A mais recente chama-se «Emperor of Sand», tem data de edição agendada para o próximo dia 31 de Março e vai servir de mote a um muito aguardado regresso dos MASTODON a Portugal, marcado para 21 de Junho, na Sala Tejo da
Meo Arena, em Lisboa.

Os bilhetes para o concerto custam 28€, à venda a partir do dia 15 de Março, nos seguintes
locais: Blueticket (www.blueticket.pt), Fnac, Worten, El Corte Inglés, Carbono (Amadora),
Glam-O-Rama (Lisboa), Masqueticket (Espanha) e no local.

Cartaz Mastodon
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TOM1
TOM CHAPLIN
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
Tom Chaplin é a mais recente confirmação para o MEO MARES VIVAS, dia 14 de Julho no palco MEO. Conhecido nos dois lados do Atlântico, desde os inícios de 2000 como líder da banda de rock britânica KEANE.

O primeiro álbum a solo de Tom Chaplin, 'The Wave', estreou-se em 3º lugar nos top ´s britânicos em Outubro de 2016 e apresenta onze canções incrivelmente honestas e escritas por Tom, produzidas por Matt Hales e gravadas em Pasadena, Califórnia e Londres.

É a primeira vez que Tom sai do lado dos Keane, a banda britânica de vários milhões de álbuns, que conquistou 5 álbuns número um entre 2004 e 2013.

Impulsionado pela sua voz inconfundível, 'The Wave' é um álbum poderoso que tem sido criticado pelos críticos. The “Sunday Times Culture” deu-lhe o “Album Of The Week”, o The Telegraph, "a música mais linda e edificante da carreira de Chaplin", e o Standard, o Sun, Q e Mojo todos premiando com 4 estrelas nos seus comentários.

A sua banda apresenta MD, baterista e o programador Sebastian Sternberg; Rosie Langley no violino, synths e guitarra; O pianista e violinista com formação clássica Tobie Tripp e Beau Holland na guitarra, synths e piano.

https://www.facebook.com/TomChaplinMusic/
https://twitter.com/tomchaplin
https://www.youtube.com/channel/UC6IFIHMoH5gohcHt0yo_t8A
https://www.instagram.com/tomchaplin/
http://www.tomchaplinmusic.com/music/

Cartaz MV Tom Chaplin
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Diogo1
DIOGO PIÇARRA
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 14 DE JULHO
No dia 14 de Julho é a vez de subir ao Palco MEO o artista português – DIOGO PIÇARRA, com a estreia novo espectáculo, “do=s”!

2017 será um ano marcante na carreira de Diogo Piçarra. No dia 31 de Março lança “do=s”, o segundo álbum de estúdio que marcará também o lançamento de um novo espectáculo.

Diogo Piçarra levará “do=s” a percorrer o país, de Norte a Sul, Ilhas e também com algumas aventuras internacionais. Será um espectáculo com uma forte componente visual e com a energia que tem caracterizado os seus últimos lançamentos.

Em palco, Diogo Piçarra na voz, guitarra e piano, estará acompanhado pelo seu habitual e irrepreensível trio de músicos: Francisco Aragão (guitarras, teclados e programações), Filipe Cabeçadas (bateria e programações) e Miguel Santos (baixo e teclado).

Um espectáculo que se espera emocionante e de partilha com o seu público – a sua enorme família - onde Diogo Piçarra vai percorrer os grandes Hits que têm marcado a sua carreira: ‘Tu e Eu’, ‘Dialeto’, ‘Verdadeiro’, ‘Entre as Estrelas’, ‘Wall of Love’ e o novo single ‘História’, dando
também a conhecer as canções que compõem o novo disco “do=s”.

https://pt-pt.facebook.com/diogopicarra
https://twitter.com/diogopicarra

Cartaz MV Diogo Piçarra
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