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METALLICA
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1 de Fevereiro de 2018 na MEO Arena, em Lisboa

 

 Digressão mundial de promoção a “Hardwired... To Self-Destruct” passa por Lisboa

1 de fevereiro de 2018 na MEO Arena, em Lisboa Bilhetes à venda a partir de 24 de março


Cartaz Metallica4

Os Metallica acabam de anunciar as datas europeias da digressão “WorldWired Tour”, de promoção ao novo álbum “Hardwired… To Self-Destruct”, sendo que Lisboa é uma das datas contempladas. O grupo norte-americano regressa assim a Portugal no início do próximo ano, a 1 de fevereiro de 2018, à MEO Arena. A digressão arranca com dois concertos em Amesterdão, nos dias 4 e 6 de setembro. Os noruegueses Kvelertak vão fazer as primeiras partes da digressão. 

Os bilhetes estarão disponíveis em regime de pré-venda para membros do Legacy Met Club a partir da próxima terça-feira, 21 de março, pelas 9h da manhã, enquanto os bilhetes de todos os Fifth Members dos Metallica ficarão disponíveis em pré-venda a partir das 10h do mesmo dia. Os ingressos serão colocados à venda ao público em geral a 24 de março, sexta-feira. Consulte www.metallica.com para todas as informações quanto a bilhetes.

Os bilhetes que forem adquiridos nas lojas oficiais incluem o álbum “Hardwired… To Self-Destruct”, em formato físico e digital, edição standard. Serão enviadas informações mais detalhadas por e-mail  quanto a esta oferta, sendo que em caso de já se ter o disco é possível oferecê-lo, informações que também serão dadas via e-mail. A versão física do álbum acresce taxas de envio.

Os Metallica associaram-se à CID Entertainment para oferecer três opções que permitem uma experiência mais completa desta digressão, incluindo bilhetes premium e outras facilidades, acesso prévio à sala de espetáculos, uma visita à exposição de memorabilia “Memory Remains”, bem como meet & greets, através dos quais é possível conhecer a banda. Para informações detalhadas quanto a estas ofertas consulte: 

http://www.cidentertainment.com/events/metallica-europe-tour-2017/ 

Hardwired… To Self-Destruct” foi lançado a 18 de novembro de 2016, com o selo da Blackened Recordings, dos próprios Metallica, tendo entrado para o 1.º lugar dos tops de vendas em todo o mundo, ultrapassando as 800 mil cópias vendidas na semana de lançamento. O álbum foi produzido por Greg Fidelman com James Hetfield e Lars Ulrich e está disponível em vários formatos em www.metallica.com. 

Em Portugal, o álbum também teve entrada direta para o 1.º lugar do top de vendas, tendo atingido o Galardão de Ouro.

Hardwired… To Self-Destruct” foi bastante aplaudido pela crítica. O New York Times escreveu: “Os Metallica abraçaram a idade adulta, reclamando o ataque da sua música, ao mesmo tempo que colocam de parte a imagem de banda hard rock jovem, veloz e fora de controlo”. “Em ‘Hardwired’ os Metallica voltam ao terror vintage dos anos 80”, escreveu a Rolling Stone. O The Guardian afirmou: “Os Metallica acabam de fazer o seu melhor disco em 25 anos”, enquanto a NME referiu: “Os Metallica mantêm-se vitais e inovadores”.

Informações:

01 de Fevereiro 2018

MEO ARENA - Lisboa

Preços de bilhetes: 50 a 80 euros

SOBRE METALLICA

Os Metallica foram formados em 1981 pelo baterista Lars Ulrich e pelo guitarrista e vocalista James Hetfield e tornou-se uma das mais influentes e comercialmente bem sucedidas bandas de rock na história, tendo vendido 110 milhões de álbuns em todo o mundo enquanto toca para milhões de fãs em literalmente todos os sete continentes. Compilaram vários álbuns multiplatina, incluindo o “Metallica” de 1991, conhecido por “The Black Album”, com vendas de quase 17 milhões de cópias nos Estados Unidos, tornando-o o álbum mais vendido da história da Soundscan. Metallica também recebeu inúmeros prémios e elogios, incluindo nove Grammy Awards, dois American Music Awards e vários MTV Video Music Awards, e foram induzidos no Rock and Roll Hall of Fame e Museum em 2009. Em Dezembro de 2013, os Metallica fazem história quando dão um concerto raro na Antártida, tornando-se a primeira banda a tocar em todos os sete continentes num ano, o que lhes rendeu um lugar no Guinness Book of World Records.

SOBRE KVELERTAK

Formada em Stavanger, na Noruega, Kvelertak é uma banda vencedora de prémios e aclamada pela crítica em todo o mundo, além de quatro prémios Spellemann conquistados. Lançaram três álbuns. O seu mais recente LP, “Nattesferd”, obteve os elogios "Most Anticipated" da Rolling Stone, Stereogum e Consequence of Sound, aquando do seu lançamento em Maio de 2016 e rapidamente estabeleceu-se como um dos mais aclamados lançamentos do ano. Stereogum escolheu “Nattesferd” como o álbum #16 na sua lista dos "50 melhores álbuns de 2016", afirmando: "... é um estimulante convite para um mundo inteiro", e a Rolling Stone elogiou a coleção nos seus "Best Metal Records of 2016" afirmando, "... Kvelertak tornaram-se no crossover mais atraente e convincente do heavy metal".


Cartaz Metallica 2018

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Apocalyptica, Epica, The Dillinger Escape Plan, Childrain e Colosso
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VOA – Heavy Rock Festival | de 4 a 6 de Agosto | Parque Urbano Quinta de Marialva
Apocalyptica, Epica, The Dillinger Escape Plan, Childrain e Colosso adicionados ao cartaz.
Palco secundário com curadoria da revista LOUD!

Com regresso agendado para o Parque Urbano Quinta de Marialva nos dias 4, 5 e 6 de Agosto, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL adiciona agora mais cinco nomes de referência a um cartaz que, como comunicado no passado mês de Dezembro, conta já com a presença dos norte-americanos TRIVIUM, DEATH ANGEL e OBITUARY, dos finlandeses INSOMNIUM, dos espanhóis KILLUS e dos portugueses TERROR EMPIRE. Solidificando ainda um pouco mais o conceito de diversidade que desde sempre dominou o evento, vão passar também pelo palco do anfiteatro de Corroios os muito aplaudidos finlandeses APOCALYPTICA, que regressam a Portugal, desta vez para, com toda a pompa e circunstância, comemorarem o vigésimo aniversário do aclamado álbum de estreia, «Plays Metallica By Four Cellos»; os holandeses EPICA que, após dois espetáculos arrebatadores há três anos, vão aproveitar a ocasião para mostrar ao vivo toda a força do seu mais recente álbum, «The Holographic Principle»; e os norte-americanos THE DILLINGER ESCAPE PLAN que, já na sequência da edição do explosivo «Dissociation», andam em tour pelo mundo a despedir-se da sua vasta legião de fãs antes de colocarem um ponto final numa carreira brilhante. A reforçar a presença ibérica no cartaz, os espanhóis CHILDRAIN e os lusos COLOSSO prometem dar conta do excelente estado em que se encontra hoje o underground da península. Pelo primeiro ano, e aproveitando o crescimento do evento para três dias, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL vai alargar a sua programação a um segundo palco, que contará com curadoria da revista LOUD! – do rock'nroll ao death/black metal, passando por todas as vertentes e subgéneros da música pesada e extrema, a mais antiga publicação mensal dedicada aos sons pesados em território nacional pretende fazer deste espaço uma mostra do que de melhor se tem produzido por cá nos últimos anos.

APOCALYPTICA
Quando surgiram “em cena”, corria o ano de 1996, os finlandeses APOCALYPTICA eram a verdadeira anomalia. Se não um projeto impensável, um conceito meio inusitado para a grande maioria do público que tinham como alvo. Bem vistas as coisas, o mais estranho ainda é que, antes de Eicca Toppinen, Max Lilja, Antero Manninen e Paavo Lotjonen, quatro jovens roqueiros e violoncelistas com formação erudita, ninguém tivesse tido a brilhante ideia de fazer algo do género. É certo e sabido que o heavy metal e a música clássica têm, desde sempre, mais em comum do que o melómano menos dado a extremismos gosta de admitir, por isso... A ideia de ver quatro músicos com formação clássica a fazerem versões de temas de heavy metal acabava por fazer todo o sentido. Neste caso, começaram por dar novas roupagens a originais dos Metallica e, com o álbum de estreia «Plays Metallica By Four Cellos», encantaram plateias por esse mundo fora com as suas interpretações muito próprias de êxitos como «Enter Sandman», «Master of Puppets» e «The Unforgiven». Entretanto passaram-se mais de duas décadas, os músicos alargaram o seu repertório a material dos Sepultura, dos Pantera e dos Faith No More, entre outros, começaram a compor também os seus próprios originais, mudaram de formação e, em álbuns como «Reflections» «Worlds Collide» ou «7th Symphony», encetaram colaborações com músicos tão respeitados como Dave Lombardo, Til Lindemann e Joe Duplantier, dos Slayer, Rammstein e Gojira, respetivamente. Pelo caminho, enquanto iam desenvolvendo uma identidade muito além da “banda de covers” glorificada pelo exotismo, conseguiram estabelecer-se também como um fenómeno de massas, subindo às tabelas de vendas e marcando presença nos palcos dos grandes festivais. O último registo de estúdio do grupo chama-se «Shadowmaker» e foi editado há dois anos, mas em 2017 os músicos vão redescobrir as suas raízes, com uma tour de comemoração do 20º aniversário de «Plays Metallica By Four Cellos», que inclui por fim a estreia no VOA.

EPICA
Quase duas décadas depois de terem dado os primeiros passos pela mão do guitarrista e mentor Mark Jansen, pouco tempo depois de ter abandonado os também muitíssimos aplaudidos After Forever, a popularidade gerada pelo coletivo holandês não dá mostras de abrandamento. Destacando-se desde muito cedo, não só por serem tão influenciados pelo rock como pela corrente sinfónica do metal, mas pela paixão que Jansen nutre pelas épicas bandas-sonoras compostas por nomes como Danny Elfman e Hans Zimmer, o grupo – cuja formação fica hoje completa com a carismática e talentosa Simone Simons na voz, Issac Delahaye na guitarra, Coen Janssen nos teclados, Rob Van Der Loo no baixo e Arien Van Weesenbeck na bateria – gravou uma sequência de álbuns irrepreensíveis, da estreia «The Phantom Agony» ao mais recente «The Holographic Principle», do ano passado, que lhes valeram elogios rasgados por parte da imprensa especializada e dos fãs. Garantindo lugar de destaque nas tabelas de vendas de países como Alemanha, França, Áustria, Suíça, Finlândia, Bélgica e até Portugal, são hoje porta-estandartes incontestados do fenómeno female fronted metal, neste caso em particular um poderoso e envolvente híbrido de thrash/death e heavy/power metal sinfónico. Uma proposta de exceção que, numa tendência dominada por exuberantes vocalizações femininas e sons orquestrais, tem mostrado saber exatamente como progredir e evoluir renunciando aos clichés.

THE DILLINGER ESCAPE PLAN
Caos. Confusão. Barulho. Dissonância. Matemática. Perigo. É disso tudo que tem mesmo de se falar ao mencionar o nome dos icónicos THE DILLINGER ESCAPE PLAN, um dos grupos mais inovadores e desafiantes surgidos no espectro da música extrema na reta final do Séc. XX. Construídos de fibra punk/hardcore, movidos a adrenalina e abençoados com uma arrogância muito própria de instrumentistas muito jovens, mas exímios na arte de debitar notas, solos e batidas à velocidade da luz, o quinteto de Nova Jérsia afirmou-se desde cedo como uma proposta incomum com uma explosiva mistura de pós-hardcore, metal, arranjos alucinados e quebras rítmicas com mais em comum com o free jazz do que com qualquer categoria do rock. Apesar de terem em bandas como Converge, Cave In ou Botch verdadeiras almas gémeas, foram os primeiros a chegar a uma audiência mais vasta graças a um contracto com a Relapse e, na senda do lançamento de bombas refratárias como «Under The Running Board» e «Calculating Infinity», o underground não mais voltou a ser o mesmo. A dada altura não havia metrópole europeia que não tivesse, pelo menos, um clone da máquina demolidora formado por Ben Weinman e companhia. Talvez por isso, a partir do exato momento em que colaboraram com o camaleónico Mike Patton no EP «Irony is a Dead Scene» e acolherem Greg Puciato como vocalista permanente em «Miss Machine», não mais voltaram a deixar de trocar de pele a cada novo passo. Álbuns como «Ire Works», «Option Paralysis» ou «One Of Us Is The Killer» mostraramnos a explorar toda a elasticidade do seu som e, entre várias peripécias e algumas mudanças de formação, cimentaram-nos como uma das mais respeitadas bandas de peso da geração pré-MySpace. Surpresa das surpresas, em 2016 decidem anunciar um ponto final do seu percurso, mas não sem antes lançarem o explosivo «Dissociation» e embarcarem numa digressão de despedida pelo mundo. Portugal, desta vez, não vai ficar de fora.

CHILDRAIN
Formados em Vitoria-Gasteiz corria o ano de 2008, os CHILDRAIN são um jovem quinteto que pratica um estilo de metal moderno, cujas influências abarcam desde os primeiros discos dos Metallica até aos Lamb of God, combinado essas referências de peso com uma clara devoção pelo hardcore melódico dos 90s. Surgiram em cena em 2009 com o seu primeiro registo de estúdio, um EP intitulado «A Place Between Hell and Heaven», hoje em dia totalmente esgotado. Dois anos e muitos espetáculos depois, editam por fim o que seria o seu longa-duração de estreia, «Life Show». Revelando uma ética de trabalho forte e o delinear de uma identidade cada vez mais própria, os dois discos foram recebidos com rasgados elogios pela imprensa especializada e, ao longo da sua curta mas muito promissora carreira, o quinteto formado por Iñi na voz, Iker e Álvaro nas guitarras, Rodri no baixo e Mikel na bateria, partilhou palcos com bandas de nomeada como Napalm Death ou Hatebreed afirmando-se paulatinamente como uma das mais excitantes propostas saídas do país vizinho. Segue-se então a edição do terceiro e quarto álbuns, «A Fairy Tale for the Dissent» e «Matheria», em 2013 e 2015, respetivamente, com a banda a cimentar de vez a sua, aparentemente imparável, ascensão no movimento underground de nuestros hermanos.

COLOSSO
Os COLOSSO são uma banda de death metal progressivo e começaram a tomar forma, na cidade do Porto, como um projeto a solo de Max Tomé que, desde bem cedo, traçou as linhas do conceito a explorar – música intensa, sem fronteiras estilísticas ou filosofias específicas. Em 2011, Max convidou o francês Dirk Verbeuren (ex-Scarve e Soilwork, atualmente nos Megadeth) para gravar as partes de bateria para a estreia «Abrasive Peace», registando ele próprio todos os outros instrumentos e a voz. Entretanto, o multi-instrumentista já tinha contactado também Marcelo Aires, ex-Oblique Rain, que acabaria por ocupar a posição atrás da bateria como elemento permanente. A primeira formação do grupo ficaria completa escassos meses depois, com André Lourenço no baixo. Com a química entre o trio a crescer, infelizmente a banda viu-se impossibilitada de tocar ao vivo aquando do lançamento de «Abrasive Peace», em Março de 2012; o que fizeram foi concentrar-se na composição do EP «Thallium» e, durante o processo de gravação, António Carvalho aceita o convite para integrar o projeto na guitarra. Com esta formação expandida, focam-se por fim nos concertos durante grande parte de 2013. Durante o ano seguinte, já após o lançamento do duplo-single «Foregone Semblances», André Macedo junta-se ao grupo na voz e, ainda antes do ano chegar ao fim, começam a compor o terceiro álbum, que seria editado, sob o título «Obnoxious», a 9 de Setembro de 2016.
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VOA – Heavy Rock Festival
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VOA – Heavy Rock Festival | de 4 a 6 de Agosto | Parque Urbano Quinta de Marialva
O VOA – Heavy Rock Festival regressa ao Parque Urbano Quinta de Marialva, em Corroios, nos dias 4, 5 e 6 de Agosto. Trivium, Death Angel e Obituary, entre outros, estão entre as primeiras confirmações para a nona edição do festival, que retoma o formato de três dias de duração.

Na sequência de uma última edição de enorme sucesso – que, no Verão de 2016, fez deslocar à Margem Sul do Tejo uma vasta legião de fiéis do som eterno para assistir a atuações de bandas tão reputadas como Paradise Lost, Kreator ou Abbath, o VOA – Heavy Rock Festival vai regressar ao Parque Urbano Quinta de Marialva no próximo ano. Crescendo de dois para três dias, em 2017, o evento acontece a 4, 5 e 6 de Agosto, prometendo solidificar a sua posição como o mais representativo dos festivais de peso em solo nacional e ponto de paragem obrigatório para quem aprecia a música pintada em tons de negro, em toda a plenitude da sua miríade de géneros e subgéneros.

Para começar, são seis as confirmações a figurar num cartaz que, muito à semelhança do que se passou no ano transato, aposta sobretudo na diversidade e no dinamismo estilístico capaz de satisfazer os melómanos mais exigentes. Com a qualidade como único ponto em comum para além do peso, da abordagem intemporal ao metal dos norte-americanos TRIVIUM, ao thrash inventivo dos DEATH ANGEL, passando pelo death metal demolidor das lendas dos 90s OBITUARY, pela melodia agressiva dos finlandeses INSOMNIUM, pela singularidade rara dos espanhóis KILLUS ou pelas elevadas doses de sangue na guelra dos portugueses TERROR EMPIRE, o que não faltam são ótimas razões para reservar já o primeiro fim-de-semana de Agosto na agenda.
Porque o que é metal ou rock pesado, passa pelo VOA – Heavy Rock Festival.



TRIVIUM
Provenientes do centro da Florida, nos Estados Unidos, os TRIVIUM tomaram forma em 2000 e, de um momento para o outro, apanharam a onda gerada pelo enterro do nu-metal e consequente florescer do fenómeno metalcore, começando a gerar um zumbido na comunidade headbanger de Orlando. De zumbido a rugido, o projeto começou a dar que falar no underground e, com as redes sociais a servirem já de ferramentas de divulgação, fez chegar a sua curiosa mistura de metalcore, thrash e metal progressivo além-fronteiras. Não demoraram a assinar contrato com o selo alemão Lifeforce, que lançou «Ember To Inferno», o muito aplaudido álbum de estreia do grupo idealizado pelo jovem vocalista e guitarrista Matt Heafy, em Outubro de 2003. Apoiados no enorme talento técnico e composicional do seu estratega, num mundo pós-sucesso estratosférico de «Alive Or Just Breathing», foram rapidamente “agarrados” pela Roadrunner Records, numa movimentação que marcaria de forma indelével o crescimento que sofreram nos anos seguintes. Já com a formação estabilizada, assente em Heafy, Travis Smith na bateria, Paolo Gregoletto no baixo e Corey Beaulieu na segunda guitarra, lançam «Ascendancy» em Março de 2005 e saltam num ápice dos players do MySpace para as capas de revistas como a Metal Hammer e Kerrang!, num incremento de exposição o que lhes permitiu começarem a delinear então a rota ascendente que, hoje em dia, permite olhar para eles como os porta-estandarte do metal contemporâneo produzido do outro lado do Atlântico. Apoiados na sequência de títulos «The Crusade» (2006), «Shogun» (2008), «In Waves» (2011) e «Vengeance Falls» (2013), passaram a última década a tocar pelo mundo frente a plateias cada vez maiores ao lado de “ícones” como Iron Maiden, Metallica, Machine Head e até Cannibal Corpse, a trepar às tabelas de vendas, a estabelecer um som cada vez mais próprio e, em suma, a estabelecer a sua reputação como uma das mais brilhantes e bem-sucedidas propostas da sua geração. Já com mais de um milhão de discos vendidos a nível mundial, o último registo de estúdio do quinteto norte-americano, que tem hoje Mat Madiro sentado atrás da bateria, chama-se «Silence In The Snow», foi editado em Outubro de 2015 e prova uma vez mais que, com um pé na velha escola e outro bem firme no presente dos metais pesados, não há quem lhes faça frente quando se fala de metal moderno, fiel às raízes e com tanto de acutilante como de melódico.

DEATH ANGEL
Criados em 1982, quando os membros fundadores da banda eram ainda adolescentes, os DEATH ANGEL são uma das pérolas mais brilhantes saídas do fenómeno thrash metal da Bay Area de São Francisco durante a sua época áurea. Rotulados como “os meninos pródigos do movimento”, pese a tenra idade com que deram os primeiros passos, afirmaram-se de imediato como um caso raro de dedicação à causa. «The Ultra-Violence», álbum de estreia, editado em 1987, afirmou-os desde logo como uma proposta a ter seriamente em conta num universo que, na altura, já incluía nomes tão respeitados e aplaudidos como Testament, Exodus e Possessed. Apoiados em «Frolic Through The Park» e «Act III», entre 1988 e 1990 estabelecerem-se como uma banda incrivelmente enérgica em palco e, contra as expectativas, quando já tinham um culto à sua volta, decidiram colocar o seu crescimento em stand by na viragem para os anos 90. Exatamente uma década de silêncio depois, voltam então à carga com alguns concertos de reunião e, em 2004, oficializam o muito antecipado regresso com a edição do aplaudido «The Art Of Dying». Desde então têm sabido manter um percurso consistente, apoiado numa sequência de lançamentos que, apesar de vários acertos de formação, provam que o quinteto liderado por Rob Cavestany e Mark Osegueda continua a manter a mesma capacidade para escrever thrash furioso e inventivo, que – apoiado numa técnica muito apurada e numa criatividade aparentemente sem limites – continua a renegar os conceitos mais óbvios e previsíveis do género em que se inserem. Disso são ótimas provas «Killing Season» (2008), «Relentless Retribution» (2010), «The Dream Calls For Blood» (2013) ou o mais recente «The Evil Divide», de 2016.

OBITUARY
São hoje um dos sobreviventes irredutíveis da explosão de death metal que, ali na transição dos anos 80 para os 90s, começava a ganhar forma na Florida, nos Estados Unidos. A par dos Death, Deicide e Morbid Angel, entre outros, conquistaram uma posição de destaque inegável no cenário da música extrema e, nos tempos que correm, é justo dizer que muito do que foi feito nesse espectro durante as três últimas décadas, provavelmente não seria possível caso não existissem discos como «Slowly We Rot», «Cause Of Death» e «The End Complete». Gravados no período compreendido entre 1989 e 1992, foi com essa trilogia de registos amplamente aplaudidos e elogiados que estabeleceram reputação e definiram as regras para a sua abordagem muito própria ao género. Apoiados nos riffs bem balançados, herança dos Hellhammer e Celtic Frost, debitados por Trevor Peres, pelas batidas pulverizantes de Donald Tardy e pelo inimitável rugido gutural do seu irmão mais velho, John, o quinteto transformou-se num fenómeno underground. Votada a um autoimposto período de congelamento em 1997, a banda – cuja formação fica hoje completa com Kenny Andrews na segunda guitarra e Terry Butler no baixo – voltou à atividade seis anos depois, disposta a reclamar o seu lugar de destaque entre os pioneiros do death metal. Desde então não voltaram a olhar para trás, mantendo um intenso desempenho em palco e no estúdio, sendo que o álbum ao vivo «Ten Thousand Ways To Die», lançado na reta final de 2016, é o mais recente exemplo da vitalidade musculada que continuam a conservar.

INSOMNIUM
Não deixa de ser curioso que, nos tempos que correm, o melhor death metal melódico seja feito fora da Suécia. No caso dos INSOMNIUM, na Finlândia. Mesmo ali ao lado, separados apenas por água, estes naturais de Joensuu são hoje líderes e fieis representantes de um som que, durante os anos 90, fazia de Gotemburgo o seu solo mais fértil. Foi, de resto, para chegar à primeira divisão do género que o quarteto muito tem trabalhado ao longo da última década. Criados já fora de época, em 1997 os metalheads já viviam num mundo pós-«The Jester Race», «The Gallery» e «Slaughter Of The Soul», os talentosos músicos finlandeses pegaram nas regras básicas do género e, sem quaisquer pretensões a reinventarem a roda da N.W.O.S.D.M., entre 2002 e 2011, fizeram uma sequência de sete álbuns a que ninguém, que goste deste tipo de som, poderá apontar o dedo. Em «In The Halls Of Waiting» (2002), «Since The Day It All Came Down» (2004), «Above The Weeping World» (2006), «Across The Dark» (2009) e «One For Sorrow» (2011) depuraram a fórmula e tornaram-na tão sólida quanto possível, desenvolvendo uma capacidade imensa para a composição de canções com tanto de pujante como de melódico, com tanto de agressivo como de envolvente. Em «Shadows Of The Dying Sun», há dois anos, mostraram-se por fim ao mundo com os ganchos todos nos sítios em que devem estar, materializando por fim todo o potencial que lhes andavam a vaticinar há anos. Para 2016 reservaram o seu registo mais ambicioso de sempre, «Winter's Gate» é um tema único de 40 minutos, que revela a versatilidade dos quatro músicos e prova que, afinal, até num espectro em que tudo parecia ter sido já inventado, ainda é possível surpreender.

KILLUS
Este explosivo quarteto juntou-se há uma década na cidade de Vila-Real, em Valência, Espanha, tendo conseguido forjar uma atitude vincada e um som único, misto de metal, industrial e gótico, ao longo de uma carreira em crescendo exponencial. Assumindo como influências fortes nomes como Nine Inch Nails, Marilyn Manson, Ministry, Dope ou Depeche Mode, e tendo partilhado palcos com grupos tão famosos como os Guns N' Roses, os Nightwish, os In Flames ou mesmo o Sr. Brian Warner himself, são provavelmente uma das propostas mais interessantes saídas do solo vizinho. Equipados com um som poderoso e uma imagem impactante, que os transforma num turbilhão de eletricidade ao vivo, começaram com um trio de EPs que provocaram imenso falatório na sua região e, em 2007, gravaram «God Bless Us». Ao primeiro álbum, recolheram elogios da imprensa espanhola e internacional, com as reações a darem o tiro de partida para o crescimento que sofreram ao longo da última década – são cinco os álbuns no currículo, com a sequência composta por «Extinction» (2009), «Never Something Was So Real» (2011), «Feel The Monster» (2013) e, o registo de estúdio mais recente, já de 2016, intitulado «Ultrazombies».


TERROR EMPIRE
Os TERROR EMPIRE são uma banda de thrash metal de Coimbra, criada em 2009. Lançando o EP de estreia, «Face The Terror», em 2012, o quinteto – a formação é composta por Ricardo Martins na voz, Rui Alexandre e Sérgio Alves nas guitarras, João Dourado na bateria e Rui Ruga no baixo – começou de imediato a espalhar o seu nome de norte a sul do país, sendo que todo o trabalho árduo acabou por resultar na assinatura de um contrato com a Nordavind Records. Foi com o selo da independente de Ovar que «The Empire Strikes Back» foi, por fim, lançado a 23 de Fevereiro de 2015, constituindo um petardo de thrash inconformista, numa explosiva bomba refratária de batidas rápidas, influências de death metal e uma abordagem vocal corrosiva. Com o vídeo-clip do single «The Route Of The Damned» a servir de mote para a campanha, o grupo fez-se à estrada para apoiar a distribuição mundial do álbum com vários espetáculos em Portugal e Espanha. Com a Empire Tours Black já na reta final, os músicos estão agora a preparar o segundo longa-duração, que tem lançamento previsto para o início de 2017.

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Jamie (1)
JAMIE CULLUM
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28 DE JULHO | JARDINS DE SERRALVES
No dia 28 de Julho, o belíssimo Jardim de Serralves no Porto, vai receber um dos maiores artistas de sempre – JAMIE CULLUM, para um concerto que promete ser muito especial.

Num dos jardins mais notáveis do mundo esta promete ser uma noite única, ao som do piano e dos muitos temas, como “Don´t Stop de Music” ou de “Edge of Something”, Jamie Cullum vai cantar, tocar e encantar.

O multifacetado pianista, cantor e compositor JAMIE CULLUM é a maior estrela de Jazz do Reino Unido. 

O músico britânico, um astro maior do Jazz, deixou a sua marca no mundo da música através da sua originalidade e criatividade: sabe como ninguém polvilhar o Jazz com sons contemporâneos e Pop. Mas sem esquecer a multiplatina com “Twentysomething” e todo o seu conhecimento e amor pela música que o fizeram crescer nos palcos de todo o mundo. Vencedor de um Grammy, dois Brit Awards, dois Globos de Ouro, entre outros prémios conquistados.

BILHETES À VENDA A PARTIR DO DIA 24 DE FEVEREIRO

INFORMAÇÕES:
Jardins de Serralves
28 de Julho - Porto

Abertura Portas: 20h00
Início do Espetáculo: 22h00

Bilheteira
Plateia VIP – 50.00 €
Plateia A – 40.00 €
Plateia B – 30.00 €
Plateia em pé – 20.00 €

À venda nos locais habituais

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Miguel Araujo2
MIGUEL ARAÚJO
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO

MIGUEL ARAÚJO já é artista da casa e no dia 16 de Julho regressa para um concerto muito especial. É um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se
foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional (Anda Comigo Ver os Aviões, Quem és Tu Miúda, Ray-Dee-Oh, etc).

Em Maio de 2012 estreou-se a solo com “Cinco dias e Meio”, de onde se destacam temas como Os Maridos das Outras (single de estreia), Fizz Limão ou Capitão Fantástico. O single de estreia foi nomeado para “melhor canção do ano” nos prémios da Sociedade Portuguesa de
Autores, nos Globos de Ouro e na gala da RTP dos melhores do ano. Miguel Araújo foi ainda nomeado para “melhor intérprete individual” nos globos de Ouro e como “personalidade masculina do ano na categoria de música” na revista Lux. O álbum foi considerado um dos 10
melhores do ano e “Capitão Fantástico” foi eleita uma das melhores músicas do ano pela revista Blitz.

Logo no ano do lançamento do disco de estreia, Miguel Araújo atuou em cerca de 40 espetáculos, com destaque para o concerto de apresentação do disco na sala principal da Casa da Música, com lotação esgotada, participação em alguns festivais e uma actuação em Macau.

Paralelamente, participou, como cantor, no álbum “O Grande Medo do Pequeno Mundo”, de Samuel Úria. Compôs a banda sonora do monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl, que passou (sempre com casa cheia) pelos principais auditórios do
país. Compôs para António Zambujo (“Reader’s Digest” e “O que é Feito Dela”) e Ana Moura (“E Tu Gostavas de Mim”).

O sucessor de "Cinco Dias e Meio", "Crónicas da Cidade Grande", foi lançado em Abril de 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas.

“Balada Astral”, o primeiro single, foi nomeado na categoria de “melhor música” nos Globos de Ouro.

Os concertos de consagração: CCB em Lisboa (Outubro de 2014) e Coliseu do Porto (Novembro de 2014), ambos com convidados especiais (Luisa Sobral, António Zambujo, Ana Moura, entre outros), foram um verdadeiro sucesso, tendo a lotação da mítica sala portuense esgotado
semanas antes do espetáculo. O concerto no Coliseu do Porto foi um dos mais memoráveis da carreira do cantor que, cerca de um ano antes, se tinha estreado no palco daquela mesma sala, mas com Os Azeitonas.

2015 revelou ser mais um ano cheio de sucessos para Miguel Araújo. Em Março estreou-se a solo em palcos internacionais, com uma mini-digressão pela Galiza, que passou por Santiago de Compostela, Lugo e Ourense, e onde foi muito bem recebido e reuniu elogios por parte do
público e da crítica. Subiu ainda ao palco principal do festival MEO Marés Vivas (Vila Nova de Gaia) naquele que foi considerado um dos melhores concertos do festival nesse ano.Tem esgotado todas as salas por onde tem passado, tendência que parece ter vindo para ficar.

Em 2016 estreou-se na Suíça e em Inglaterra, sempre com excelente receção do público. Este ano ficou, no entanto, marcado pelos concertos com António Zambujo nos Coliseus de Lisboa e Porto, e pelo recorde que atingiram, ao serem marcadas 28 datas. A dupla terminará a aventura em Beja e na Maia, as suas terras natais.

Tanto “Cinco Dias e Meio” como “Crónicas da Cidade Grande” atingiram a marca de Disco de Ouro, e a edição limitada e numerada de “Cidade Grande ao Vivo” esgotou, tendo sido posta à venda uma segunda edição, com o registo áudio do concerto no Coliseu do Porto.
Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no sucessor de “Crónicas da Cidade Grande”.


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BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur
- Passe Geral VIP: 150.00 eur

Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, masqueticket.com

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SEU JORGE
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO
Seu Jorge, nasceu em 1970 em Belford Roxo no Rio de Janeiro – Brasil.

Músico dos pés à cabeça, cantor, compositor, instrumentalista, produtor e ator, define-se a si mesmo como um cantor e compositor popular, que gosta de inúmeros géneros musicais, mas cujo fundamento é o samba:
“…O samba é a nossa verdade, nossa particularidade, é nossa medalha de ouro, nosso baluarte, nosso estandarte brasileiro. “ 

Com uma carreira internacional brilhante, tem em Portugal uma legião de fãs que fazem dele um dos artistas brasileiros mais ouvidos e reconhecidos atualmente no nosso País.

E no dia 16 de Julho sobe ao palco MEO do MEO MARÉS VIVAS para um grande espectáculo.
 
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BILHETES E PONTOS DE VENDA
O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
- Passe Geral: 60.00 eur 
- Passe Geral VIP: 150.00 eur 
Locais de venda: Ticketline, Blueticket, FNAC, CTT, Breakpoint.es

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STING
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 16 DE JULHO
FESTIVAL  MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA -  Após o recente lançamento do esperado álbum Rock & Pop “57th & 9th” de Sting e com concertos já confirmados na América do Norte e Europa, a Cherrytree Management, a Live Nation & PEV Entertainment têm o prazer de anunciar que STING actuará em Vila Nova de Gaia a  16 de Julho - FESTIVAL MEO MARÉS VIVAS.

Os Bilhetes para o Sting's 57th & 9th Tour a 16 de Julho já estão à venda. Os membros do clube de fãs oficial podem igualmente adquirir os bilhetes em: Sting.com .

Mais informações em www.sting.com/tour. 57th & 9th é promovido pela Live Nation Global Touring, produzido pela RZO Entertainment.

No 57th & 9th Tour, Sting será acompanhado por uma banda de 3 pessoas, incluindo o seu guitarrista de longa data, Dominic Miller, mais Josh Freese (bateria) e Rufus Miller (guitarra).

O duodecimo álbum de estúdio de Sting, 57th & 9th é o seu primeiro projeto de rock / pop em mais de uma década, foi lançado a 11 de Novembro pela A & M / Interscope Records. A coleção de dez músicas representa uma ampla gama de estilos musicais e de composições de Sting do primeiro single  "I Can not Stop Thinking About You", estridente e violento, ao feroz estilo "Warrior" de "Petrol Head".  O álbum foi produzido por Martin Kierszenbaum, foi gravado em poucas semanas com os colaboradores de longa data de Sting, Dominic Miller (guitarra) e Vinnie Colaiuta (bateria), bem como o baterista Josh Freese (Nine Inch Nails, Guns n 'Roses), o guitarrista Lyle Workman e os backing vocals da banda Tex-Mex de San Antonio The Last Bandoleros.

SOBRE STING: Compositor, cantor, autor, ator e ativista – tornou-se conhecido enquanto vocalista dos The Police - banda que formou com Setwart Copeland e Andy Summers, em 1977.

A carreira a solo do cantor de “Englishman in New York” e “If I Ever Lose My Faith in You” arancou nos anos 80. Sting ao longo da sua Carreira já lançou mais de uma dezena de álbuns de estúdio, CD´s ao vivo e compilações, tendo já sido premiado com 17 Grammys, 2 Brit Awards, 1 Globo de Ouro, 1 Emmy e 1 MTV VMA, três nomeações ao Oscar e  uma nomeação ao TONY, Prémio Century do Magazine da revista e MusiCares 2004 Personalidade do Ano. Também membro do Songwriters Hall of Fame, em Dezembro de 2014,  recebeu o Kennedy Center Honors, e mais recentemente recebeu o American Music Award of Merit. Ao longo da sua carreira duradoura, vendeu cerca de 100 milhões de álbuns de seu trabalho como membro dos  The Police e como artista a solo.

O apoio de Sting a organizações de direitos humanos como o Rainforest Fund, a Amnistia Internacional e o Live Aid espelha a sua arte no seu alcance universal. Juntamente com a esposa Trudie Styler, Sting fundou o Rainforest Fund em 1989 para proteger as florestas tropicais do mundo e os povos indígenas que vivem lá. Juntos, eles realizaram 17 concertos de beneficiência para angariar  fundos e consciencialização dos recursos ameaçados e em extinção do planeta, com o próximo evento agendado para 14 de Dezembro no Carnegie Hall. Desde a sua criação, o Rainforest Fund expandiu-se para uma rede de organizações interligadas que trabalham em mais de 20 países em três continentes.

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SCORPIONS
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MEO MARÉS VIVAS - VILA NOVA DE GAIA / 15 DE JULHO
Os Scorpions são a mais recente confirmação do MEO MARÉS VIVAS. No dia 15 de Julho a banda alemã regressa a Vila Nova de Gaia 8 anos depois.

Tendo assinalado cinco décadas de carreira no ano passado, prometem oferecer ao público do MEO MARÉS VIVAS um conceito cheio de energia, onde os clássicos serão revisitados. O seu último álbum “Return to Forever”, o 18.ºda banda foi editado em fevereiro de 2015.

Os Scorpions - Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs – os três jovens de Hannover tornaram-se ao longo da sua carreira uma das mais bem-sucedidas bandas de rock. Nestes 50 anos foram considerados a melhor banda da Alemanha, ou melhor da Europa Continental, e são a prova viva de que não só a VW, MERCEDES ou BMW são capazes de competir internacionalmente, mas a música rock clássica feita na Alemanha também.

Uns sem número de bandas, incluindo os The Smashing Pumpkins, os Green Day, Korn, System Of a Down, realizaram covers dos Scorpions ao longo das últimas décadas. Só a “Rock You Like a Hurricane” contabilizou 150 interpretações diferentes.

Devem ainda ser mencionados os mais de 100 milhões de discos vendidos até à data. Isto faz com que sejam a banda rock de maior sucesso de toda a Europa. Os inúmeros prémios de ouro, prata ou platina são apenas um lado da história de Scorpions. O outro é o lado de viajar.

Nenhuma outra banda rock deste calibre, depois de tantos anos sobe ao palco como os nativos de Hannover. Já estiveram no Rio de Janeiro, Tóquio, Moscovo, Washington, Dubai, Paris e Berlim. E no dia 15 de julho sobem ao palco do MEO MARÉS VIVAS para uma noite memorável e única.

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O preço dos bilhetes para a edição de 2017:
- Bilhete Diário: 35.00 eur
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